“Muitas vezes não é fácil nos olharmos por dentro, incomoda, choca, e nos faz refletir…mas é desta maneira, e somente assim, que podemos encarar de frente nossas falhas, avaliar nosso caminho e encontrar a Verdadeira Luz. Em busca!”
O sistema, desenvolvido por meio de projeto apoiado pela Fapesp, foi descrito em um artigo publicado na revista Analytical Chemistry.
“O novo método permite a análise direta de swabs e a obtenção do resultado em 45 segundos. Dessa forma, possibilita a triagem rápida de pacientes com COVID-19”, diz Andréia de Melo Porcari, professora da USF e uma das coordenadoras do projeto.
Coleta de moléculas biológicas
A tecnologia é derivada de um sistema de detecção e diagnóstico de câncer desenvolvido pela pesquisadora brasileira Lívia Eberlin na Universidade do Texas em Austin, baseado em espectrometria de massa – técnica que permite discriminar substâncias em amostras biológicas de acordo com a massa molecular.
Batizado de MasSpec Pen, o método utiliza um dispositivo feito de plástico, na forma de uma caneta e esterilizável, para coletar moléculas biológicas da superfície de uma amostra de tecido.
A “tinta” da caneta é composta por água, utilizada como solvente para extrair moléculas de uma superfície de amostra de tecido, que são transportadas para um espectrômetro de massa para serem analisadas.
Com base em algoritmos de aprendizado de máquina e modelos estatísticos o sistema é capaz de indicar se a amostra de tecido analisada contém células cancerosas.
Teste desenvolvido por brasileiros e americanos demora menos de um minuto para identificar a presença do Sars-CoV-2
“A felicidade do ser humano é um presente ofertado pela divindade a todos, sem exceção…a diferença entre sermos plenos ou não, reside na nossa capacidade de experenciar cada situação com a ótica da oportunidade e da gratidão. A prática levará a perfeição.”
Saturno é um dos planetas mais memoráveis do Sistema Solar. O motivo são as rochas e poeira que orbitam o planeta, formando os conhecidos anéis de Saturno. Um estudo da Universidade Rice, nos Estados Unidos, sugere que estruturas semelhantes também orbitavam o Sol no passado, antes do surgimento dos planetas que constituem o Sistema Solar.
A existência desses anéis poderia explicar a formação da Terra e outros planetas do Sistema Solar. O pesquisador brasileiro André Izidoro e colegas criaram um modelo computacional para simular a formação dos primórdios do Sistema Solar e, dessa forma, descobriram a possibilidade de existirem os anéis.
Anéis de poeira e gás, como os de Saturno, podem ter existido ao redor do Sol. Segundo uma simulação feita pela Universidade Rice, eles teriam contribuído para a formação do Sistema Solar como conhecemos hoje.