Macaco Tião inspira personagem de livro infantil sobre Museu Nacional

Em Incêndio no Museu, o animal mais famoso da história do Rio ganha outro nome e, junto a outros bichos, ajuda a apagar o fogo que consumiu a instituição.

Em 1988, o carismático macaco Tião, ilustre morador do zoo carioca, marcou seu nome na história do Rio ao receber 400 000 votos para se tornar prefeito da cidade, como forma de protesto da população. Quando morreu, em 1996, aos 33 anos, foi decretado luto oficial no Rio, e sua morte chegou a ser noticiada na primeira página do jornal francês Le Monde.

Macaco Tião inspira personagem de livro infantil sobre Museu Nacional

publicado originalmente em Veja

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Assista a “INDÍGENAS E INFLUENCERS | CartaCapital + Deutsche Welle” no YouTube

É muito, muito legal mesmo!

Ver os jovens defendendo e lutando por sua cultura e raízes é emocionante…

Assistam, é incrível ✨✨🧚

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Por que podemos perder o olfato?

Além da Covid-19, outras desordens atingem o complexo sistema que decifra os odores. Entenda como sentimos os cheiros e o que afeta essa capacidade.

O odor (bom ou ruim) é uma informação carregada por várias partículas, que ficam suspensas no ar até serem aspiradas pelo nariz. Lá, são retidas pelo epitélio, a camada de revestimento, e viajam até a parte superior da cavidade, que possui terminações nervosas com receptores para essas moléculas. O ser humano tem 400 tipos de receptores. Cachorros o dobro, e camundongos o triplo…..

Por que podemos perder o olfato?

publicado originalmente em Veja saúde

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Sonia Guajajara: Todo brasileiro hoje sente o que é ser tratado como indígena (Folha de S.Paulo) — Uma (in)certa antropologia

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Sonia Guajajara, Coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil e ex-candidata do PSOL à Vice-Presidência da República (2018) 19 de abril de 2021 Nem sempre deixamos de sentir a dor do outro por falta de empatia; às vezes, isso acontece por puro desconhecimento. A história do Brasil sempre foi muito mal contada. Não […] […]

Sonia Guajajara: Todo brasileiro hoje sente o que é ser tratado como indígena (Folha de S.Paulo) — Uma (in)certa antropologia

« Não queremos arrancar o ouro e os minerais da terra ou fazer com que suas emanações epidêmicas caiam sobre nós. Queremos apenas que o céu esteja claro para que possamos ver as estrelas ao cair da noite. »

Publicado originalmente em Barbara Crane Navarro: Objetos pessoais Yanomami pendurados sob o telhado da casa comunal:penas de peru selvagem para rêmiges de flechas e cabaça «?Nós, povos da floresta, temos prazer em evocar homens generosos. É por isso que temos poucas coisas e estamos satisfeitos com elas. Mas os brancos são outras pessoas além de…

« Não queremos arrancar o ouro e os minerais da terra ou fazer com que suas emanações epidêmicas caiam sobre nós. Queremos apenas que o céu esteja claro para que possamos ver as estrelas ao cair da noite. »

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Assista a “INDÍGENAS DESTROEM TEMPLO DA ASSEMBLEIA DE DEUS” no YouTube

É,os indígenas de Cabrobó não estão para brincadeira…

A “Assembléia de Deus” não vai se abancar tão fácil por lá não…

Acostumados a chegar, chegando…e expulsar a cultura e fé alheia,desta vez o buraco é mais em baixo…😁

O Meteoro Brasil trás para nós…😉

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Superlua rosa acontece nesta segunda (26); entenda o fenômeno

Nomenclatura foi dada por povos nativos norte-americanos para se referir ao fim do inverno.

A Lua entrará em sua fase cheia na noite de segunda para terça-feira (27) e, por conta de sua proximidade com a Terra, também será superlua. O fenômeno previsto para esta noite, apesar de ser chamado de Lua Rosa ou “superlua rosa”, não terá coloração diferente da normal e diz respeito a como é chamada em certas tradições. O ápice desta superlua será às 0h33 de terça.

Superlua rosa acontece nesta segunda (26); entenda o fenômeno

publicado originalmente em Veja