Esquilos também têm personalidades diferentes – e elas influenciam sua vida em grupo

Alguns cientistas têm mostrado que diferentes personalidades não existem apenas entre humanos, mas também em outras espécies animais. Agora, uma pesquisa indicou que os comportamentos individuais são importantes também entre os esquilos.

estudo liderado por pesquisadores da Universidade da Califórnia é o primeiro a documentar a personalidade de esquilos da espécie Callospermophilus lateralis, comuns no oeste da América do Norte. A pesquisa foi publicada na revista Animal Behaviour e classificou a personalidade dos animais a partir de quatro características principais: ousadia (ou audácia), agressividade, nível de atividade e sociabilidade.

Identificar traços de personalidade entre os animais não é simples. Os pesquisadores precisam coletar muitos dados e mostrar que os indivíduos estudados apresentam o mesmo comportamento de maneira consistente ao longo do tempo. Os cientistas envolvidos neste estudo analisaram alguns esquilos ao longo de três anos, e também os submeteram a alguns testes. Também foi usado um amplo conjunto de dados de pesquisadores do Rocky Mountain Biological Laboratory, no Colorado, que estudam esquilos terrestres há mais de 30 anos

Estudo feito nos EUA classificou os animais de acordo com quatro características: audácia, agressividade, nível de atividade e sociabilidade.

Esquilos também têm personalidades diferentes – e elas influenciam sua vida em grupo

publicado originalmente em superinteressante

Funai prorroga por 6 meses proteção legal da terra dos piripkura, indígenas isolados em MT — Ecoamazônia

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

– Pakyî e Tamandua, os dois únicos habitantes conhecidos que vivem na terra indígena Piripkura, tiveram um respiro. A portaria de restrição de uso da terra em Mato Grosso, na qual eles vivem isolados, venceria neste sábado (18), e o temor era de que a Funai (Fundação Nacional do Índio) não… Funai […]

Funai prorroga por 6 meses proteção legal da terra dos piripkura, indígenas isolados em MT — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

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Praça central de Tavares RS Brasil

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Praia do Farol – Mostardas RS Brasil

Um em cada cinco pets pega o coronavírus

Muito se discute sobre o contágio de animais com o coronavírus desde o início da pandemia. E todas as pesquisas apontam para danos baixíssimos aos bichos.

“O vírus não consegue se replicar e se desenvolver como nos humanos”, explica o virologista Paulo Eduardo Brandão, da Universidade de São Paulo (USP).

Mas um novo estudo, conduzido pela Universidade de Utrecht, na Holanda, revela que a contaminação dos pets é mais alta do que se pensava. Após testar cães e gatos de 196 lares com pessoas infectadas, os cientistas encontraram animais com anticorpos ou o vírus ativo em 20% das casas.

E quem passa são os donos. A boa notícia é que eles não adoecem

Um em cada cinco pets pega o coronavírus

publicado originalmente em Veja saúde

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Peixes também podem se viciar em metanfetamina

Parte dessa droga é excretada na urina humana – e as estações de tratamento de esgoto não são equipadas para retirar a substância, que acaba indo parar em rios e córregos. Cientistas da República Tcheca fizeram uma experiência (1): dividiram um grupo de 120 trutas em dois tanques e colocaram metanfetamina num deles (na mesma concentração encontrada em rios do país).

Dois meses depois, os peixes expostos à droga foram retirados e colocados em outro tanque – onde só havia metanfetamina em um dos compartimentos. Eles imediatamente nadaram em direção à droga, demonstrando vício – e então, sob efeito da substância, ficaram letárgicos.

Fonte 1. Methamphetamine pollution elicits addiction in wild fish. T Randál e outros, 2021.

Depois de ser usada por humanos, substância vai parar em rios – onde continua agindo

Peixes também podem se viciar em metanfetamina

publicado originalmente em superinteressante

Crianças encontram fóssil de nova espécie de pinguim gigante na Nova Zelândia

O animal mais antártico que existe não surgiu na Antártica. Os fósseis mais antigos de pinguins datam de 60 milhões de anos, e foram encontrados na Nova Zelândia. Naquela época, a ilha estava grudada no continente gelado – um resquício do supercontinente Pangeia. Ao longo dos milhões de anos seguintes, o pedaço de terra que forma a Nova Zelândia foi “subindo” no mapa, como consequência do movimento das placas tectônicas. 

Por isso, não é surpresa encontrar fósseis de pinguins no país insular. A descoberta mais recente é a espécie Kairuku waewaeroa, descrita hoje (16) no periódico Journal of Vertebrate Paleontology. O fóssil foi encontrado em 2006 durante uma expedição escolar ao Kawhia Harbour, uma enseada na ilha do norte do país. As crianças escavaram restos fósseis do torso, pernas e asas do animal. Trata-se do fóssil mais completo de um pinguim gigante já descoberto.

O fóssil, escavado em 2006, só foi descrito recentemente por pesquisadores. O Kairuku waewaeroa chegava a medir 1,4 metros de altura.

Crianças encontram fóssil de nova espécie de pinguim gigante na Nova Zelândia

publicado originalmente em superinteressante

Defender as crianças indígenas e seus territórios é defender o patrimônio de toda a humanidade — Ecoamazônia

O Supremo Tribunal Federal proibiu hoje o uso de mercúrio no garimpo em Roraima. O programa Criança e Natureza atuou no caso em defesa da vida e da saúde das crianças indígenas Terminou hoje, 15 de setembro, o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 30 more words Defender as crianças indígenas e seus territórios é defender […]

Defender as crianças indígenas e seus territórios é defender o patrimônio de toda a humanidade — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

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