Por que não podemos falar que as vacinas contra a Covid são experimentais?

Por Fabiana Schiavon

O Brasil completou um ano de vacinação contra a Covid-19 neste mês e ainda há dúvidas sobre a rapidez com que os imunizantes foram elaborados e aprovados. Tem muita gente inclusive usando esse fator para espalhar desinformações a respeito das vacinas, ao dizer que elas são “experimentais”.

Ocorre que a afirmação está incorreta. As vacinas disponíveis já estão aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), algumas liberadas de maneira emergencial, outras com o registro definitivo. “Uma fórmula é experimental quando é indicada para ser usada apenas dentro de estudos clínicos”, define a pediatra Flávia Bravo, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Esses estudos são compostos de diversas etapas que obedecem a regras rígidas de agências reguladoras.

Pesquisadores iniciam seu trabalho na bancada do laboratório e só depois de um tempo podem recrutar voluntários. Quando chega a hora, são três fases de análises, sendo a última em dezenas de milhares de indivíduos, para atestar segurança e eficácia da fórmula.

“Os imunizantes contra a Covid-19 também seguiram todo esse ritual, e os resultados foram apresentados às agências regulatórias, que comprovaram esses dados antes de liberar a fabricação”, pontua Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). A partir daí, já não dá mais para chamar as vacinas de experimentais.

No momento, estamos na fase 4, aquela em que os imunizados são acompanhados para saber se há efeitos ou reações diferentes das listadas durante os estudos clínicos. Isso acontece com todas as vacinas aprovadas para outras doenças. Ainda há estudos controlados sendo conduzidos para averiguar a duração da imunidade e a eficácia frente a novas variantes.

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Fora que os dados de vida real confirmam aquilo visto nos testes. Até a primeira semana de janeiro, quase 4 bilhões de pessoas foram imunizadas em todo o mundo contra a Covid-19, segundo dados do Our World in Data – número suficiente para comprovar a eficácia e segurança das vacinas disponíveis.

E, embora o Brasil esteja vivendo uma explosão de casos da variante Ômicron, a taxa de mortalidade e severidade não está subindo na mesma velocidade. Hoje, grande parte dos indivíduos internados com quadros graves são justamente aqueles que não se vacinaram ou não completaram o esquema de imunização.

Mas, então, por que algumas vacinas receberam uma aprovação chamada de “emergencial”?

Bem, no caso de uma crise urgente de saúde pública, como uma pandemia, o surgimento de um fármaco ganha relevância especial.

A liberação em caráter emergencial justifica certas medidas, como fornecer dados dos experimentos na medida em que eles vão saindo — em vez de mandar a papelada toda de uma só vez. A ideia é apenas adiantar alguns passos do processo regulatório. Isso tudo, claro, sem abrir mão principalmente da segurança.

E vale destacar que a vacina da Pfizer, uma das principais vítimas da campanha difamatória, já recebeu o registro definitivo da Anvisa.

‘Novas’ tecnologias eram estudadas há décadas, enquanto outras são velhas conhecidas. Contexto único da pandemia também facilitou o lançamento das vacinas

Por que não podemos falar que as vacinas contra a Covid são experimentais?

publicado originalmente em Veja saúde

Amar é…por Mágica Mistura

“Uma das benesses de amadurecer (física e mentalmente) é poder curtir a cumplicidade e os prazeres de um amor verdadeiro, baseado na liberdade de ser quem somos, de cara lavada e cabelo sujo. É poder rir ,chorar, discordar, fazer birra, comer pipoca e depois deitar juntos.”

Mágica Mistura

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Assista a “SEM FARINHA DE TRIGO E SEM LEITE FIZ A MELHOR MASSA DE BOLO DE BANANA! MACIO-DIVINO!-Isamara Amâncio” no YouTube

Hummmm…bolo de banana? Temos sim!

Fazendo um cafezinho? Ótimo!

Isamara Amâncio aqui!

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Algoritmo para comer melhor

Por Thais Manarini

Vigilantes do Peso foi recentemente rebatizado como WW e vem apostando nos recursos digitais para dar melhor suporte à perda de peso e à criação de hábitos saudáveis entre seus usuários.

“Acompanhamos as mudanças de comportamento, da ciência e da tecnologia para garantir que nosso programa de pontos traga resultados de maneira sustentável e duradoura”, diz Carolina Lima, diretora de marketing da WW.

A marca atualizou seu algoritmo, que, por meio de um aplicativo, auxilia nas escolhas sobre o que e quanto ingerir. O sistema se baseia em seis quesitos: calorias, proteínasgorduras, fibras, açúcar e açúcar adicionado.

Para definir a cota diária de pontos, o programa leva em conta também comportamentos bacanas, como tomar água ou se exercitar, respeitando a rotina de cada um.

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Mais ou menos pontos

Os cálculos são feitos de maneira individualizada a partir de questionários preenchidos pelos usuários

Calorias
São a base do sistema, e a contagem depende dos nutrientes dos alimentos. Calorias de biscoitos acrescentam mais pontos do que as de frango, por exemplo.

Gordura saturada
Sua presença aumenta a pontuação. Encontrada em óleos e produtos de origem animal, essa gordura é associada a maior risco de doenças cardiovasculares.

Fibras
Itens com alto teor, como frutas e grãos integrais, tendem a diminuir a pontuação, já que dão a sensação de saciedade e colaboram para a perda de peso.

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Proteínas
Elas são consideradas bem-vindas, porque ajudam no ganho e na manutenção de massa magra. Quanto mais proteína, menos pontos são somados.

Açúcar
Aqui conta mais o açúcar adicionado, e não o natural do alimento. Assim, os pontos se elevam quando se consomem refrigerantes e doces.

Gordura insaturada
Fornecida por produtos de origem vegetal, como abacate, castanhas e azeite de oliva, é mais bem avaliada quando se pensa na saúde. Então reduz a pontuação final.

Inteligência artificial ajuda a adotar hábitos saudáveis

Algoritmo para comer melhor

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Wacomaia – Rezo Tradicional Yawanawa” no YouTube

Uma canção linda para encher os olhos, alegrar os ouvidos e aquecer o coração.

Nação do Arco-íris aqui!

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Mágicas Imagens ✨✨

Tavares RS Brasil

Valores… por Mágica Mistura

“⁠A simplicidade dos pequenos momentos e gestos revelam mais sobre alguém do que qualquer condecoração ou honraria que se possa receber em vida. Que nosso esforço sempre seja em busca de agregar sabedoria e Luz ao nosso caminho e à existência dos outros.”

Mágica Mistura

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Assista a “O TATU-BOLA É UM DOS MENORES DO MUNDO! UM ANIMAL DIFERENTE! UMA DAS ESPÉCIES VIVE SOMENTE NO BRASIL!” no YouTube

Fofura e simpatia de sobra, é o tatu- bola, uma gracinha tipicamente brasileira!

Animal TV aqui!

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Momento crucial…por Saint-Exupéry

“Não há uma fatalidade exterior. Mas existe uma fatalidade interior: há sempre um minuto em que nos descobrimos vulneráveis; então, os erros atraem-nos como uma vertigem.”

🌻Antoine de Saint-Exupéry

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Radar da Saúde: Falta de saneamento básico faz brasileiros adoecerem

Viroses por trás de diarreias, dengue, leptospirose, verminoses… A carência de saneamento básico é um prato cheio para infecções e doenças parasitárias de veiculação hídrica.

E essa ainda é uma realidade preocupante no Brasil, onde mais de 30 milhões de pessoas vivem em locais sem água tratada e 100 milhões não têm acesso a coleta de esgoto.

O cenário é propício aos achados de um levantamento do Instituto Trata Brasil. Pegando dados consolidados de 2019, ainda antes da pandemia, a entidade computou 273 403 internações por doenças de veiculação hídrica — 30 mil a mais que no ano anterior.

O maior índice de hospitalizações foi registrado no Nordeste: ali, só 28% dos cidadãos contam com coleta de esgoto.

O trabalho aponta a necessidade de não perder tempo com a devida implementação do Marco Legal do Saneamento, que prevê a universalização desse serviço no país até 2033.

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Passado: 50 anos do remédio que inibe a rejeição nos transplantes

Originária de um fungo, a ciclosporina é mundialmente reconhecida por seu papel imunossupressor, ou seja, ela ajuda a impedir que o sistema imune se volte contra um órgão transplantado ou contra alguma região do próprio corpo.

A descoberta desse efeito veio à tona após experimentos feitos por funcionários do laboratório Sandoz, na Suíça, em janeiro de 1972.

Futuro: Uma córnea alternativa para curar a cegueira

Milhões de pessoas pelo mundo ficam sem enxergar devido a danos à córnea e na dependência de um transplante, obtido de um doador.

Mas cientistas da Universidade de Bradford, na Inglaterra, criaram um polímero que mimetiza a estrutura dessa lente natural e, instalado no olho, passa a abrigar células-tronco do próprio paciente para formar uma nova córnea.

Análise mostra aumento nos casos de doenças de veiculação hídrica, disseminadas pela ausência de água tratada e coleta de esgoto

Radar da Saúde: Falta de saneamento básico faz brasileiros adoecerem

publicado originalmente em Veja saúde