Desde o início da pandemia, todos os países reportam seus casos de Covid-19 à Organização Mundial da Saúde (OMS), que reúne os dados diariamente em um mapa interativo. Quanto mais escuro estiver o país, mais casos ele tem. Mas duas manchas amarelas chamam a atenção no mapa: Turcomenistão e Coreia do Norte. Nenhum dos dois reportou qualquer caso à organização internacional.
Com exceção de algumas ilhas do Pacífico (que estão com as fronteiras fechadas desde abril de 2020), esses são os únicos países que dizem não ter registrado nenhum caso de Covid-19 desde o início da pandemia.
Não é coincidência que eles também possuam os regimes totalitários mais fechados do mundo. No ranking mundial que mede a liberdade de imprensa, realizado anualmente pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, por exemplo, Coreia do Norte e Turcomenistão aparecem em penúltimo e antepenúltimo lugar, respectivamente. Só perdem para Eritreia, uma ditadura no nordeste africano.
O país é um dos poucos sem casos registrados desde o início da pandemia. Conversamos com um jornalista turcomano para entender a rotina de um dos regimes mais fechados do mundo.
Emitida por uma lâmpada xênon ou um laser fósforo (nos aparelhos mais modernos), a luz é condensada por uma lente específica. Aí, atravessa um filtro com, no mínimo, as cores verde, vermelho e azul, que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons. Nos projetores top de linha, a tecnologia BrilliantColor adiciona as cores amarela, ciano e magenta. A vantagem do laser é que ele corrige o contraste nas cenas mais escuras. No xênon, o preto fica meio “desbotado”, puxando para cinza e azul.
Liga-Desliga
A luz então segue para uma lente de modelagem e para o Digital Micromirror Device (DMD). Trata-se de um semicondutor com mais de 2 milhões de espelhos microscópicos que podem ser movimentados entre as posições “on” e “off”, milhares de vezes por segundo. Cada espelho criará um pixel (a menor unidade de luz que compõe uma imagem) na telona.
Espelho mágico
Arquivos digitais são compostos de bits, que, por sua vez, são compostos de 1 e 0 na linguagem binária usada pelos computadores. Cada bit determinará a posição de um espelho: 1 é “ligado” e 0 é “desligado”. Quanto mais estiverem ligados, mais claro será o tom do pixel. Se a posição “off” for mais frequente, o pixel será mais escuro.
Gente grande
Por fim, a refração do DMD vai, então, em direção à última lente: a de projeção. Ela serve para dar uma resolução ainda maior à imagem. Isso permite que o filme seja reproduzido naquele tamanho gigantesco da telona do cinema, mas sem perder qualidade na nitidez
O arquivo do filme é transformado em luz, que passa por um filtro que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons.
“Superarmos nossas limitações é um desafio diário e infinito. A beleza da caminhada consiste nisso: aprendizado, superação, alegria e gratidão. Olhos para ver e um coração aberto à sentir também é interessante.”
Em escavação no sítio arqueológico Oxyrhynchus, no Egito, arqueólogos espanhóis encontraram tumbas de 2,5 mil anos contendo restos mortais de duas pessoas com “línguas” de ouro. A descoberta, feita na província de Minya, foi anunciada pelo Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito no último domingo (5).
No lugar das línguas das múmias, estavam artefatos feitos de folhas de ouro no formato no órgão. Esses amuletos eram utilizados por embalsamadores no Antigo Egito porque permitiam, segundo as crenças locais, que o falecido falasse com Osíris, deus do submundo, após a morte.
Segundo Esther Pons Mellado, pesquisadora da Universidade de Barcelona e uma das diretoras da missão arqueológica, objetos assim só foram encontrados anteriormente em escavações em Alexandria, também no Egito. (Você pode ler sobre essa descoberta nesta matéria da Super.)
As descobertas também são raras por outro motivo: é comum que arqueólogos se deparem com tumbas que já foram abertas por saqueadores. Mas esse não era o caso da tumba encontrada agora.
Artefato permitiria que o falecido se comunicasse com o deus Osíris no submundo. Escavação no sítio arqueológico Oxyrhynchus também encontrou uma tumba nunca aberta anteriormente.
“O sol já surgia na linha azulada à sua frente. Ela sentiu um misto de expectativa e alívio, a heterogênea loucura de quem sabe o que quer, mas lá no fundo quer muito mais do que consegue conceber. Em um movimento fluido ela levantou , calmamente caminhou com passos decididos rumo ao horizonte e à campina perfumada , e então, com um bailado de fada, saudou sorridente sua nova vida…”