Repórter Eco | 03/07/2022

Meio ambiente, ativismo e proteção ambiental?

Temos sim.

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Por que os oceanos importam tanto para a vida na Terra

Ecossistema e atualidade?

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Carta náutica do século 19 revela perda de até 49% dos recifes em Abrolhos (BA)

Entre os nove milhões de itens que compõem o acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, está uma carta náutica de 1861, elaborada pelo francês Ernest Mouchez durante uma expedição à Bahia. 

Conchas, rochas, corais, areia. Ali está mapeada toda a antiga paisagem subaquática de Abrolhos, arquipélago que abriga as maiores formações de recifes e a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.

A viagem de Mouchez era um trabalho de exploração da América do Sul, e o documento foi um dos muitos criados para registrar as descobertas da época – além de fornecer pistas à navegação daquelas águas. Mas agora, 160 anos depois, encontrou-se uma nova utilidade à carta: entender como os recifes mudaram de lá para cá.

Um grupo de pesquisadores brasileiros comparou as informações contidas na carta náutica e em outros documentos históricos com dados modernos sobre as condições ambientais de Abrolhos, obtidos via satélite. Assim, descobriram que houve uma perda média de 28% na extensão espacial dos recifes da região.

Algumas áreas estão ainda mais degradadas. Entre os recifes mais próximos à costa, por exemplo, a perda dos últimos 160 anos é de 49%. O estudo foi publicado nesta quarta (29) na revista Perspectives in Ecology and Conservation.

Motivos da degradação

Segundo os pesquisadores, os recifes foram prejudicados principalmente por uma antiga prática de extração de corais. Blocos inteiros eram removidos dos recifes para a fabricação de cal e, acredite, a substituição de tijolos na construção civil. Há registros desse costume desde o século 17, e ele durou pelo menos até 1900 na região.

É a primeira vez que pesquisadores brasileiros usam documentos históricos para compreender a evolução das condições ambientais de recifes. Entenda.

Carta náutica do século 19 revela perda de até 49% dos recifes em Abrolhos (BA)

publicado em superinteressante

Siga o índio…por Mágica Mistura

 

 

A partir de que ponto,

Quando tomaremos ciência…

Que é sem retorno,

Que não tem volta?

Procurar outros planetas, outros mundos…

Seria cômico,se não fosse trágico

Cuidar do que nos resta é mais fácil

Porém menos lucrativo

Não somos treinados para amar,

Respeitar o meio ambiente

Absolutamente, não…

Nos ensinam somente a explorar

Sem dó,sem pudor

O que, mesmo sem pedir

Nos mantém a todos vivos

O que é um pedaço de floresta?!

Um mato inútil,cheio de bichos

Ou um complexo e completo

Ecossistema vivo, cheio de  possibilidades ?

Os índios sabem a verdade

E mesmo tripudiados, massacrados

Humilhados e dizimados

Eles continuam lutando

Querendo nos alertar

Cuidando do pouco que lhes resta

Na absoluta certeza

De que se, ou quando desistirem

Exterminados,na verdade

Será o fim de todos

Bons e maus

Ricos e pobres

Pacíficos ou senhores de guerra

Ninguém escapará da retomada

Da volta por cima da natureza

Tomando o que é seu de direito

Da vitória triunfante da Mãe Terra  ✨🌼💚

 

 

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Pesquisa: faltam dados nos países pobres, e impactos das mudanças climáticas estão subestimados

A ciência da atribuição está ampliando o conhecimento sobre os impactos das mudanças climáticas induzidas pelo homem, mas ainda há grandes lacunas sobre a extensão dos danos causados. É o que adverte um novo estudo, divulgado nesta terça-feira (18) na estreia de um novo periódico científico: Environmental Research: Climate, editado pela IOP Publishing. Pesquisadores da Universidade de […]

Pesquisa: faltam dados nos países pobres, e impactos das mudanças climáticas estão subestimados

publicado em blog do pedlowski

População de ursos polares é encontrada em habitat inusitado

Pesquisadores identificaram um grupo especial de ursos polares no sudeste da Groenlândia. Descritos em um artigo publicado na revista Science, os ursos podem ter encontrado um tipo único de refúgio contra os efeitos das mudanças climáticas – no qual ficaram isolados o suficiente para se tornar geneticamente distintos de outros ursos polares.

Na última década, os cientistas pesquisaram ursos polares em quase 2.900 km na costa leste da Groenlândia. O objetivo era aprender mais sobre a saúde e os movimentos dos animais. Eles acreditavam lidar com apenas um grupo de ursos polares vivendo ao longo de toda a costa.

“Foi uma descoberta totalmente inesperada”, revela Kristin Laidre, primeira autora do novo artigo. “Francamente, foi meio acidental que percebemos que estávamos lidando com duas subpopulações de ursos, não uma.”

Depois de colocar coleiras de rastreamento por satélite em alguns dos animais, os pesquisadores notaram que os ursos do sudeste da Groenlândia eram mais reservados e não se aventuravam em lugares em que poderiam encontrar com ursos do nordeste. Depois de analisar amostras genéticas, o grupo descobriu que os ursos do sudeste, na verdade, são os mais geneticamente isolados do planeta. Isso significa que eles não cruzaram muito com ursos fora de seu grupo.

Vivendo em uma região desfavorável, o grupo também é geneticamente diferente dos outros ursos polares do planeta.

População de ursos polares é encontrada em habitat inusitado

publicado em superinteressante

Assista a “CHICO MENDES PARA NUNCA ESQUECER” no YouTube

Resistência e ativismo? Temos sim.

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Assista a “Ibã Huni Kuin – A Energia da Floresta” no YouTube

🧚‍♂️A Energia da Floresta

A a a eee 

A a a eee

A a a eee


A a a eee

A a a eee

A a a eee


Venho da mata, trago a luz da miração

Nestes encantos nixi pae e kawa

Fazendo a transformação


A a a eee

A a a eee

A a a eee


Venho da mata, dos encantos da jibóia

É da floresta

Somos índio ayahuasca


A a a eee

A a a eee

A a a eee


Ey huni pae mó pae mó

Ey huni pae mó pae mó

Ey huni pae mó pae mó


Eu pedi mãe natureza

Me dê paz me dê firmeza

Para eu poder caminhar


Vou caminhando dentro desta luz divina

A força que nos ensina

Colorindo a miração

Composição: Ibã Huni Kuin

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Honrar Dom e Bruno é proteger floresta e indígenas. Por Fernando Brito

Dois pescadores ilegais, possivelmente ligados a narcotraficantes, confessaram a morte, o esquartejamento e a ocultação dos corpos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Philips. É possível que os restos mortais sejam recuperados hoje ou amanhã, necropsiados e, no início da semana que vem, sepultados. Mas a dor nem a vergonha que todos […]

Honrar Dom e Bruno é proteger floresta e indígenas. Por Fernando Brito

publicado em The dark side of the moon

Fundo do mar está ficando mais lento

Por Bruno Garattoni

Os sedimentos marinhos estão se deslocando mais devagar, em média 140 milímetros por ano – bem abaixo da maior velocidade já registrada, 200 mm. Essa é a conclusão de um estudo (1) que avaliou os movimentos do fundo do mar nos últimos 19 milhões de anos.

Segundo os cientistas, que calcularam as velocidades observando a deposição dos sedimentos em 18 pontos do oceano, a lentidão pode ter dois motivos: o aumento do atrito entre as placas tectônicas e o esfriamento do manto (a segunda camada mais superficial do globo terrestre, logo abaixo da crosta).

As duas coisas reduzem a formação de novos sedimentos – e, portanto, o movimento dos já existentes.

Leia também: O campo magnético da Terra

Fonte 1. Evidence for a Global Slowdown in Seafloor Spreading Since 15 Ma. C Dalton e outros, 2022.

Sedimentos estão se deslocando mais devagar – e a possível explicação está dentro da Terra

Fundo do mar está ficando mais lento

publicado em superinteressante