Aquecimento global e miopia: estudo alerta para perda de biodiversidade em hotspots e suas consequências negativas

Os leopardos da neve vivem nas altas montanhas – aqui no Pamir. Quando fica mais quente, eles geralmente não conseguem se mover mais alto. Foto: dpa / Igor Kovalenko / epa

Os botos-vaquita no Golfo da Califórnia, os lêmures em Madagascar, os elefantes da floresta na África Central e os leopardos das neves no Himalaia, todos […]

Aquecimento global e miopia: estudo alerta para perda de biodiversidade em hotspots e suas consequências negativas

publicado originalmente em blog do pedlowski

Mágicas Imagens ✨✨

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Assista a “Organizador de motociata é pastor bebum, coach e inimigo do Dória | Galãs Feios” no YouTube

Na esteira do tosco e bizarro…ah,da hipocrisia também 😌

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Assista a “NATALIA PASTERNAK E CLÁUDIO MAIEROVITCH NA CPI: UM RESUMO” no YouTube

Então…o que falta mais para provar a irresponsabilidade do desgoverno na pandemia de Covid19 ?

Desenhar,talvez …?!

Vamos lá,de novo …

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Cientistas confirmam o mecanismo por trás das auroras boreais pela primeira vez

As auroras são um fenômeno luminoso que acontece nas camadas mais elevadas da atmosfera – de 400 a 800 quilômetros de altura – e é observado principalmente nas regiões mais próximas aos polos do planeta. A origem desse fenômeno que fascina as pessoas é teorizada por cientistas há muito tempo, mas nunca pôde ser comprovada. Até agora.

Em estudo recente, físicos relatam evidências definitivas de como o fenômeno luminoso acontece após replicar mecanismo de aceleração de partículas em laboratório

Cientistas confirmam o mecanismo por trás das auroras boreais pela primeira vez

publicado originalmente em superinteressante

Livro da semana: “Humanos: uma breve história de como f*demos com tudo”, de Tom Phillips

Caso o título não fale por si só, adiantamos que este não é o livro mais indicado para quem não gosta de palavrão. Ao longo de 190 páginas – que passam rápido feito uma série maratonada na Netflix –, o jornalista Tom Phillips, diretor editorial do Buzzfeed em Londres, faz um rasante sobre a história da civilização, pinçando casos em que seres humanos de todas as etnias, classes e credos se mostraram pródigos em fazer m*rda.

Um compêndio épico (e cômico) de situações em que a humanidade fez tudo errado – o que é, claro, quase sempre.

Livro da semana: “Humanos: uma breve história de como f*demos com tudo”, de Tom Phillips

publicado originalmente em superinteressante

Vida …por Khalil Gibran

“Numa só semente de trigo há mais vida do que num montão de feno.”

✨Khalil Gibran

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Assista a “Renato Russo – La Solitudine” no YouTube

🌹La Solitudine

Marco se n’è andato e non ritorna più
Il treno delle sette e trenta senza lui
È un cuore di metallo senza l’anima
Nel freddo del mattino grigio di città

A scuola il banco è vuoto, Marco è dentro me
È dolce il suo respiro fra i pensieri miei
Distanze enormi sembrano dividerci
Ma il cuore batte forte dentro me

Chissà se tu mi penserai
Se con i tuoi non parli mai
Se ti nascondi come me
Sfuggi gli sguardi e te ne stai

Rinchiuso in camera e non vuoi mangiare
Stringi forte al te il cuscino e
Piangi e non lo sai
Quanto altro male ti farà la solitudine…

Marco nel mio diario ho una fotografia
Hai gli occhi di bambino un poco timido
La stringo forte al cuore e sento che ci sei
Fra i compiti d’inglese e matematica

Tuo padre e i suoi consigli che monotonia
Lui con il suo lavoro ti ha portato via
Di certo il tuo parere non l’ha chiesto mai
Ha detto: “un giorno tu mi capirai…”

Chissà se tu mi penserai
Se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me
Ma non è facile lo sai

A scuola non ne posso più
E i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee
Si affollano su te

Non è possibile dividere
La vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio
Ma illuderti non so

La solitudine fra noi
Questo silenzio dentro me
È l’inquietudine di vivere
La vita senza te

Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere
La storia di noi due

La solitudine fra noi
Questo silenzio dentro me
È l’inquietudine di vivere
La vita senza te

Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere
La storia di noi due
La solitudine…

🌹Fonte: Musixmatch

Compositores: Federico Cavalli / Pietro Cremonesi / Arcangelo Valsiglo

Letra de La Solitudine © Cappuccino Ed. Musicali S.n.c., Universal Music Italia Srl., Fonit Cetra Music Publishing Srl, Blue Team Music Ed. Musicali Srl.

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Médicos elegem avanços do ano no maior congresso sobre câncer do mundo

Todo ano, a Sociedade Americana de Oncologia Clínica traz um panteão de descobertas e inovações na prevenção, no diagnóstico e no tratamento do câncer em sua conferência ASCO Anual Meeting. Considerado o maior evento médico da área no planeta, o congresso teve sua segunda edição exclusivamente virtual devido à pandemia da Covid-19.

O tema do encontro em 2021 foi “Fazer o melhor pelos pacientes que cuidamos”. Além de debater tendências e divulgar pesquisas inéditas, a conferência buscou abordar a necessidade de oferecer a melhor abordagem terapêutica ao paciente independentemente de sua condição e de onde ele está — questão que remete aos desafios do acesso a uma medicina de qualidade.

Convidamos especialistas da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo a escolher os principais destaques da oncologia na conferência da ASCO em 2021

Médicos elegem avanços do ano no maior congresso sobre câncer do mundo

publicado originalmente em Veja

« A Fumaça de OURO das Epidemias – Os garimpeiros tornaram-se muitos na nossa floresta, destruindo as cabeceiras do rio e matando-nos com as suas doenças »

foto: « Yanomami: transformação xamânica » – Barbara Crane Navarro « Os garimpeiros se tornaram muito numerosos em nossas terras altas da floresta, destruindo as nascentes do rio e matando seus habitantes com suas doenças. Os mineiros de ouro são comedores de terra, seres malignos! Sua mente está vazia e eles estão cheios de fumaça epidêmica! Devemos evitar […]

« A Fumaça de OURO das Epidemias – Os garimpeiros tornaram-se muitos na nossa floresta, destruindo as cabeceiras do rio e matando-nos com as suas doenças »

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro