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Espaço poético, rotineiro e alternativo
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As várias faces e fases do negacionismo…
Vamos entender melhor…mas só se você quiser…
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“E não mais ensinará cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: – Conhece o Senhor! porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.” – Paulo. Hebreus, 8:11. Quando o homem gravar na própria almaOs parágrafos luminosos da Divina Lei,O companheiro não repreenderá o companheiro,O irmão não denunciará […]
No futuro
publicado em site espírita

Há pelo menos 30 anos a aspirina é receitada para prevenir infartos e derrames em pessoas com alto risco cardiovascular — isso porque ajuda a evitar as placas que obstruem as artérias. Só que uma nova pesquisa robusta, publicada em periódico da Sociedade Europeia de Cardiologia, relaciona o uso contínuo do remédio a um aumento de 26% no risco de insuficiência cardíaca. Para a cardiologista Salete Nacif, do HCor, em São Paulo, o trabalho levanta a dúvida, mas não é definidor. “Outros estudos, tão grandes quanto esse, não mostram essa associação”, justifica. A médica ressalta, contudo, que o benefício da aspirina é mais certo entre quem já tem um problema cardíaco diagnosticado. “Quando há só um fator de risco, como diabetes ou colesterol alto, parece não fazer diferença tomar ou não o comprimido”, completa. + Leia também:A aspirina NÃO foi inventada pelos nazistas
Outro estudo recente, feito com mulheres que tiveram abortos espontâneos, constatou que o uso da aspirina elevou em 10% a taxa de sucesso da gravidez. “Mas, nas mulheres em geral, o benefício não foi notado. Então precisamos de mais dados para entender melhor a relação”, diz a ginecologista Letícia Piccolo, de Vila Velha (ES). “Por ser uma medicação barata e segura, ela poderá representar uma intervenção simples para diminuir o risco de perda gestacional.” [abril-whatsapp][/abril-whatsapp]
O princípio ativo da aspirina é utilizado há séculos. Veja mais sobre essa história: 1500 a.C.: O ácido acetilsalicílico, molécula-base da aspirina, vem originalmente da casca do salgueiro. O primeiro relato de uso foi feito em papiro. 75 d.C.: O cirurgião grego Dioscorides, a serviço dos romanos, elabora uma pasta com as cinzas da árvore para tratar calos e as fortes dores da gota. Século 18: Após anos e anos de uso empírico, o remédio natural é alvo de um dos primeiros ensaios clínicos da história da medicina. 1826: É descoberta a molécula responsável pelos efeitos terapêuticos. O composto passa a ser depurado em laboratórios. 1900: A aspirina se torna o primeiro medicamento vendido em forma de comprimido no mundo. É chamada de “droga maravilha”. Anos 1980: Surgem os estudos apontando o benefício na prevenção do infarto em pessoas com doenças cardiovasculares.
Levantamento com mais de 45 mil pessoas sugere associação do comprimido com insuficiência cardíaca em alguns casos. Será?
Aspirina pode fazer mal ao coração?
publicado em Veja saúde
Houve um tempo
Faz algum
Que os horizontes
Todos eles
Eram luminosos e amplos
Os animais,pedras e plantas
Eram Um com todos nós
Não existia maldizer
Só prazer de estar vivo
Houve um tempo
Faz algum
Que era simples ser feliz
O que valia era o ser
O ter era acessório
Onde um céu azul
Importava tanto
Que paravam pra olhar
Houve um tempo
Faz algum
Onde o dia passava lento
Era degustado, sentido
Não engolido sem água
Como se não houvesse amanhã…
Isso foi antes
Antes de tudo
Antes da ambição desmedida
Do abandono da Mãe Terra
Da cegueira espiritual…
Agora precisamos voltar ao início
Caminhamos para o fim
Como vamos lidar com isso?
A resposta está dentro de nós
Está em nossa essência
Que do Todo veio
E ao Todo voltará ✨

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Camboriú SC Brasil

Um dos mistérios acerca de Stonehenge, construído há cerca de 4,5 mil anos onde hoje é a Inglaterra, é sua finalidade. Pesquisadores supõem que a estrutura circular de blocos gigantes de arenito (os sarsens) serviria para cultos e rituais; outra teoria é de que o monumento seria um calendário solar.
Mas não estava claro como esse calendário poderia funcionar. Agora, Timothy Darvill, professor de arqueologia da Universidade de Bournemouth (Inglaterra), analisou a disposição das pedras de Stonehenge e propôs uma solução em estudo publicado no periódico Antiquity.
O pesquisador explica que os sarsens de Stonehenge estão dispostos de três maneiras. Trinta deles formam o círculo principal do monumento. No centro, há cinco estruturas chamadas “trílitos”, organizadas em formato de “U”. São compostos por duas pedras posicionadas na vertical que sustentam uma terceira, na horizontal, em seu topo.
A hipótese de Darvill é que as trinta pedras principais representem, cada uma, um dia dentro de um mês – que seria composto por três semanas de dez dias. Sarsens diferentes, que se destacam no círculo, marcariam o início de cada semana.
Os cinco trílitos, por sua vez, representariam um mês intercalar de cinco dias – possivelmente dedicados a divindades locais. Some doze meses de trinta dias ao mês intercalar: eis os 365 dias de um ano.

Esquema da representação dos anos segundo a posição das pedras de Stonehenge.
Ainda assim, o calendário precisaria de ajustes para obedecer ao tempo que a Terra demora para dar uma volta completa em torno do Sol – aproximadamente 365,25 dias. No calendário gregoriano, por exemplo, resolvemos o problema adicionando um dia em fevereiro a cada quatro anos.
Os usuários do “calendário Stonehenge” também consideravam anos bissextos, segundo a proposta do novo estudo. Eles fariam isso a partir de quatro pedras localizadas fora do círculo, que ajudariam na contagem dos anos até a chegada daquele que deveria ter um dia a mais.
Ainda haveria um truque para evitar erros na contagem dos dias. Os solstícios de verão e inverno seriam indicados pelo mesmo par de pedras todos os anos, e um dos trilitos também enquadraria o solstício de inverno (e possivelmente o ano novo). Esse alinhamento ajudaria a calibrar o calendário, porque erros de contagem seriam fáceis de se detectar e corrigir, segundo o pesquisador.
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Um calendário com um mês intercalar de cinco dias pode parecer estranho, mas sistemas assim foram desenvolvidos na região do Mediterrâneo oriental e adotados no antigo Egito, por exemplo, por volta de 2,7 mil a.C. No calendário egípcio, esses cinco dias homenageavam deuses, sendo muito significativos religiosamente.
Darvill acredita que a semelhança pode ser fruto de intercâmbios culturais, possivelmente revelados por pesquisas futuras a partir de DNA antigo ou artefatos arqueológicos. Entretanto, pesquisadores que não participaram do estudo afirmam que as pessoas que construíram Stonehenge poderiam ter desenvolvido o sistema por cona própria.
O monumento, construído há cerca de 4,5 mil anos, poderia representar meses com semanas de 10 dias e indicar anos bissextos.
Pedras de Stonehenge podem ter sido parte de um calendário, diz estudo
publicado em superinteressante
Um conselho sábio e bem na hora certa,como de costume…
Professora Lúcia Helena Galvão,uma companhia sempre bem vinda!
Nova Acrópole aqui!

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Quando se quer
Tudo pode ser um raio de sol
Ou não
Depende de nós
Um afago,um aceno
Um olá mais demorado
Uma nuvem passageira
Uma folha levada ao acaso
A borboleta que invade a sala
A poça de lama que reflete o céu
Cotidianos ,lugar comum…
Te iluminam o dia
Ou não
A perspectiva é tua
Somente tua
É , não é simples
Mas prefiro olhar como um raio de sol
De sombras o mundo já está saturado
O baixo astral nunca desiste
É o papel dele
O nosso é transpor esse dia
E outro,outro,mais outro…
Corro o risco de ser
Otimista chata…
Lá vem a “Nova Era”…
Mas, convenhamos
Melhor assim,
Do que apostar no jogo do…
Já era!!!✨🌻

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A ação militar da Rússia está causando uma inquietação incomum nas lideranças do agronegócio brasileiro, especialmente naqueles setores que pensam estrategicamente ação do latifúndio agro-exportador. Ainda que as primeiras sinalizações sejam em torno do encarecimento do preço de fertilizantes, essas lideranças devem saber que existem coisas ainda mais graves fermentando enquanto as bombas caem em […]
Conflito na Ucrânia coloca agronegócio brasileiro em uma encruzilhada espinhosa
publicado em blog do pedlowski