Como o garimpo ilegal dominou o Rio Madeira e por que é tão difícil acabar com ele

Mineradores clandestinos ouvidos pela reportagem do Brasil de Fato ajudam a explicar proliferação da atividade que preda população ribeirinha. A nova “corrida do ouro” que atraiu os olhares para o município de Autazes (AM) na última semana está longe de ser um fato isolado. Ao contrário, é um sintoma da crescente dependência econômica provocada pela… Como […] […]

Como o garimpo ilegal dominou o Rio Madeira e por que é tão difícil acabar com ele — Antropofagista — Barbara Crane Navarro

republicado de tinylife

Conselho…por Khalil Gibran

“Anda, parar é covardia e olhar para a cidade do passado é ignorância.”

🍀Khalil Gibran

imagens do Pinterest

Faça um esporte e envelheça bem melhor

Um grande elenco de pesquisas já comprovou que a prática de atividade física eleva a qualidade e a expectativa de vida. Mas, em busca dos detalhes biológicos desses benefícios, cientistas da Universidade do Sul da Dinamarca foram olhar o que acontece no interior das células quando praticamos regularmente esportes como futebol e handebol.

E descobriram que o hábito interfere tanto no comprimento dos telômeros — as extremidades dos cromossomos, os pacotes que carregam os genes — quanto na função da mitocôndria, a usina de energia das células. Esse é o primeiro estudo do planeta a investigar esses efeitos, e, para tanto, os experts examinaram 129 mulheres saudáveis que praticavam esportes coletivos.

Voltando à bioquímica das coisas, sabe-se que os telômeros diminuem com o passar do tempo, o que atrapalha a renovação celular e acelera o envelhecimento e a exposição a doenças. Segundo Marie Hagman, uma das autoras do trabalho, as jogadoras de futebol acompanhadas tinham os telômeros 23% mais longos que os do grupo controle.

Em paralelo, a mitocôndria, a bateria da célula, também fica com a capacidade reduzida com o avançar da idade. Telômeros preservados e mitocôndrias carregadas estariam, assim, na base de uma longevidade saudável. Ponto para os esportes!

Estudo aponta que efeitos de modalidades como futebol são visíveis até dentro das células

Faça um esporte e envelheça bem melhor

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “DESCOBRIRAM ALGO CHOCANTE ABAIXO DAS PIRÂMIDES E NA ESFINGE” no YouTube

Mera curiosidade ou segredos antigos vindo à tona?

Verdade Mundial por aqui!

imagens do Pinterest

Assista a “Qual a essência da sabedoria? | Jornada da Quarentena ep 33 | Monja Coen” no YouTube

Não deixo ninguém ficar com saudades, essa linda está sempre por aqui…

Monja Coen 💖

imagens do Pinterest

Remédio criado no Brasil mostra bons resultados contra o câncer de bexiga

Um medicamento desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e recentemente patenteado nos Estados Unidos tem se mostrado promissor no tratamento do câncer de bexiga. Resultados de um ensaio clínico que envolveu 44 pacientes com um quadro avançado da doença foram apresentados no 22º Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica.

O tratamento experimental eliminou o tumor em 77,3% dos participantes e, nos demais casos, a doença voltou com menor intensidade. Os voluntários têm sido acompanhados já há dois anos e, até agora, ninguém morreu ou precisou retirar a bexiga. A investigação conta com apoio da Fapesp.

“Trata-se de um imunoterápico totalmente desenvolvido em uma universidade pública brasileira e cuja patente é 100% de seus inventores – algo disruptivo e inédito no país. Isso abre a possibilidade de negociação com grandes companhias farmacêuticas, que poderão nos ajudar a colocar o produto no mercado”, diz Wagner José Fávaro, professor do Instituto de Biologia da Unicamp e inventor do fármaco ao lado de Nelson Duran, seu colega de departamento.

Voluntários tratados com imunoterápico, desenvolvido na Unicamp, são acompanhados há dois anos e, até agora, ninguém morreu ou precisou retirar a bexiga

Remédio criado no Brasil mostra bons resultados contra o câncer de bexiga

publicado originalmente em Veja saúde

Hoje …por Mágica Mistura

“Hoje será diferente de tudo que você já viveu! Perceba os sinais, equilibre suas emoções e expectativas…sem dúvida o Universo lhe responderá com dádivas maravilhosas.”

Mágica Mistura

imagens do Pinterest

Assista a “VOCÊ NÃO PRECISA MAIS COMPRAR CREAM CHEESE PRA FAZER UMA CHEESECAKE CREMOSA! FÁCIL! -Isamara Amâncio” no YouTube

Delícia das delícias 😋

Pode preparar o cafezinho que essa cheesecake é divina!

Isamara Amâncio aqui!

imagens do WordPress

Assista a “BUSCA DA VISÃO – NÍVEIS PREJUDICIAIS DA VIBRAÇÃO HUMANA” no YouTube

Conhecimento, questionamento e sabedoria. Na busca da evolução todo caminho do Amor e do Bem , todas ferramentas para autoconhecimento, são muito bem-vindas.

Irmandade Polimata aqui!

imagens do Pinterest

Dermatite atópica ainda gera estigmas

Três em cada dez brasileiros acreditam que a dermatite atópica é contagiosa. Mais de 30% acham que pessoas com lesões visíveis na pele não devem usar o transporte público nem sair de casa. 47% acreditam que a doença é causada por maus hábitos de higiene, mas nada disso é verdade.

Parece surreal, mas esse foi o resultado de uma nova pesquisa feita pelo Datafolha a pedido da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) acerca da percepção dos brasileiros sobre a dermatite atópica, doença de pele crônica caracterizada por ressecamento, lesões avermelhadas e coceira intensa.

“Precisamos de políticas de esclarecimento para a população e iniciativas para o melhor controle da doença, como a capacitação de médicos da família para identificá-la. Muitas vezes, o problema nem é diagnosticado”, afirma o dermatologista Heitor de Sá Gonçalves, vice-presidente da SBD.

Pesquisa escancara falta de conhecimento sobre uma doença comum de pele

Dermatite atópica ainda gera estigmas

publicado originalmente em Veja saúde