Variante Ômicron tende a substituir a Delta, sugere especialista

Identificada na África do Sul, a nova variante do Sars-CoV-2 batizada de Ômicron foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma variante de preocupação no fim de novembro. Dois motivos levaram a isso:

• Aumento expressivo no número de casos da doença no país que a identificou primeiro, indicando uma cepa mais transmissível em comparação com a original;
• Alto número de mutações genéticas, cerca de 50, que podem explicar a grande transmissibilidade do vírus.

Ser mais transmissível não significa, necessariamente, que essa variante gere uma doença mais grave, segundo explica Fernando Spilki, especialista em virologia e coordenador da Rede Corona Ômica, que atua no sequenciamento do genoma de amostras do novo coronavírus no Brasil. Para esse tipo de afirmação, é preciso cautela e tempo.

Confira mais informações sobre a Ômicron em bate-papo com Spilki, que também é responsável pelo Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade FEEVALE, no Rio Grande do Sul.

Quais são as principais características da Ômicron e por que se tornou preocupante?

Do ponto de vista do genoma e da estrutura de proteínas, essa variante reuniu várias mutações que já conhecíamos de outras cepas de preocupação do passado. É como se ela tivesse feito uma seleção de várias alterações genéticas de outras variantes.

Ainda são necessárias mais informações para se ter certeza sobre a severidade da doença provocada pela nova variante

Variante Ômicron tende a substituir a Delta, sugere especialista

publicado originalmente em Veja saúde

Rita Lee sacode a poeira e brilha em 2021 com mostra e single

O ano de 2021 não começou bem para Rita Lee. Conhecida por sua jovialidade e alegria de viver, a cantora foi pega de surpresa com o diagnóstico de um câncer no pulmão. A notícia, no entanto, não a abalou. Aos 73 anos, Rita sacudiu a poeira, enfrentou o tratamento e fez a doença regredir. Agora, ela deixa 2021 como uma das artistas mais produtivas do ano, laureada, inclusive, com o troféu Arcanjo de Cultura, entregue nesta quarta-feira, 8, que premiou a mega-exposição em sua homenagem, em cartaz no Museu da Imagem do Som, em São Paulo. Nos últimos doze meses, além da exposição, Rita lançou também um álbum de remixes de seus principais hits, o novo single Change, além de finalizar seu novo um livro infantil, previsto para ser lançado no início de 2022. Ufa!

Considerada uma das melhores exposições do ano em São Paulo – e olha que a concorrência foi acirrada, com as elogiadíssima mostra sobre Clarice Lispector, no Instituto Moreira Salles, e a retrospectiva de Maria Martins, no Masp -, o evento que celebra Rita Lee ficará em cartaz até até fevereiro do ano que vem. Parte desse sucesso veio dos detalhes minuciosos e da vasta quantidade de material raro disponível. Com direção artística de Guilherme Samora, curadoria do filho João Lee, cenografia de Chico Spinosa e sob a supervisão da própria Rita, a exposição que comemora seus 50 anos de carreira encanta os visitantes com os figurinos originais de diversas fases da vida da cantora (como o da Santa Rita de Sampa e o vestido de noiva). Estão lá ainda documentos, fotografias e manuscritos de músicas pinçados de um baú guardado há décadas pela artista.

A despeito de um tratamento contra o câncer, a cantora lançou uma mega-exposição, música inédita, álbum de remix e prepara novo livro infantil

Rita Lee sacode a poeira e brilha em 2021 com mostra e single

publicado originalmente em Veja

O Bem e o Mal…pelo Buda

“O conflito não é entre o bem e o mal, mas entre o conhecimento e a ignorância.”

🌷Buda

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Mágicas Imagens ✨✨

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Assista a “Deus e os robôs: como a Inteligência artificial pode transformar a religião” no YouTube

Até que ponto vai a inovação tecnológica?

Progresso e ética podem caminhar juntos?

BBC NEWS aqui!

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Árvore da vida…por Mágica Mistura

Eu vejo uma árvore

Linda, imponente e majestosa

Eu sou essa árvore

Porque quando recostada nela

Sinto o coração da Mãe Terra pulsar

Eu ouço a linda árvore

Porque o vento vindo de longe

Traz até mim o segredo das Eras

Eu amo essa árvore

Desde antes de tudo, antes da vida

Lá no raiar do mundo

Pois o verde que ela emana

Vem do âmago da terra

E preenche tudo

Do chão ao céu…

…com sua Divina trama.

💚Mágica Mistura

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Assista a “Uma Necessidade Desesperadora de Deus (Comentários sobre a filosofia de Kabir) – Lúcia Helena Galvão” no YouTube

Professora Lúcia Helena Galvão, sempre com temas relevantes e atuais.

Nova Acrópole aqui!

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Assista a “DEPUTADOS QUASE SAEM NO BRAÇO COM INDÍGENAS PARA DEFENDER GARIMPO” no YouTube

É inacreditável… valores trocados em um país semidestruido.

Ouro para quê? A humanidade já está nua de sua própria dignidade.

Meteoro Brasil aqui!

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Camboriú SC Brasil

Medicina e tecnologia: como a digitalização transforma o futuro da saúde

Com a pandemia de Covid-19, o Brasil e o mundo passaram a acompanhar de perto os esforços da ciência para chegar, em tempo recorde, a soluções como a criação de uma variedade de vacinas contra o coronavírus. O trabalho, feito em apenas alguns meses, pode demorar até dez anos para ser concluído em situações normais. O mesmo processo ocorre com os medicamentos, que percorrem um longo caminho até chegar ao uso pelos pacientes, da pesquisa à aprovação regulatória.

O desafio de desenvolver novos medicamentos

De acordo com dados disponibilizados pela Bayer, que investe cerca de 3 bilhões de euros por ano em pesquisa e desenvolvimento, apenas um em cada 10 000 ingredientes ativos criados por pesquisadores em um laboratório é transformado em um possível medicamento. E, mesmo na última fase de testes clínicos, ele ainda tem, em média, 40% de chance de não ser aprovado, por diferentes razões. Um processo desafiador que exige constantes atualizações tecnológicas e inovações, além de profissionais que não desanimem diante de obstáculos.

“Temos atualmente mais de 50 moléculas no nosso pipeline, em diferentes fases de pesquisa. Nossos esforços estão voltados principalmente às áreas de Oncologia, Saúde Feminina, Cardiologia, Hemofilia, Pneumologia e Oftalmologia, além de doenças metabólicas e renais. Apostamos tanto em desenvolvimento interno quanto externo, como as aquisições da KaNDy Therapeutics, com um novo medicamento para tratamento não hormonal da menopausa, além da BlueRock Therapeutics e da AskBio, que reforçam nossa aposta em terapia celular e gênica”, destaca Adib Jacob, presidente da divisão Farmacêutica da Bayer no Brasil e na América Latina.

O especialista e epidemiologista Richard Nkulikiyinka é um dos 7 400 médicos pesquisadores da farmacêutica alemã dedicados a descobrir novos princípios ativos e transformá-los em medicamentos e tratamentos. Ele faz parte da empresa há 13 anos e lidera a equipe de doenças cardíacas e renais. “Nossos especialistas são alguns dos melhores em suas áreas e esse é um trabalho que traz muitas esperanças e possibilidades. Se tivermos sucesso, será um avanço para os pacientes e para a medicina em geral”, diz.

Inovações tecnológicas influenciam desde pesquisas para novos medicamentos até o lançamento de aplicativos digitais voltados para pacientes e médicos

Medicina e tecnologia: como a digitalização transforma o futuro da saúde

publicado originalmente em Veja saúde