Deus criou a Vida nessa dança circular Deus criou a Vida e a Vida gira sem parar
Pisa no chão, deixa a terra te curar Voe pelo Céu, sinta a Força de Oxalá Carregado de Amor, vem cumprindo sua missão Seguindo seu caminho e ajudando seu Irmão
No sopro do Vento, recorte no Tempo Os nossos extremos vão se encontrar! Caminho natural, caminho do Amor Livres pra poder sonhar!
Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar Gira Natureza nessa dança circular
Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar Gira Natureza na magia do Luar (2x)
Shiva Shambho, Shiva Shambho…
Nessa dança, baila Shiva Dança Shiva, Shiva Hare Om
Dança Shiva, Shiva Nataraja Baila Shiva, Shiva Hare Om
Transforme em cinzas todo meu sofrer Bebe do veneno que vem do meu Ego Eleve a minha mente ao puro Ser
“Uma Nova Era se descortina : descobertas, inovações, revelações…a vida e o mundo evoluem, é a lei natural e imutável do Universo. Navegue neste oceano, mas agregue conhecimento e profundidade à tua existência.”
“Todos nós, à medida que envelhecemos, podemos sofrer de artrose. A não ser, é claro, que você seja o Benjamin Button.” Quem diz isso, em tom de brincadeira, é o cirurgião ortopédico Marcos Cortelazo, da Rede D’Or São Luiz, em São Paulo. E faz todo o sentido! Escrito pelo americano F. Scott Fitzgerald (1896-1940), O Curioso Caso de Benjamin Button narra a história de um sujeito que nasce com 70 e poucos anos, cheio de rugas e cabelos brancos, e, a cada aniversário, fica um ano mais jovem. “Não sou tão velho quanto pareço”, repete o personagem, vivido por Brad Pitt na adaptação para o cinema. Artrose não é doença de velho — muito jogador de futebol e ginasta olímpico, entre outros atletas, encerraram a carreira por desgastes nos joelhos ou nos quadris —, mas, na maioria das vezes, é um processo lento e degenerativo que atinge as articulações com o avançar da idade. Começa por volta dos 50 anos e tende a se agravar após os 65 — dessa faixa em diante, 85% da população apresenta queixas. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a artrose, que os médicos preferem chamar de osteoartrite, afeta cerca de 12 milhões de brasileiros. Metade deles nem sabe que tem a condição, às vezes assintomática e tantas vezes motivo de dor, inchaço e deformidade nas juntas. +Leia Também: Dor, artrose, fratura: Doenças reumatológicas limitam a vida da mulher Quanto mais avançado o caso, mais comprometida fica a qualidade de vida — inclusive com restrição de movimentos e perda da autonomia. A pandemianão deixou de emperrar as coisas por aqui. Segundo pesquisa britânica com pessoas à espera de uma cirurgia para artrose de joelho, o índice de bem-estar delas piorou dramaticamente com as mudanças impostas pelo coronavírus. Enquanto isso, segundo uma análise brasileira de antes e depois da Covid-19, o número de artroplastias totais de joelho — procedimento em que a articulação é substituída por uma prótese — despencou mais de 60% no SUS. “Não houve um aumento no número de pessoas com artrose no período, mas muitos pacientes, em sua maioria idosos, deixaram de ir ao médico ou de fazer fisioterapia durante o isolamento social. Aí a doença descompensou”, analisa o reumatologista Ricardo Fuller, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador da Comissão de Osteoartrite da SBR. +Leia Também: Coma fibras para aplacar a artrose E outros dois fatores de risco para o desgaste articular se aproveitaram da situação: o sedentarismoe o ganho de peso. Tanto o esforço excessivo ou repetitivo como a falta de movimentação contribuem para as juntas chiarem. Embora não seja uma doença genética, a artrose ocorre mais em pessoas de uma mesma família e estorva principalmente o sexo feminino — na proporção de seis mulheres para quatro homens. De acordo com o reumatologista Fernando Henrique de Souza, do Hospital 9 de Julho, na capital paulista, aquelas acima de 50 anos e na menopausa são as que mais sofrem. E isso tem a ver com o fim da produção de hormônios como o estrogênio.
Conheça os termos mais usados quando se fala de juntas.[/caption] Toda e qualquer articulação, informam os médicos, está sujeita ao desgaste com o passar dos anos. São mais de 200 espalhadas pelo corpo — dos pés à cabeça, literalmente. Elas conectam um osso a outro (por vezes, vários deles) e permitem que o esqueleto se mexa. Qualquer movimento que você faz, do mais singelo ao mais sofisticado, recruta um sem-número de ossos, músculos, ligamentos, tendões e outras peças da articulação. As regiões mais vulneráveis são aquelas que aguentam carga, incluindo a do próprio corpo.
Quase metade das pessoas que consultam o médico por incômodos nas juntas têm esse desgaste na articulação que causa dores e limita os movimentos. Entenda:
“Um pouco de preguiça, contemplação e auto-cuidado podem valer muito mais que horas, dias e vidas de correria , pressa e preocupação sem ao menos saber o porquê. Priorize teu bem estar, teu bom humor e tua leveza de espírito. Respeite seu tempo e seu momento na vida.”