“Vivemos no mundo do irreal onde tudo o que vemos é somente uma sombra imperfeita de uma realidade mais perfeita.”
🌹Platão

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Vivemos no mundo do irreal onde tudo o que vemos é somente uma sombra imperfeita de uma realidade mais perfeita.”
🌹Platão

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“Quando compreendermos com clareza que nossa saúde física e mental estão intrinsecamente ligadas à nossa saúde e bem estar espiritual, muitas barreiras cairão por terra e poderemos então, finalmente, tomar as rédeas da nossa existência e promover para conosco e os demais a tão buscada evolução em todos os aspectos.”

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Nova maneiras de ajudar o planeta.
Vindo das novas gerações é uma surpresa muito agradável!
Supren aqui!

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Por Bruno Garattoni
Pesquisadores do MIT usaram um microscópio eletrônico para estudar o comportamento de tumores e encontraram um fenômeno assustador (1): células de câncer conectadas a células T, do sistema imunológico, por meio de tentáculos minúsculos, com 100 nanômetros (mil vezes mais finos do que um fio de cabelo).
O que eles viram em seguida é ainda mais perturbador: as células tumorais arrancam as mitocôndrias de suas vítimas, e sugam-nas por meio dos tentáculos. A mitocôndria é a “usina” de energia das células; por isso, os cientistas supõem que o tumor se alimente dessa estrutura, que serviria para acelerar o crescimento do câncer. E ao fazer isso, o tumor também se livra das células T, suas inimigas (normalmente, elas matam células tumorais assim que aparecem).
Os cientistas injetaram uma substância que inibe a formação dos tentáculos em ratos de laboratório que tinham câncer – e os tumores cresceram menos. A ideia agora é testar esse inibidor em humanos.
Fonte 1. Intercellular nanotubes mediate mitochondrial trafficking between cancer and immune cells. T Saha e outros, 2021.
Cientistas flagraram o processo, que supostamente serve para alimentar tumor.
Câncer usa tentáculos para sugar células
publicado originalmente em superinteressante
Que seu dia seja um campo aberto e limpo, onde os momentos trazem a brisa fresca e também tempestade e nuvens, às vezes, até chuva de granizo…mas que, depois de passada a tormenta, renasce forte, com um solo mais rico, pronto para receber as sementes de fé e gratidão que você esteja disposto a semear.

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Tavares RS Brasil
“A vida deveria ser uma celebração contínua, um festival de luzes por todo o ano. Somente então você pode se desenvolver, você pode florir. Transforme pequenas coisas em celebração. Tudo o que você faz deveria expressar a si próprio; deveria ter a sua assinatura. Então a vida se torna uma celebração contínua.”
🌻Osho

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Para construir uma vida de qualidade, precisamos conhecer a nós mesmos…
Um ajuda de quem está há tempos na caminhada sempre será bem vinda.
Monja Coen aqui!

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Por Fabiana Schiavon
O Brasil completou um ano de vacinação contra a Covid-19 neste mês e ainda há dúvidas sobre a rapidez com que os imunizantes foram elaborados e aprovados. Tem muita gente inclusive usando esse fator para espalhar desinformações a respeito das vacinas, ao dizer que elas são “experimentais”.
Ocorre que a afirmação está incorreta. As vacinas disponíveis já estão aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), algumas liberadas de maneira emergencial, outras com o registro definitivo. “Uma fórmula é experimental quando é indicada para ser usada apenas dentro de estudos clínicos”, define a pediatra Flávia Bravo, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
Esses estudos são compostos de diversas etapas que obedecem a regras rígidas de agências reguladoras.
Pesquisadores iniciam seu trabalho na bancada do laboratório e só depois de um tempo podem recrutar voluntários. Quando chega a hora, são três fases de análises, sendo a última em dezenas de milhares de indivíduos, para atestar segurança e eficácia da fórmula.
“Os imunizantes contra a Covid-19 também seguiram todo esse ritual, e os resultados foram apresentados às agências regulatórias, que comprovaram esses dados antes de liberar a fabricação”, pontua Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). A partir daí, já não dá mais para chamar as vacinas de experimentais.
No momento, estamos na fase 4, aquela em que os imunizados são acompanhados para saber se há efeitos ou reações diferentes das listadas durante os estudos clínicos. Isso acontece com todas as vacinas aprovadas para outras doenças. Ainda há estudos controlados sendo conduzidos para averiguar a duração da imunidade e a eficácia frente a novas variantes.
+ LEIA TAMBÉM: Tire 7 dúvidas sobre isolamento e testagem por Covid-19
Fora que os dados de vida real confirmam aquilo visto nos testes. Até a primeira semana de janeiro, quase 4 bilhões de pessoas foram imunizadas em todo o mundo contra a Covid-19, segundo dados do Our World in Data – número suficiente para comprovar a eficácia e segurança das vacinas disponíveis.
E, embora o Brasil esteja vivendo uma explosão de casos da variante Ômicron, a taxa de mortalidade e severidade não está subindo na mesma velocidade. Hoje, grande parte dos indivíduos internados com quadros graves são justamente aqueles que não se vacinaram ou não completaram o esquema de imunização.
Bem, no caso de uma crise urgente de saúde pública, como uma pandemia, o surgimento de um fármaco ganha relevância especial.
A liberação em caráter emergencial justifica certas medidas, como fornecer dados dos experimentos na medida em que eles vão saindo — em vez de mandar a papelada toda de uma só vez. A ideia é apenas adiantar alguns passos do processo regulatório. Isso tudo, claro, sem abrir mão principalmente da segurança.
E vale destacar que a vacina da Pfizer, uma das principais vítimas da campanha difamatória, já recebeu o registro definitivo da Anvisa.
‘Novas’ tecnologias eram estudadas há décadas, enquanto outras são velhas conhecidas. Contexto único da pandemia também facilitou o lançamento das vacinas
Por que não podemos falar que as vacinas contra a Covid são experimentais?
publicado originalmente em Veja saúde

Por Rafael Battaglia
Os denisovanos são uma espécie extinta de hominídeos, contemporâneos ao Homo sapiens e aos neandertais. O nome vem da caverna de Denisova, na Sibéria, onde, na década de 2000, saíram os primeiros indícios de sua existência.
Eles eram tão parecidos conosco que podíamos transar e produzir bebês viáveis. E, sim: esses cruzamentos deixaram vestígios em nosso genoma. No leste e sudeste da Ásia, por exemplo, 1% do DNA é de origem denisovana; nos nativos de Papua Nova Guiné, na Oceania, 6%.
Apesar disso, ainda sabemos pouco sobre os denisovanos. Até hoje, só cinco fósseis deles (e um híbrido) foram identificados por análises de DNA ou proteínas. Mas um novo candidato pode ter aparecido.
Recentemente, cientistas anunciaram a reconstrução do crânio de um indivíduo que viveu entre 160 e 200 mil anos atrás. O trabalho foi feito juntando três fragmentos de ossos que, até então, haviam sido estudados apenas separadamente.
O crânio (bem como o indivíduo a quem ele pertencia) foi chamado de Xujiayao 6. Xujiayao é o sítio arqueológico no norte da China de onde os tais fragmentos saíram. O local começou a ser escavado nos anos 1970. Desde então, 21 fósseis de 10 hominídeos foram encontrados. São pedaços de dentes, mandíbulas – e crânios.
A reconstrução do Xujiayao 6 (ou XJY 6) revelou que o cérebro do indivíduo tinha um volume entre 1.555 e 1.781 centímetros cúbicos. É um tamanho grande para a época, quando a média entre os hominídeos era de 1.200 cm3. É maior, inclusive, que a dos sapiens modernos.
Até hoje, há poucos fósseis desses primos perdidos do Homo sapiens. Mas um estudo chinês pode ter encontrado um novo vestígio.
Crânio de 160 mil anos pode ter pertencido a um denisovano
publicado originalmente em superinteressante