Introdução de bactéria no Aedes reduz em 77% transmissão de dengue na Indonésia

Cientistas que estudam uma abordagem promissora contra a propagação do vírus da dengue acabam de obter resultados animadores. No teste mais completo realizado até agora, a transmissão da doença foi reduzida em 77% em uma cidade da Indonésia após a introdução de mosquitos infectados com uma bactéria do gênero Wolbachia.

A dengue chega a nós a bordo de fêmeas do mosquito Aedes aegypti e infecta de 100 a 400 milhões de pessoas a cada ano, principalmente em regiões tropicais e subtropicais do planeta (como o Brasil). A doença não tem um tratamento específico, e a vacina é recomendada apenas para quem já foi infectado antes.

Nessa abordagem experimental, que já foi testada no Brasil, um microorganismo retarda a multiplicação do vírus no mosquito. Os resultados obtidos no sudeste asiático são o maior sucesso até hoje.

Introdução de bactéria no Aedes reduz em 77% transmissão de dengue na Indonésia

publicado originalmente em superinteressante

Corais têm protetor solar natural que atenua efeitos das mudanças climáticas

Os corais são animais cnidários – a mesma classificação das anêmonas e águas-vivas. Eles não são gelatinosos porque, ao contrário de seus primos, são revestidos por um esqueleto calcário. Em bom português, corais têm casquinha. 

Essa casca crocante de carbonato de cálcio é forrada por minúsculas algas chamadas zooxantelas. Elas são extremamente coloridas e fazem fotossíntese. Parte do alimento que elas produzem com auxílio da luz do Sol é entregue para os corais como um pagamento.

O aquecimento global faz os cnidários expulsarem as algas que lhes fornecem alimento, blindagem do Sol e as cores vivas características. Mas algumas espécies resistem melhor a esse processo.

Corais têm protetor solar natural que atenua efeitos das mudanças climáticas

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Pausa na saga: elefantes que inexplicavelmente cruzam China param para soneca” no YouTube

Uma soneca?! Tudo de bom 💤💤💤

Esses elefantes sabem o que é viver 💖

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Línguas indígenas estão morrendo – e, com elas, o conhecimento sobre plantas medicinais

“Cada língua indígena é um reservatório único de conhecimento medicinal”. Assim escrevem os pesquisadores Rodrigo Cámara-Leret e Jordi Bascompte em um recente estudo que faz um alerta: o perigo do desaparecimento de antigos conhecimentos de plantas medicinais a partir da extinção das línguas indígenas.

Novo estudo analisa como idiomas ameaçados concentram saberes exclusivos sobre determinadas plantas. Descobertas reforçam importância da preservação dessas culturas.

Línguas indígenas estão morrendo – e, com elas, o conhecimento sobre plantas medicinais

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “As tempestades solares estão de volta e ameaçam a vida na Terra” no YouTube

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Assista a “BLUE JAVA BANANAS! They taste like vanilla ice cream and you can buy them in Arizona – ABC15 Digital” no YouTube

A cor azul da banana é natural. Também não é uma planta modificada geneticamente, trata-se da espécie Blue Java. Comum na Ásia, Austrália e no Havaí, aos poucos estão sendo feitos testes no Brasil para o cultivo da planta, já que o plantio é favorável à regiões tropicais.

E as curiosidades não se restringem apenas à cor. A banana azul tem textura bastante semelhante a sorvete e tem o sabor de baunilha. Segundo a Sociedade Internacional da Banana, o primeiro cultivo do vegetal foi registrado na Índia.

imagens e texto do site revistanegociorural

JBS diz que pagou o equivalente a US $ 11 milhões em ataque de ransomware nos EUA

A JBS USA pagou um resgate equivalente a US $ 11 milhões após um ataque cibernético que interrompeu suas operações na América do Norte e Austrália, disse o CEO da empresa em um comunicado na quarta-feira. A subsidiária da empresa brasileira JBS SA (JBSS3.SA) suspendeu o abate de gado em todas as suas fábricas nos EUA por […]

JBS diz que pagou o equivalente a US $ 11 milhões em ataque de ransomware nos EUA

publicado originalmente em blog do pedlowski

Curiosidade mata: Por que não existem alimentos de cor azul na natureza?

Por: Priscila Gorzoni

Não existe na natureza porque não tem nenhum composto com funcionalidade fisiológica específica de cor azul. Essa cor é encontrada apenas por variação de pH das antocianinas. Os principais compostos responsáveis pela coloração dos alimentos, denominados de pigmentos naturais, são: as clorofilas (cor verde, encontrada apenas em vegetais), mioglobina e hemoglobiana (vermelho, […]

Curiosidade mata: Por que não existem alimentos de cor azul na natureza?

publicado originalmente em o baú do folclore

Os estágios da vida felina

As diretrizes atualizadas pela American Animal Hospital Association e pela American Association of Feline Practitioners, duas das mais importantes associações veterinárias do mundo, ressaltam: dos filhotes aos idosos, cada fase requer atenção especial para garantir o bem-estar do bichano. A fim de indicar a abordagem adequada, os experts dividiram os felinos em quatro grupos, de acordo com a idade.

As particularidades das etapas da vida dos gatos têm impacto nas medidas em prol da saúde

Os estágios da vida felina

publicado originalmente em Veja

Borboleta ameaçada de extinção é vista no Jardim Botânico do Rio

Na última sexta (4), enquanto as crianças participavam de uma ação educativa no melipolinário, o viveiro de abelhas sem ferrão do Jardim Botânico do Rio, uma borboleta que há anos não era vista roubou a cena.

Espécie rara chamou a atenção durante uma atividade infantil no melipolinário. No domingo (13), o JBRJ comemora 213 anos e anuncia uma nova trilha

Borboleta ameaçada de extinção é vista no Jardim Botânico do Rio

publicado originalmente em Veja