Fábula …por Mágica Mistura

Era uma vez…

Uma vontade infinita de viver

De voar feito gaivota

Bater asas feito borboleta

Virar joaninha por um dia inteiro

Depois em um redemoinho

Ser um caracol solto no canteiro

Era uma vez um coelho xadrez

Livre,leve e solto

Pequeno e feliz da vida ,

Ou talvez um cabritinho

Pulando e subindo a colina

Era uma vez um lugar

Onde as estações se alternam

Em um dança tão natural

Se beijam,se mesclam

O chocolate é mais cremoso

Tudo muito saboroso

Nunca erra-se no sal …

Ali as árvores cantam afinadas

A grama dança com elas

As abelhas e aranhas tecem juntas

Uma tela colorida

Que enche os olhos, é bela

Era uma vez um rincão

Cheio de paz e fartura

Onde não há diferenças…

… indiferença, imposição de crenças

A busca diária é a verdade

O amor, fraternidade

Voltar a ser natureza, despertar

Preservar a unidade …

Esta maravilha existe

É nosso “paraíso perdido”

Está em nós esperando

E , apesar dos pesares

Em nosso espírito imortal

Ele prospera e insiste 🧚✨

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Epitáfio…por Cora Coralina

“Morta… serei árvore,
serei tronco, serei fronde
e minhas raízes
enlaçadas às pedras de meu berço
são as cordas que brotam de uma lira.

Enfeitei de folhas verdes
a pedra de meu túmulo
num simbolismo
de vida vegetal.

Não morre aquele
que deixou na terra
a melodia de seu cântico
na música de seus versos.”

🌲Cora Coralina

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Simplesmente Magníficos…por Mágica

“Disse o Mestre Jesus: olhai os lírios do campo e os pássaros do céu … Cristo,como sempre, têm razão. Eles não têm a preocupação de vestir-se, juntar dinheiro ou de ser melhores do que os outros…eles são o que são: magníficos em sua simplicidade.”

Mágica Mistura

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Expedito, o santo das causas urgentes – e que nunca existiu

Quando se trata da narrativa da vida dos santos, o termo correto é hagiografia (hagios, “santo”; graphía, “escrever”). Essas histórias, geralmente bastante elogiosas aos biografados, vêm sendo registradas desde o cristianismo primitivo, mas ficaram populares mesmo durante a Idade Média, quando a Igreja Católica e os autores religiosos se tornaram especialmente criativos. Foi quando povoaram o imaginário popular com os santos mais improváveis. 

Santo Expedito, celebrado no dia 19 de abril, está na lista dos que não devem jamais ter existido. Tanto que o próprio Vaticano o excluiu de seu calendário oficial durante o concílio realizado entre 1962 e 1965.

Celebrado em 19 de abril, virou padroeiro dos procrastinadores. Mas a devoção a ele é fruto do engano de um convento francês.

Expedito, o santo das causas urgentes – e que nunca existiu

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Assista a “Chandra Lacombe – Ganesha Puja” no YouTube

Um bálsamo para os ouvidos e a alma…

É só relaxar, agradecer e sentir as energias renovadas.

🌷 HARIBOL!

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Tavares RS Brasil

Sintonize …por Mágica Mistura

Vamos ser plenos

Venha ser todo, inteiro

Se entregue,se sinta,se queira

Descomplique , tire a venda

Enxergue a ti , aquele,o outro

Sintonize a partícula em comum

Busque fundo e lá está

Intrínseco,palpitante, presente

Teu Eu … sublime , latente

Incrível na aventura da vida

Frente ao mar da eternidade

Alegre-se ,respire fundo e mergulhe

Porque ali,na tua intimidade

Nasce ,vive e cresce teu Universo

E tu, só tu…o conheces de verdade

Seja em forma de poema

Verso , poesia ou prosa …

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Canção do dia de sempre…por Mario Quintana

“Tão bom viver dia a dia…
A vida assim, jamais cansa…

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu…

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência… esperança…

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas…”

🌷Mario Quintana

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Por que artistas medievais desenhavam coelhos assassinos?

Esqueça o coelhinho da Páscoa. Deixe de lado a fofura vinda de olhos brilhantes e rabo de pompom. Agora, coloque um machado ensanguentado nas mãos do seu coelho imaginário. Pronto, você está próximo de uma representação medieval desse animal.

A versão assassina dos coelhos não é tão incomum para quem já assistiu a Monty Python e o Cálice Sagrado (1975). Uma cena do filme retrata, justamente, um coelho raivoso impedindo que Rei Arthur e seus cavaleiros entrem na caverna de Caerbannog – o que resulta na morte de três personagens:

Pode parecer uma situação ridícula, mas tem um pé na realidade: coelhos assassinos eram mesmo parte da cultura medieval. Eles aparecem em ilustrações de manuscritos dos séculos 13 e 15, que eram copiados por monges antes da invenção da prensa, que permitiu a impressão em massa de livros.

Coelhos com espadas, machados ou arcos lutavam contra (e até matavam) pessoas e cachorros em ilustrações de manuscritos do período. Entenda.

Por que artistas medievais desenhavam coelhos assassinos?

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Lagoa do Peixe Tavares RS Brasil