A mídia corporativa brasileira está mais uma vez “passando o pano” para um caso gravíssimo ocorrido na Terra Indígena Yanomami causando a morte de duas crianças da comunidade Macuxi Yano, região do Parima, que brincavam próximo a uma balsa de garimpo ilegalmente instalada no rio. As duas crianças, de idades de 5 e 7 anos, […]
*A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo…”
A maior parte do oxigênio da atmosfera, entre 50% e 80%, vem dos oceanos, onde ele é produzido pelo plâncton marinho. Não da Amazônia. Mas a floresta absorvia uma quantidade importante de CO2, ajudando a regular a temperatura global. Porém, recentemente veio a má notícia: a Amazônia não cumpre mais esse papel e, em muitos lugares, sobretudo na borda sudeste da floresta, ela já emite mais CO2 do que absorve.
Essa é a conclusão de um estudo (1) liderado pela pesquisadora Luciana Gatti, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e publicado na revista Nature. A equipe realizou 590 sobrevoos, medindo concentrações de CO2 e CO em quatro regiões da Amazônia, entre 2010 e 2018. E constatou que a floresta, ao menos em algumas regiões, já “virou o sinal” – de sorvedouro passou a ser emissora de carbono.
Em parte, não é difícil entender como isso acontece. A Amazônia inteira tem cerca de 123 bilhões de toneladas de carbono fixado em sua biomassa, no solo e no subsolo. Um jeito rápido de devolver tudo isso à atmosfera, de uma vez, é queimando. O desmatamento, portanto, cumpre um papel de destaque. Quando as árvores são derrubadas, a preparação do terreno para uso futuro (em geral para pasto ou agricultura) envolve queimar a área.
E o que deixa tudo mais preocupante é que as medições colhidas pelo grupo foram feitas entre 2010 e 2018, período em que o desmatamento não estava tão descontrolado quanto agora (naquela época, ele ficava ao redor de 7.000 km2 anuais, antes de explodir para mais de 10.000 km2 anuais em 2019 e 2020).
Isso está acontecendo devido ao desmatamento e às mudanças climáticas. E pode piorar.
Sim. Muitos animais preferem uma ou outra pata, e você pode testar seu gato ou cachorro observando qual membro eles usam para cutucar aqueles brinquedinhos que escondem um pedaço de ração.
Ao contrário da maioria destra de humanos e chimpanzés, cães e bichanos parecem ser canhotos e destros com a mesma frequência – e cangurus, ao que tudo indica, são quase todos canhotos.
(A título de comparação, só 10% da população mundial é canhota.)
Esse fenômeno, chamado de lateralização, provavelmente é um subproduto da divisão de tarefas entre os dois hemisférios do cérebro, mas os biólogos ainda não sabem o que exatamente explica as preferências observadas em cada espécie.
Pergunta de Gustavo Zambon, Piracicaba, SP
Hora de descobrir com qual pata o seu pet escrev… Quer dizer, tem mais facilidade.
A tarde já se despedia, e a névoa que começava a se formar, transformava a praia em um cenário entre o idílico e o sinistro. Confesso a vocês que sou extremamente apaixonada pela lagoa, e no entardecer ela toma tons de cobre, âmbar e magia , que já, já entenderão de onde vêm.
A construção se destaca não só pela imponente altura, mas sobretudo pela aura de expectativa misteriosa que permeia tudo aquilo que nos é desconhecido. O velho Farol está ali há uns mil e duzentos anos, brincadeirinha…creio que em torno de cento e cinquenta anos, alguma coisa assim. Já faz muito tempo, as pessoas do vilarejo evitam passar por ali a noite. Coisa de matuto, suburbano, gente ignorante… só que não. O povo dali têm tido provas contundentes de que este lugar, é digamos assim, um tanto quanto inóspito. Corre a boca pequena que o faroleiro ainda se esgueira pelas imediações, levando consigo para as profundezas da lagoa quem ouse se aventurar por ali…
Mas, isso é só uma lenda, nada para se levar a sério. A menos que você seja um forasteiro enxerido que se perdeu em uma noite de tempestade e veio dar por estas bandas. Daí já não garanto mais nada.
E é assim que inicia a trajetória de um desses aventureiros, sedento de trilhas, areia e lama. Vamos chama-lo de Lionel, e partir da premissa de que viaja sozinho, indo ao encontro de um grupo de amigos, que estão vindo de uma outra trilha. A noite já se avizinha quando Lionel resolveu que era hora de uma parada estratégica para um lanche e uma esticada de pernas, o velho farol parecia o lugar ideal para uma pausa e com certeza lindas fotos do pôr do sol.
Ele dá uma olhada no celular, que continua sem sinal. Paciência, é um risco banal para quem prefere o off road. Do lado direito da construção ele encontra um local conveniente para estacionar o jipe, e assim o faz, ansioso por um lanchinho. Mais ao fundo , alguém ou algo o observa, porém ele não se dá conta…
Todos os anos, aparecem milhares de pássaros mortos nas praias do Atlântico Norte. Isso é consequência da temporada de ciclones, que ocorre durante o inverno nessa região.
Mas um novo estudo descobriu que os animais não são diretamente atingidos pelos ciclones em si; eles morrem de desnutrição, porque não conseguem voar nem mergulhar na água (devido aos fortes ventos e ao mar revolto).
Foi o que constatou uma equipe de cientistas de vários países, que colocaram localizadores em mais de 1.500 pássaros de cinco espécies e acompanharam o movimento deles durante o inverno (1), comparando seus deslocamentos com a trajetória dos ciclones.
Fonte 1. North Atlantic winter cyclones starve seabirds. M Clairbaus e outros, 2021.
Aves não são diretamente atingidas pelo fenômeno, mas ficam impedidas de voar e mergulhar para buscar alimento
Um mundo desigual onde o lixo de uns é o sustento de outros…nada de surpresa…agora além de sobrecarregar seu próprio país, o primeiro mundo quer acabar ( ainda mais) com os menos favorecidos.
Uma interessante reportagem da BBC NEWS, relevante como sempre!