Covid-19: por que a Ômicron não pode ser considerada leve?

Por Fabiana Schiavon

A variante Ômicron do coronavírus provocou uma explosão de quadros de Covid-19. Segundo o Instituto Todos pela Saúde, desde dezembro de 2021 essa cepa é a responsável por quase a totalidade dos casos da infecção. Recentemente, uma de suas subvariantes, a BA.2, foi identificada por aqui. Segundo análises de outros países, ela seria ainda mais transmissível.

Embora a gente tenha voltado a registrar um número expressivo de mortes – só ontem foram mais de 1 200 óbitos –, a situação poderia ser muito mais dramática se olharmos para a quantidade de novos casos diagnosticados atualmente. Para ter ideia, do início de 2022 até agora, já contabilizamos mais testes positivos de Covid-19 do que em todo o segundo semestre de 2021.

Por essas e outras, muito se falou sobre a possibilidade de a Ômicron levar a um quadro mais leve. Mas será que faz sentido?

“Leve não não é bem a palavra. Podemos afirmar que a Ômicron tem uma capacidade menor de provocar um quadro grave da doença porque tende a afetar mais o trato respiratório superior [nariz e garganta]”, esclarece a infectologista Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

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“Há poucos dados ainda, mas o que se sabe é que ela atinge as células de um jeito diferente, por isso tem menos impacto no pulmão”, completa Jorge Elias Kalil Filho, diretor do Laboratório de Imunologia do Incor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas da FMUSP.

“Mas em quem não está vacinado, a doença pode evoluir e chegar aos mesmos sintomas graves de sempre, como a falta de ar”, ressalta o médico.

Outro motivo para não usar o termo “leve” para se referir à Ômicron é o fato de ela se espalhar por aí muito rápido, contaminando geral.

A variante até tem menor potencial de causar quadros graves, mas, diante da alta transmissibilidade, não dá para ficar tranquilo. Sobretudo sem vacinação

Covid-19: por que a Ômicron não pode ser considerada leve?

publicado em Veja saúde

Amanhecer de Ilusões…por Mágica Mistura

RAIO DE SOL INVADINDO

MEU MUNDO,MEU RISO…MEU TUDO

LOUCO RESPIRAR DO UNIVERSO…IMERSO

IMERSO EM LUZES,NAVEGA NA IMENSIDÃO

NOSSO MUNDO…

TÃO AZUL…TÃO LÚDICO

ESPERO QUE PERMANEÇA ESTA LUZ…

ILUMINA UM PEDAÇO DA VIDA

FAZ FLUIR A ESPERANÇA DE QUE UM DIA

TUDO SE TRANSFORME EM POESIA

DEMOCRÁTICA,HERÉTICA,DECRÉPITA…

COMO VENHA

BEM VINDA ,BENDITA SEJA!

AMANHECER DE ILUSÕES…

NEM ME IMPORTO

GOSTO DE SONHAR…VIAJAR NA MAGIA

E TALVEZ…SOMENTE TALVEZ,UM DIA…

TUDO E TODOS,

SEJAM UM TOTAL AMANHECER

NESTE UNIVERSO

INFINITO,SANTO,LOUCO,MÁGICO…

HUMANO✨

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Assista a “O que o chá das folhas de louro fazem de bom no nosso organismo?” no YouTube

O louro é um tempero fantástico e uma erva poderosa.

Vamos conhecer melhor esse presente da natureza.

Doutora Ângela aqui!

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Desafios, inovações, ESG e as transformações da indústria do Petróleo

Responda rápido: quantos produtos à sua volta têm petróleo na composição? São de fato muitos itens, que incluem chiclete, tênis, asfalto, tecido, maquiagem, desodorante, aspirina, skate, óculos, bolas de futebol, pratos, giz de cera, creme de barbear, equipamentos médicos e comida – sim, comida, na produção, com os fertilizantes, e na forma de corantes e conservantes.

Conhecido desde os povos antigos do Egito e da Mesopotâmia e explorado comercialmente desde 1859, o petróleo tem mil e uma utilidades. Está tão presente na vida das pessoas que talvez, por isso mesmo, seja pouco conhecido, já que não paramos para pensar nele, a não ser na hora de abastecer o carro.

Na websérie Pequenos Especialistas, a PetroRio trouxe uma turma de pequenos para perguntar sobre o petróleo. Elas são profissionais em tirar os adultos do eixo com suas dúvidas. Por exemplo: o que é petróleo? Como ele é extraído do fundo do mar? É possível reinventar a forma de produzir petróleo? Um campo de petróleo pode ser reciclado? Dá para produzir petróleo e ainda cuidar do meio ambiente? ESG e petróleo podem andar juntos?

Crianças fizeram essas perguntas para executivos da PetroRio, a maior companhia independente de óleo e gás do Brasil. O resultado foi a websérie Pequenos Especialistas. A primeira temporada atingiu mais de 720 000 visualizações. A segunda acaba de ir ao ar.

Jovens curiosos

Petróleo tem cheiro de gasolina? Sim! Submarinos vão até o fundo do mar para encontrá-lo? Não! Como se extrai do fundo do mar então? Com prospecção utilizando máquinas de medição, pesquisas geológicas, perfuração e, por fim, ocorre a extração, com base em plataformas marítimas de 120 metros de comprimento.

Mas como o petróleo surgiu? Pelo acúmulo de sedimentos, ao longo de muito tempo. “O que está lá embaixo hoje é o que estava na superfície do planeta milhões de anos atrás”, explicou a coordenadora de operações da PetroRio, Patrícia Balla, que também contou aos entrevistadores que, não, o petróleo não é feito de ossos de dinossauros.

Até aí, tudo bem. Mas e a relação entre petróleo e ESG? Para dar conta dessa resposta, foi preciso dedicar uma temporada inteira. Não adiantava dizer que essa é a sigla em inglês para as melhores práticas ambientais, sociais e de governança.

“Não entendi nada”, reagiram as crianças de supetão à primeira explicação de Milton Rangel, diretor financeiro da PetroRio. Ele, então, foi além: “O ESG foi criado antes mesmo de vocês nascerem, para incentivar as empresas a ter um impacto positivo no mundo. É um tema muito importante para todos nós da PetroRio”.

Com a websérie Pequenos Especialistas, PetroRio oferece respostas para perguntas complexas feitas por crianças sobre o passado, o presente e o futuro

Desafios, inovações, ESG e as transformações da indústria do Petróleo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “VOCÊ JÁ COMEU OMELETE EMPANADO?? MISTURA FÁCIL E GOSTOSA PRA QUALQUER HORA!!” no YouTube

Inovação na cozinha? Temos também!

Quem gosta faz um cafezinho…

Bete com carinho aqui!

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Atentamente… por Mágica Mistura

“Viver e deixar viver … quanta beleza neste simples ato. Abrir o coração para sentir as sutilezas e anseios de cada um que compartilha conosco esta incrível jornada : uma meta a perseguir. Juntos!”

Mágica Mistura

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Viver…por Cazuza

“Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.”

🌷Cazuza

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Assista a “Poderoso Mantra Para Prosperidade e Remover Obstáculos (Lord Ganesha) Satyaa & Pari – Ganapati” no YouTube

A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!

Eu creio! Assim é! 🌷

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Maior área do mundo com indígenas isolados foi mapeada na Amazônia —

Anos de intenso trabalho de documentação renderam provas únicas de grupos indígenas isolados desconhecidos e mapearam os limites de seus territórios . A vasta e intocada área de floresta tropical está sob crescente pressão , colocando em risco a sobrevivência dos grupos isolados.

Por: Kristin Rødland Buick para a Rainforest Foundation Norway Lima / Oslo, 9 de dezembro de 2021

 “As propriedades desta área de floresta tropical contíguas são simplesmente de proporções de património mundial, com culturas e natureza únicas. Portanto, é fundamental que esta área e as pessoas vulneráveis que dela dependem […] […]

Maior área do mundo com indígenas isolados foi mapeada na Amazônia —

publicado em Bárbara Crane Navarro

Nova colônia de pinguins na Antártida alerta para crise climática

Nos últimos trinta anos, a Antártida aqueceu três vezes mais rápido do que o resto do mundo. Em fevereiro de 2020, bateu os  20°C. Um recorde.

Essa desordem é causada pelas mudanças climáticas e influencia diretamente no comportamento de algumas espécies. É o caso dos pinguins-gentoo, que estão migrando para se reproduzir em regiões mais ao sul do continente, como pesquisadores da Stony Brook University (Estados Unidos) verificaram em uma expedição da ONG Greenpeace.

Os cientistas descobriram uma colônia de pinguins na Ilha Andersson, no lado leste da Península Antártica – região montanhosa e próxima da América do Sul. Até então, essa área era muito gelada para os pinguins, que preferem temperaturas mais amenas para criarem seus filhotes. Antes, só um ninho havia sido encontrado em um local tão ao sul. Agora, os pesquisadores contaram 75 filhotes.

Pela primeira vez, os cientistas exploraram a pé partes da península onde colônias de pinguins haviam sido detectadas via satélite. Segundo Heather Lynch, pesquisadora que liderou a expedição, mapear essas áreas ajuda a entender como os animais estão respondendo às mudanças climáticas:

“Estamos encontrando pinguins-gentoo em quase todos os lugares para onde olhamos – mais evidências de que as mudanças climáticas estão mudando drasticamente a mistura de espécies na Península Antártica”, disse Lynch.

Tanto o aumento de temperatura quanto as condições do gelo marinho influenciam diretamente no comportamento dos pinguins. Por isso, eles são considerados indicadores importantes da saúde dos ecossistemas antárticos.

Mar de Weddell 

Durante a expedição, os cientistas descobriram que as colônias de pinguins-de-adélia permaneceram estáveis na última década na região do Mar de Weddell, a leste da Península Antártica. 

Essa espécie costuma se deslocar bastante à medida que o gelo marinho diminui, e parece encontrar no Weddell um refúgio climático. Segundo Lynch, o local não está imune às mudanças climáticas, mas parece apresentar condições melhores do que o lado oeste da península.

“Nossa compreensão da biologia desta paisagem inóspita continua a crescer a cada ano, mas tudo o que aprendemos até agora aponta para seu valor para a conservação.”

Desde 2011, existem discussões sobre o Mar de Weddell se tornar uma área marinha protegida (MPA, na sigla em inglês). Mas em 2021, pela quinta vez, os membros da Comissão para a Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCAMLR) não chegaram a um acordo sobre novas medidas de conservação que protejam a biodiversidade do local.

Os pinguins-gentoo estão migrando para se reproduzir em regiões mais ao sul do continente – uma consequência do aumento de temperatura na região.

Nova colônia de pinguins na Antártida alerta para crise climática

publicado originalmente em superinteressante