Um rascunho oculto sob a grossa camada de tinta de Ronda Noturna, famoso quadro de Rembrandt van Rijn (1606-1669), foi revelada após um trabalho de dois anos e meio de restauração realizado por especialistas no Rijksmuseum, em Amsterdã. O desenho revela a primeira visão do artista antes de realizar a pintura.
Segundo os restauradores, o rascunho de base bege feito com giz demonstra que o holandês fez diversas mudanças no posicionamento e no figurino dos 34 personagens antes de completar a obra em 1642, três anos após receber a encomenda da milícia civil de Amsterdã. O museu explica que foi possível encontrar o rascunho pelo fato de Rembrandt ter usado giz, o que fez o desenho aparecer em um escaneamento que funciona como um mapeamento de cálcio.
Restauradores encontraram desenho inicial na obra-prima do mestre holandês
Uma das bebidas mais conhecidas e apreciadas no mundo, a cerveja, surgiu por acidente há mais de 9 mil anos atrás.
Muitos historiadores acreditam que a cerveja tenha sido uma das primeiras bebidas alcoólicas inventadas.
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A origem da cerveja remete ao povo sumério, já que na região da Mesopotâmia em meados de 9000 a.C., a cevada era muito utilizada.
Mas a sua criação aconteceu por engano, quando uma pessoa que cultivava grãos decidiu estocá-los juntos e na hora do estoque, muitos grãos acabaram se misturando.
Os cereais provavelmente ficavam ensacados em locais com goteiras ou até mesmo a céu aberto, tomando chuva. Com o tempo, os alimentos que continham amido sofreram a fermentação natural, pois os micro-organismos e leveduras do ambiente os fermentaram, criando a cerveja.
Uma das bebidas mais conhecidas e apreciadas no mundo, a cerveja, surgiu por acidente há mais de 9 mil anos atrás.
Nos pacientes acima dos 65 anos, a vacina se mostrou mais significativa: cerca de 20 vezes mais eficaz contra a hospitalização.
Os imunizantes analisados no estudo foram os das farmacêuticas Pfizer/BioNTech e da Moderna, ambos do tipo RNA mensageiro. Com relação às variantes, o estudo se concentrou em um período anterior e durante a prevalência da Delta. A nova variante Ômicron não foi avaliada.
Indivíduos que tiveram Covid-19, mas não se vacinaram, têm um risco cinco vezes maior de serem hospitalizados em relação a quem foi imunizado, diz estudo
Um experimento realizado pela Nasa, que consistia em cultivar e colher pimentas no espaço, quebrou o recorde mundial por alimentar mais astronautas com uma safra cultivada no espaço. Além disso, foi o experimento com plantas mais longo já realizado na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
Chamado de “Plant Habitat-04” (ou PH-04), o teste tem como objetivo aumentar o conhecimento sobre o cultivo de alimentos para missões espaciais longas. Segundo a Nasa, ele é um dos experimentos com plantas mais complexos já realizados na ISS, por conta da longa germinação e do tempo de crescimento das pimentas.
O estudo começou escolhendo as pimentas certas. Pesquisadores da Nasa passaram dois anos avaliando mais de vinte variedades de pimenta de todo o mundo, para entender qual poderia se dar melhor no ambiente controlado de cultivo que iria para o espaço. A escolhida foi a “Española Improved”, um híbrido desenvolvido pela Universidade Estadual do Novo México que combina duas variedades (a “Hatch Sandia” e a “Española”).
Ao todo, 48 sementes foram plantadas em um dispositivo chamado “carregador científico” contendo argila para o crescimento de raízes e fertilizante de liberação controlada para pimentas. O dispositivo foi enviado para a ISS no início de junho, em uma missão de reabastecimento de carga operada pela SpaceX. Ao chegar à Estação Espacial Internacional, o aparelho foi encaixado na APH (Advanced Plant Habitat), a maior das três câmaras de crescimento de plantas a bordo do laboratório da estação, que tem uma série de sensores para monitorar o crescimento das plantas.
Astronautas cultivaram uma variedade mexicana, a “Española Improved”, na Estação Espacial Internacional; planta demorou mais do que o esperado para crescer
“Tem dias que amanhecem nublados por si só. É justo nestas manhãs que o Sol da tua alma deve brilhar mais forte, pois somente ele poderá dissipar com poder e sabedoria qualquer sombra que se sobreponha à tua Luz naturalmente Divina.”
Com o retorno ao trabalho presencial, acordar mais cedo voltou a ser uma necessidade para algumas pessoas. Nem todos, no entanto, se adaptam bem aos primeiros horários da manhã, como indivíduos mais vespertinos – que preferem dormir e acordar mais tarde, seja por uma questão comportamental ou genética.
Embora o ideal seja adaptar a rotina ao ritmo do organismo, existem hábitos que podem ajudar quem precisa ficar mais desperto e ativo logo cedo. Confira as dicas, segundo Luciane Mello, médica do Instituto do Sono.
Não extrapole no fim de semana
A segunda-feira é o pior dia da semana para uma pessoa vespertina, que costuma dormir e acordar tarde no sábado e domingo. Para entrar no ritmo de trabalho depois da folga, ela precisa se adaptar à rotina a cada começo de semana.
“Dificilmente este indivíduo conseguirá dormir mais cedo que o hábito dele. Então, sempre vai se privar de sono. O ideal é ter mais cuidado no fim de semana para não chegar aos extremos dos horários. Precisa seguir uma rotina para não sofrer ao longo da semana”, recomenda a especialista.
Exposição ao sol, exercício físico e cafeína são aliados de quem tem ritmos mais vespertinos ou noturnos, mas precisa trabalhar pela manhã