Deus criou a Vida nessa dança circular Deus criou a Vida e a Vida gira sem parar
Pisa no chão, deixa a terra te curar Voe pelo Céu, sinta a Força de Oxalá Carregado de Amor, vem cumprindo sua missão Seguindo seu caminho e ajudando seu Irmão
No sopro do Vento, recorte no Tempo Os nossos extremos vão se encontrar! Caminho natural, caminho do Amor Livres pra poder sonhar!
Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar Gira Natureza nessa dança circular
Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar Gira Natureza na magia do Luar (2x)
Shiva Shambho, Shiva Shambho…
Nessa dança, baila Shiva Dança Shiva, Shiva Hare Om
Dança Shiva, Shiva Nataraja Baila Shiva, Shiva Hare Om
Transforme em cinzas todo meu sofrer Bebe do veneno que vem do meu Ego Eleve a minha mente ao puro Ser
Um dos mistérios acerca de Stonehenge, construído há cerca de 4,5 mil anos onde hoje é a Inglaterra, é sua finalidade. Pesquisadores supõem que a estrutura circular de blocos gigantes de arenito (os sarsens) serviria para cultos e rituais; outra teoria é de que o monumento seria um calendário solar.
Mas não estava claro como esse calendário poderia funcionar. Agora, Timothy Darvill, professor de arqueologia da Universidade de Bournemouth (Inglaterra), analisou a disposição das pedras de Stonehenge e propôs uma solução em estudo publicado no periódico Antiquity.
O pesquisador explica que os sarsens de Stonehenge estão dispostos de três maneiras. Trinta deles formam o círculo principal do monumento. No centro, há cinco estruturas chamadas “trílitos”, organizadas em formato de “U”. São compostos por duas pedras posicionadas na vertical que sustentam uma terceira, na horizontal, em seu topo.
A hipótese de Darvill é que as trinta pedras principais representem, cada uma, um dia dentro de um mês – que seria composto por três semanas de dez dias. Sarsens diferentes, que se destacam no círculo, marcariam o início de cada semana.
Os cinco trílitos, por sua vez, representariam um mês intercalar de cinco dias – possivelmente dedicados a divindades locais. Some doze meses de trinta dias ao mês intercalar: eis os 365 dias de um ano.
Esquema da representação dos anos segundo a posição das pedras de Stonehenge.
Ainda assim, o calendário precisaria de ajustes para obedecer ao tempo que a Terra demora para dar uma volta completa em torno do Sol – aproximadamente 365,25 dias. No calendário gregoriano, por exemplo, resolvemos o problema adicionando um dia em fevereiro a cada quatro anos.
Os usuários do “calendário Stonehenge” também consideravam anos bissextos, segundo a proposta do novo estudo. Eles fariam isso a partir de quatro pedras localizadas fora do círculo, que ajudariam na contagem dos anos até a chegada daquele que deveria ter um dia a mais.
Ainda haveria um truque para evitar erros na contagem dos dias. Os solstícios de verão e inverno seriam indicados pelo mesmo par de pedras todos os anos, e um dos trilitos também enquadraria o solstício de inverno (e possivelmente o ano novo). Esse alinhamento ajudaria a calibrar o calendário, porque erros de contagem seriam fáceis de se detectar e corrigir, segundo o pesquisador.
[abril-whatsapp][/abril-whatsapp]
Um calendário com um mês intercalar de cinco dias pode parecer estranho, mas sistemas assim foram desenvolvidos na região do Mediterrâneo oriental e adotados no antigo Egito, por exemplo, por volta de 2,7 mil a.C. No calendário egípcio, esses cinco dias homenageavam deuses, sendo muito significativos religiosamente.
Darvill acredita que a semelhança pode ser fruto de intercâmbios culturais, possivelmente revelados por pesquisas futuras a partir de DNA antigo ou artefatos arqueológicos. Entretanto, pesquisadores que não participaram do estudo afirmam que as pessoas que construíram Stonehenge poderiam ter desenvolvido o sistema por cona própria.
O monumento, construído há cerca de 4,5 mil anos, poderia representar meses com semanas de 10 dias e indicar anos bissextos.
“Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha sub-reptícia. Entre duas notas de música existe uma nota, entre dois fatos existe um fato, entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir – nos interstícios da matéria primordial está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio.”