Sentida…por Mágica Mistura

Como me sinto?

Quando,como, porquê …

É relativo, relevante, retroativo

Pode também ser misterioso

Comovente, irritante, divertido

Sou uma medusa, camaleoa, saltitante

Emotiva, ruidosa… cítrica

Por vezes crítica,atuante

Só não sou entediada, obsoleta

Plasmada e entediante…

Ou também sou,sei lá

Cada qual nos vê de uma forma

Nisso esqueça regra e norma

Sou tudo um pouco,importa dizer

Infinitamente curiosa,desconcertante

Cigarra fagueira,de língua solta

Ávida do mundo , rápida e lesma

Tentando sempre, não duvide

Ser eu mesma…

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Beleza…por William Blake

“Veja o mundo num grão de areia,
veja o céu em um campo florido,
guarde o infinito na palma da mão,
e a eternidade em uma hora de vida!”

🌷William Blake

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Aromas em frascos de 3,4 mil anos revelam banquete funerário da “elite” egípcia

O mestre de obras Kha e sua esposa Merit foram sepultados há mais de 3,4 mil anos com tudo o que tinham direito. Entre os mais de 440 objetos encontrados junto ao rico (e mumificado) casal egípcio, havia potes de comida que ainda guardam, cada um, cheiros específicos. Agora, cientistas investigaram esses aromas para descobrir os segredos da tumba.

Chamada de Tumba de Kha ou TT8, ela foi encontrada em 1906, na necrópole Deir el-Medina (na cidade egípcia de Luxor), pelo italiano Ernesto Schiaparelli. Na época, Ernesto era diretor do Museu Egípcio da Itália, em Turim – e foi para lá que o conjunto funerário foi levado para exibição. (Você pode até conferi-lo neste tour virtual do site do museu.)

Das pessoas que não pertenciam à realeza, esse é o conjunto mais abundante e bem preservado já encontrado no Egito, com móveis, ferramentas, tecidos e cerâmicas diversas – algumas com alimentos, promovendo os tradicionais banquetes funerários.

Cientistas investigaram o interior de frascos fechados dentro da tumba de um casal para descobrir quais alimentos estavam guardados lá. Confira.

Aromas em frascos de 3,4 mil anos revelam banquete funerário da “elite” egípcia

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Assista a “QUEM É ZÉ PILINTRA?” no YouTube

As religiões de matriz africana têm grande importância no Brasil, agregando cultura e fé aos dias de nosso povo.

Vamos saber mais sobre o “Zé Pilintra”?

Monica Buonfiglio aqui!

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Assista a “PÁSSAROS VAMPIROS! CONHEÇA AS AVES QUE SE ALIMENTAM DO SANGUE DE ANIMAIS VIVOS!” no YouTube

A natureza é bela e cheia de surpresas…

Olha só que curioso …

Animal TV aqui!

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Tempere sua rotina

Por Thais Manarini

Já houve um tempo em que era preciso embarcar em caravelas e encarar oceanos para apimentar a comida. Hoje, basta esticar as mãos, alcançar a prateleira, girar o moedor e dar aquele toque picante ao prato. Uma das principais razões a impulsionar as grandes navegações no início da era moderna, as especiarias atravessaram séculos como tesouros gastronômicos e, ao lado das ervas aromáticas, ganharam a fama mais recente de proteger nosso organismo. Agregam perfumes, cores, texturas e sabores a qualquer receita. “Os temperos abrem a cozinha para o mundo”, afirma a chef Heloisa Bacellar, de São Paulo. Com um pouco de cúrcuma, dá para passear pela culinária indiana, o manjericão nos transporta até a Itália e a hortelã remete às Arábias. A exemplo dos ingredientes em si, a lista de destinos e conexões é imensa. O coentro nos conduz a preparos típicos da Tailândia e de Portugal e, de volta para o Brasil, nos leva às panelas do Nordeste e do Norte. Nessas bandas, marca presença em tudo quanto é canto e entra na composição do cheiro-verde, mistura das mais brasileiras. A variedade da cozinha nacional, aliás, se reflete nesse tempero. 

+ LEIA TAMBÉM: Como cultivar ervas, temperos e outras plantas em casa

 “Em outras regiões do país, o cheiro-verde conta apenas com salsinha e cebolinha”, esclarece Tatiana Saldanha, professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Em parceria com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Tatiana vem esmiuçando em laboratório essa dupla tão onipresente por aqui. “Apesar da popularidade, ainda não há muitos estudos sobre o uso do cheiro-verde na culinária”, contextualiza. Em um dos trabalhos recém-publicados pelo seu grupo, a professora e os colegas avaliaram os efeitos desse mix no preparo da sardinha. Quando o peixe passa pelo calor, sofre alterações químicas por trás da oxidação da sua fração gordurosa. Esse processo também ocorre em outros tipos de carne e gera substâncias envolvidas no aumento do risco de inflamação e outros danos nas células e nas artérias — um fenômeno ligado, por exemplo, a problemas cardiovasculares. Dentro da UFRRJ, uma das etapas da pesquisa reproduziu o que se passa no cotidiano de qualquer cozinha brasileira. Após ser temperado com salsinha e cebolinha, o peixe foi para a grelha. “Observamos que as ervas minimizaram significativamente a degradação do colesterol da sardinha”, relata Tatiana.O resultado vem dos compostos antioxidantes do cheiro-verde, caso dos ácidos fenólicos e dos carotenoides. São os mesmos que conferem algumas das características sensoriais tão apreciadas nesses vegetais abundantes em hortas, feiras e supermercados. Além de ser ótima pedida para temperar pescados, a mistura pode ser adicionada às mais variadas preparações, incluindo o arroz com feijão. Claro que o mundo da comida não gira só em torno do cheiro-verde. Então, se a culinária da sua casa ainda não se abriu a novas experiências e combinações, que tal imitar os antigos desbravadores? Não faltam opções e culturas a descobrir — de dentro e de fora do Brasil. Com um quê de sagrado, ervas e especiarias desfilam pela história envolvidas em lendas e celebrações. Entre os antigos, havia quem acreditasse que elas vinham diretamente do Jardim do Éden. Descendo para o mundo real, hoje se sabe que os temperos reúnem uma coleção de moléculas responsáveis pelo gosto e aroma peculiares — e ainda são capazes de resguardar o corpo humano. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “Algumas dessas substâncias são produzidas para preservar a própria espécie vegetal”, explica a nutricionista Camile Zanchett, da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Isso significa que protegem a planta das mudanças do clima, do sol, de insetos e outras pragas. É o caso dos terpenos e dos fenólicos: muitos deles são voláteis e alcançam facilmente nosso nariz, arrebatando o cérebro e dando água na boca. No prato em si, esses compostos realçam o sabor da comida. Por isso, são os melhores concorrentes e substitutos do sal, cujo abuso contribui para a hipertensão. Um experimento recente com um grupo de idosos reforça esse papel: a conclusão é que apostar em temperos naturais é um jeito de estimular as papilas gustativas e, aos poucos, deixar o saleiro de lado. “Com o avançar dos anos, nossa percepção de sabor se altera”, pontua a nutricionista Lara Natacci, colunista do site de VEJA SAÚDE. Daí a sacada de recorrer a ervas e especiarias nas refeições dos mais velhos. Não só dessa turma, diga-se. “Muitos brasileiros consomem quase o dobro de sal do que é recomendado”, lamenta Camile. 

+ LEIA TAMBÉM: 22 erros na cozinha que afetam a sua saúde 

Pois saiba que os temperos vão além na defesa das artérias, como registra uma pesquisa da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Durante quatro semanas, 71 voluntários receberam um menu que incluía coentro, salsinha, pimenta, canela, alecrim e alho. Passando por um check-up depois, constatou-se uma redução significativa na pressão deles. “As espécies usadas nesse estudo são ricas em fitoquímicos que diminuem o risco cardiovascular”, comenta a nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo. 

Ervas e especiarias provam que diversidade é palavra-chave para montar o cardápio e testar preparos e sabores. Quem mais ganha com isso? O paladar e a saúde

Tempere sua rotina

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Entenda o que é afasia, condição diagnosticada no ator Bruce Willis

O ator Bruce Willis suspendeu sua carreira após ter sido diagnosticado com afasia. O nome é dado para uma disfunção que causa dificuldade de se comunicar adequadamente, afetando a compreensão de imagens e sons, bem como distintas modalidades de expressão. 

 A pessoa com afasia pode enfrentar problemas para ler textos, entender falas e sons, falar e escrever. A condição não deve ser confundida com outras, como disartria (dificuldade de articular palavras da forma correta), disfonia (que causa rouquidão) ou ainda o Alzheimer. “Temos basicamente duas áreas principais relacionadas com a linguagem. A área primária, relacionada à parte motora, aciona os músculos apropriados para verbalização. Outra área é da compreensão. Entre elas há uma conexão. É bem comum que pacientes com lesões nessa localização apresentam alterações na linguagem”, explica o neurocirurgião Ricardo Santos de Oliveira. Há dois tipos de afasia. A mais grave é denominada pelos médicos de primária. Ela está associada a doenças degenerativas e provoca a morte de neurônios. Neste caso, a evolução da condição é mais progressiva. [bloco_busca_medicamentos] Segundo a neurologista Jane Machado de Castro, do Hospital Anchieta, em Brasília, neste tipo não há tratamento ou possibilidades de recuperar os danos já estabelecidos, mas é possível lidar com os desconfortos que a condição produz. “Geralmente, é uma doença incurável, intratável e que requer tratamento multidisciplinar. Na afasia primária, é possível tentar retardar os sintomas, mas ela vai evoluir progressivamente”, explica a profissional.

Afasia secundária

O segundo tipo é nomeado de afasia secundária, e está relacionado a doenças ou episódios que ocasionam lesões no cérebro. São exemplos o traumatismo craniano, o acidente vascular cerebral (AVC) e doenças infecciosas. Nessa situação, os pacientes também sofrem com as dificuldades na compreensão da linguagem e em formas diferentes de expressão. Mas, de acordo com a médica Jane de Castro, é possível tratar a condição. “Quando uma pessoa tem um AVC e não consegue falar, ainda é possível que ela tenha potencial para se recuperar da lesão. Mas ela vai precisar de acompanhamento fonoaudiológico e de outras áreas. Numa infecção localizada, isso também pode acontecer”, diz a médica. Na afasia secundária, é possível ainda adotar medidas para prevenir a lesão ou o episódio causador da condição. A profissional lembra que há práticas importantes para evitar AVCs ou doenças cardiovasculares, como controle de peso, hábitos saudáveis, o afastamento do tabagismo e comportamentos regulares do sono. 

+ Leia também:Inovações para evitar e combater o AVC Os sintomas da doença vão aparecer na dificuldade de comunicação, como frases curtas ou com palavras e enunciados sem sentido, trocas de palavras e fonemas, além da incapacidade de entender conversas com outras pessoas. O diagnóstico é clínico, depende da análise de um médico, especializados em neurologia. O neurocirurgião Ricardo dos Santos Oliveira recomenda a procura do profissional adequado assim que os sintomas se manifestarem. “Qualquer alteração da linguagem é simples de se notar. Isso indica que possa estar ocorrendo algum problema nesse departamento do cérebro. Essas alterações assim que notadas precisam ser avaliadas. Como parte da investigação, fazemos um exame chamado ressonância nuclear magnética, que avalia com precisão todo o cérebro”, explicou. *Esse texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil

Paciente pode ter problemas para ler textos, entender falas e sons

Entenda o que é afasia, condição diagnosticada no ator Bruce Willis

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Por que os tiranossauros tinham braços curtos? Estudo sugere nova hipótese

Por Maria Clara Rossini

Os minúsculos braços dos Tyrannosaurus rex costumam ser motivo de piada entre paleontólogos (e não paleontólogos também). Afinal, como um dos maiores predadores que já andou pela Terra tinha membros tão pouco ameaçadores?

A proporção é bizarra: cada braço do T-Rex media cerca de um metro, enquanto o corpo chegava a 14 metros de comprimento. É como se um humano de 1,80 metro tivesse braços de 12 centímetros.

A teoria mais comum diz que os braços do T-Rex são órgãos vestigiais. As pernas traseiras davam conta de sustentar o peso do animal, e a mandíbula gigante era suficiente para destroçar as presas. Assim, os braços perderam a função, e acabaram atrofiando.

Uma outra teoria diz que os braços poderiam auxiliar em ataques de presas a curta distância. O tiranossauro puxaria a presa pela boca e usaria os bracinhos de um metro para rasgar e perfurar o animal. Uma das principais evidências dessa teoria são as garras presentes nos braços, que chegam a 10 centímetros de comprimento.

A terceira teoria relaciona os braços à vida sexual dos animais. Eles usariam os pequenos membros para se agarrar às parceiras durante o sexo, numa posição semelhante à dos cães.

Agora, pesquisadores da Universidade da Califórnia sugerem que o tamanho dos braços evitava que eles fossem amputados por outros tiranossauros durante um banquete. Imagine a cena: vários T-Rex famintos devorando a carcaça de uma presa. As mandíbulas gigantes poderiam cortar os braços de outros tiranossauros por acidente. Com membros menores, as chances de acabar amputado diminuem.

A teoria mais comum diz que os membros se tornaram órgãos vestigiais. Mas uma pesquisa da Universidade da Califórnia aponta para um novo caminho.

Por que os tiranossauros tinham braços curtos? Estudo sugere nova hipótese

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Assista a “Titanic – My Heart Will Go On (Music Video)” no YouTube

🌹My heart will go on

Todas as noites nos meus sonhos
Every night in my dreams

Eu lhe vejo, eu lhe sinto
I see you, I feel you

É assim que eu sei que você continua
That is how I know you go on

Bem distante
Far across the distance

E espaços entre nós
And spaces between us

Você veio para mostrar que você continua
You have come to show you go on

Perto, longe, onde quer que você esteja
Near, far, wherever you are

Eu acredito que o coração continua
I believe that the heart does go on

Mais uma vez você abre a porta
Once more, you open the door

E você está aqui no meu coração
And you’re here in my heart

E meu coração vai continuar e continuar
And my heart will go on and on

O amor pode nos tocar uma vez
Love can touch us one time

E durar para toda a vida
And last for a lifetime

E nunca deixe ir até que tenhamos ido
And never let go ‘til we’re gone

Amor era quando eu amava você
Love was when I loved you

Uma vez que eu seguraria
One true time I’d hold to

Na minha vida, nós iremos sempre continuar
In my life, we’ll always go on

Perto, longe, onde quer que você esteja
Near, far, wherever you are

Eu acredito que o coração continua (por que o coração continua?)
I believe that the heart does go on (why does the heart go on?)

Mais uma vez você abre a porta
Once more, you open the door

E você está aqui no meu coração
And you’re here in my heart

E meu coração vai continuar e continuar
And my heart will go on and on

Você está aqui, não há nada que eu tema
You’re here, there’s nothing I fear

E eu sei que meu coração continuará
And I know that my heart will go on

Nós ficaremos para sempre deste jeito
We’ll stay forever this way

Você está seguro em meu coração e
You are safe in my heart and

Meu coração continuará e continuará
My heart will go on and on

🌹Fonte: LyricFind

Compositores: James Horner / Will Jennings

Letra de My Heart Will Go On © Sony/ATV Music Publishing LLC, Universal Music Publishing Group, Songtrust Ave, DistroKid

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Matuta…por Mágica Mistura

Aqui no sítio é diferente

As montanhas que nos cercam

Deixam tudo tão verdinho

Apesar que o Sol no céu

Dura menos ,logo parte,

Se vai bem mais cedinho

Parece até outro mundo

Com brumas pela manhã

E a tardezinha tão fresca

Tem perfume de maçã

Goiaba,amora , hortelã

É certo que acaba antes o dia

Porque antes desperta também

Quem vive essa paz e silêncio

Não quer mais nada além…

Disso posso falar

Prefiro o mato à cidade

Tem árvores e cachoeira

Mais chão, menos vaidade

Tem vento cantando nas folhas

Borboletas , pirilampos

Tem o escuro da noite que chega

Toda linda e soberana

Com a Lua ,do céu a Rainha

Trazendo os mais belos sonhos

Para adornar nossa cama…

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