Mineradores clandestinos ouvidos pela reportagem do Brasil de Fato ajudam a explicar proliferação da atividade que preda população ribeirinha. A nova “corrida do ouro” que atraiu os olhares para o município de Autazes (AM) na última semana está longe de ser um fato isolado. Ao contrário, é um sintoma da crescente dependência econômica provocada pela… Como […] […]
Um grande elenco de pesquisas já comprovou que a prática de atividade física eleva a qualidade e a expectativa de vida. Mas, em busca dos detalhes biológicos desses benefícios, cientistas da Universidade do Sul da Dinamarca foram olhar o que acontece no interior das células quando praticamos regularmente esportes como futebol e handebol.
E descobriram que o hábito interfere tanto no comprimento dos telômeros — as extremidades dos cromossomos, os pacotes que carregam os genes — quanto na função da mitocôndria, a usina de energia das células. Esse é o primeiro estudo do planeta a investigar esses efeitos, e, para tanto, os experts examinaram 129 mulheres saudáveis que praticavam esportes coletivos.
Voltando à bioquímica das coisas, sabe-se que os telômeros diminuem com o passar do tempo, o que atrapalha a renovação celular e acelera o envelhecimento e a exposição a doenças. Segundo Marie Hagman, uma das autoras do trabalho, as jogadoras de futebol acompanhadas tinham os telômeros 23% mais longos que os do grupo controle.
Em paralelo, a mitocôndria, a bateria da célula, também fica com a capacidade reduzida com o avançar da idade. Telômeros preservados e mitocôndrias carregadas estariam, assim, na base de uma longevidade saudável. Ponto para os esportes!
Estudo aponta que efeitos de modalidades como futebol são visíveis até dentro das células
O tratamento experimental eliminou o tumor em 77,3% dos participantes e, nos demais casos, a doença voltou com menor intensidade. Os voluntários têm sido acompanhados já há dois anos e, até agora, ninguém morreu ou precisou retirar a bexiga. A investigação conta com apoio da Fapesp.
“Trata-se de um imunoterápico totalmente desenvolvido em uma universidade pública brasileira e cuja patente é 100% de seus inventores – algo disruptivo e inédito no país. Isso abre a possibilidade de negociação com grandes companhias farmacêuticas, que poderão nos ajudar a colocar o produto no mercado”, diz Wagner José Fávaro, professor do Instituto de Biologia da Unicamp e inventor do fármaco ao lado de Nelson Duran, seu colega de departamento.
Voluntários tratados com imunoterápico, desenvolvido na Unicamp, são acompanhados há dois anos e, até agora, ninguém morreu ou precisou retirar a bexiga
“Hoje será diferente de tudo que você já viveu! Perceba os sinais, equilibre suas emoções e expectativas…sem dúvida o Universo lhe responderá com dádivas maravilhosas.”
Conhecimento, questionamento e sabedoria. Na busca da evolução todo caminho do Amor e do Bem , todas ferramentas para autoconhecimento, são muito bem-vindas.
Três em cada dez brasileiros acreditam que a dermatite atópica é contagiosa. Mais de 30% acham que pessoas com lesões visíveis na pele não devem usar o transporte público nem sair de casa. 47% acreditam que a doença é causada por maus hábitos de higiene, mas nada disso é verdade.
Parece surreal, mas esse foi o resultado de uma nova pesquisa feita pelo Datafolha a pedido da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) acerca da percepção dos brasileiros sobre a dermatite atópica, doença de pele crônica caracterizada por ressecamento, lesões avermelhadas e coceira intensa.
“Precisamos de políticas de esclarecimento para a população e iniciativas para o melhor controle da doença, como a capacitação de médicos da família para identificá-la. Muitas vezes, o problema nem é diagnosticado”, afirma o dermatologista Heitor de Sá Gonçalves, vice-presidente da SBD.
Pesquisa escancara falta de conhecimento sobre uma doença comum de pele