Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem algum tipo de demência, sendo o Alzheimer o problema mais comum. A doença neurodegenerativa, conhecida por causar perda de memória e confusão, não tem cura. Por enquanto, há apenas tratamentos medicamentosos que controlam os sintomas por tempo limitado. 

Não foi por falta de tentativas. Grandes farmacêuticas tentam produzir remédios que interrompam a progressão da doença há décadas, mas nenhuma obteve sucesso. Agora, a história pode começar a mudar.

Howard L. Weiner, professor de neurologia na Escola de Medicina de Harvard e líder em pesquisas sobre o Alzheimer há quase 20 anos, se prepara para iniciar os testes clínicos de uma vacina em formato de spray nasal desenvolvida pelo seu grupo de estudo. O objetivo é prevenir ou retardar a progressão da doença. 

O ensaio clínico acontecerá em um hospital da Universidade Harvard, nos EUA, e deve analisar, principalmente, a segurança e a dose ideal do composto.

Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

publicado originalmente em superinteressante

Tombos…por Mágica Mistura

“Na maioria das vezes um tombo é uma oportunidade extraordinária de nos reavaliarmos e recomeçar a caminhada mais lúcidos e fortes. Por vezes é só um tombo mesmo, daí sacudimos a poeira, agradecemos a platéia, e vamos em frente para o próximo ato!”

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A natureza resiste…e isso nos dá esperança.

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Alma…por William Blake

“O homem não tem um corpo separado da alma. Aquilo que chamamos de corpo é a parte da alma que se distingue pelos seus cinco sentidos.”

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Possibilidades…por Mágica Mistura

“Que a dúvida me traga discernimento emocional, que a decepção me ensine que não sou dona de nada, que o choro que teima em molhar meu rosto, lave minh’alma e meu trajeto inteiro…e que no final das contas, me descubra humana, falha e plena de possibilidades.”

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Afinal, como se proteger da micose de unha?

Seja no inverno ou no verão, a micose é algo que preocupa a todos. Porém, a chegada da estação mais quente do ano traz também as condições ideais para o desenvolvimento dos fungos, tornando as infecções ainda mais frequentes. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, micose é uma infecção causada por fungos e que pode atingir a pele, as unhas e os cabelos.

A onicomicose (micose de unha) é um dos tipos mais frequentes. Nela, os fungos se alimentam da queratina, proteína que forma a maior parte das unhas. As dos pés são as mais afetadas, já que enfrentam ambientes úmidos, escuros e quentes mais facilmente do que as das mãos. Se não tratada, a unha se descola do leito e se torna mais espessa – também pode haver mudança em sua coloração e forma¹. Os fungos de uma unha infectada podem também se espalhar para meias e sapatos, infectando assim outras unhas e até a pele.

O verão está chegando e, com ele, as condições para o aparecimento de fungos nas unhas – causando a temida micose, que tem tratamento, mas possui prevenção

Afinal, como se proteger da micose de unha?

publicado originalmente em Veja saúde

Quase 50% dos brasileiros não doam sangue por medo ou falta de informação

Apenas 19% dos brasileiros doam sangue regularmente. Esse é um dos dados colhidos em um levantamento feito pela farmacêutica Abbott no início deste ano.

Os números servem de reflexão para o Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado hoje, que visa mobilizar mais pessoas nessa causa. Medo do processo ou simplesmente falta de informação são os principais impeditivos para que 48% dos brasileiros não tenham o costume de visitar hemocentros.

A pesquisa ouviu 1 052 homens e mulheres entre 16 e 54 anos de todas as regiões do Brasil.

Sem sangue, pacientes graves em hospitais e pessoas com doenças crônicas correm risco de morte.  “Não há substituto para o sangue. Na falta de estoque adequado, pacientes oncológicos têm seu tratamento adiado e cirurgias eletivas são canceladas ou adiadas para priorizarmos o atendimento de urgência, entre outras consequências”, afirma a médica Carlei Heckert Godinho, responsável pelo Hemocentro da Santa Casa de São Paulo.

O pior de tudo é que, segundo Carlei, é comum ver os bancos esvaziados. Se a situação já é naturalmente crítica, a pandemia piorou o cenário. De acordo com a pesquisa da Abbott, apenas 21% daqueles que doam afirmam ter mantido o hábito no período.

Comum no Brasil, falta de sangue nos bancos coloca a vida de muita gente em risco. Entenda como a doação funciona e o que acontece com o material coletado

Quase 50% dos brasileiros não doam sangue por medo ou falta de informação

publicado originalmente em Veja saúde

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Sabedoria e conhecimento nunca são demais.

Crescimento espiritual e evolução, começando agora…

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