“Aqui mora a fé, a sublime qualidade dos que jamais deixarão de acreditar na força superior do bem.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Aqui mora a fé, a sublime qualidade dos que jamais deixarão de acreditar na força superior do bem.”

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imagens da Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil
Luz dourada…
Fim de tarde
Ventinho de inverno
Folhas que caem
Passa uma nuvem clara e fofa
Entrevejo uma nesga de céu
…um puro tom de azul
A areia branca e solta ,
Uma ave aqui, acolá …
Suavemente melódico
Sutilmente nostálgico
Uma rede balança preguiçosa
E o sol,mergulhado em cor
Torna o entardecer recém chegado
Uma cena inesquecível
A inspiração chega junto ,
E pousa com os pássaros …
Ah,esse barulho da lagoa
Da água que vem e que vai
Leva tristeza, traz harmonia
Que banha e se espalha
Pela praia, pela areia
Pelo meu espírito,meu coração
A vontade é sair voando
E encontrar pelo caminho
A musa do meu céu
A mais linda lua cheia 😍

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Professor Laércio Fonseca em uma interessante palestra sobre a definição de “pirâmide” na álgebra.
Vamos lá… atenção!

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🌹O Bêbado e a Equilibrista…
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona de um bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel
E nuvens lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas
Que sufoco
Louco
O bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil
Pra noite do Brasil
Meu Brasil
Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu
Num rabo de foguete
Chora
A nossa Pátria mãe gentil
Choram Marias e Clarisses
No solo do Brasil
Mas sei que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente
A esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha
Pode se machucar
Azar
A esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista
Tem que continuar
🌹Fonte: LyricFind
Compositores: Joao Bosco De Freitas Mucci / Aldir Blanc Mendes
Letra de O bêbado e a equilibrista © Universal Music Publishing Group

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“Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira.”

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As cicadáceas sobreviveram a duas extinções em massa e serviam de alimento para dinossauros. Descoberta pode ajudar a entender sua evolução até hoje.
Recentemente, uma pesquisa publicada na revista Review of Paleobotany and Palynology revelou a descoberta do fóssil de uma planta de 280 milhões de anos atrás – muito anterior aos primeiros dinossauros. Ela viveu em uma região do antigo supercontinente Gondwana onde, hoje, localiza-se a Bacia do Paraná.
Fóssil de planta de 280 milhões de anos é identificado no Brasil
publicado originalmente em superinteressante
Valores trocados
Prioridades sem nexo
Liderança ao acaso
Tudo de cabeça pra baixo
O veneno e a mentira correm soltos
Assim como os troncos de árvores centenárias
Descem o rio aos milhares …
Chora a Mãe Terra,choro eu
Chora quem ama o verde que há
E a boiada passa,e o chão arde.
Os irmãos da floresta perseguidos
Seus pequeninos mortos ;
Símbolos do eterno martírio dos fracos .
Fardados mentirosos pisam na moral
Subestimam nossa inteligência
Mas,quem se importa?
Tempos modernos, velhos calhordas
Assassinos arrogantes,que se garantem
Empoderados na sua impunidade
Genocídio em andamento,
Mas,quem quer saber ?
Não disse, não falou
Não mentiu, não matou
Nossos nervos postos a prova
Estômagos revirados
Nossa esperança desgastada
E lá vamos, mais um dia …
…nessa realidade torta!
Ainda creio, tenho fé
Porque,assim com eu
Muita gente ainda ,
Acredita na justiça
Quer saber,e se importa!

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Embora a agricultura de subsistência e a exploração madeireira ainda contribuam para o desmatamento, a expansão da agricultura em escala comercial é agora reconhecida como de longe o maior impulsionadora do desmatamento em todo o mundo e, portanto, também das emissões de gases de efeito estufa decorrentes da mudança no uso da terra. Agricultura comercial […] […]
Estudo mostra intensa participação da agricultura corporativa no desmatamento ilegal das florestas tropicais —
publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro