No dia 14 de maio de 2021, a China se tornou o segundo país a pousar um rover com sucesso em Marte, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Agora, o rover Zhurong Mars também é um dos primeiros a tirar uma “selfie” no planeta vermelho.
A China se tornou o segundo país a colocar um robô em Marte, no dia 14 de maio. Confira as outras imagens enviadas pelo rover.
O diagnóstico de apneia do sono era apenas possível após um exame que dependia de o paciente dormir no hospital ou clínica para ter seu comportamento noturno monitorado. Uma nova tecnologia agora possibilita que essa análise seja feita em casa e pelo próprio paciente.
A polissonografia dependia de o paciente passar a noite numa clínica, conectado a vários fios e monitorado por técnicos. Nova tecnologia facilita a análise
Quem frequenta feiras e o setor de hortifruti do supermercado já deve ter percebido que existem frutas disponibilizadas o ano inteiro, enquanto outras aparecem em épocas bem específicas do ano. Tangerina e morango são exemplos de espécies que costumam frequentar as gôndolas no outono, ao passo que manga e uva abundam mais nas bancas no verão.
Você leva em conta a sazonalidade ao escolher os alimentos? Entenda por que vale a pena respeitar a safra e a época do ano
Os leopardos da neve vivem nas altas montanhas – aqui no Pamir. Quando fica mais quente, eles geralmente não conseguem se mover mais alto. Foto: dpa / Igor Kovalenko / epa
Os botos-vaquita no Golfo da Califórnia, os lêmures em Madagascar, os elefantes da floresta na África Central e os leopardos das neves no Himalaia, todos […]
As auroras são um fenômeno luminoso que acontece nas camadas mais elevadas da atmosfera – de 400 a 800 quilômetros de altura – e é observado principalmente nas regiões mais próximas aos polos do planeta. A origem desse fenômeno que fascina as pessoas é teorizada por cientistas há muito tempo, mas nunca pôde ser comprovada. Até agora.
Em estudo recente, físicos relatam evidências definitivas de como o fenômeno luminoso acontece após replicar mecanismo de aceleração de partículas em laboratório
Caso o título não fale por si só, adiantamos que este não é o livro mais indicado para quem não gosta de palavrão. Ao longo de 190 páginas – que passam rápido feito uma série maratonada na Netflix –, o jornalista Tom Phillips, diretor editorial do Buzzfeed em Londres, faz um rasante sobre a história da civilização, pinçando casos em que seres humanos de todas as etnias, classes e credos se mostraram pródigos em fazer m*rda.
Um compêndio épico (e cômico) de situações em que a humanidade fez tudo errado – o que é, claro, quase sempre.
Todo ano, a Sociedade Americana de Oncologia Clínica traz um panteão de descobertas e inovações na prevenção, no diagnóstico e no tratamento do câncerem sua conferência ASCO Anual Meeting. Considerado o maior evento médico da área no planeta, o congresso teve sua segunda edição exclusivamente virtual devido à pandemia da Covid-19.
O tema do encontro em 2021 foi “Fazer o melhor pelos pacientes que cuidamos”. Além de debater tendências e divulgar pesquisas inéditas, a conferência buscou abordar a necessidade de oferecer a melhor abordagem terapêutica ao paciente independentemente de sua condição e de onde ele está — questão que remete aos desafios do acesso a uma medicina de qualidade.
Convidamos especialistas da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo a escolher os principais destaques da oncologia na conferência da ASCO em 2021
Cientistas que estudam uma abordagem promissora contra a propagação do vírus da dengue acabam de obter resultados animadores. No teste mais completo realizado até agora, a transmissão da doença foi reduzida em 77% em uma cidade da Indonésia após a introdução de mosquitos infectados com uma bactéria do gênero Wolbachia.
A dengue chega a nós a bordo de fêmeas do mosquito Aedes aegypti e infecta de 100 a 400 milhões de pessoas a cada ano, principalmente em regiões tropicais e subtropicais do planeta (como o Brasil). A doença não tem um tratamento específico, e a vacina é recomendada apenas para quem já foi infectado antes.
Nessa abordagem experimental, que já foi testada no Brasil, um microorganismo retarda a multiplicação do vírus no mosquito. Os resultados obtidos no sudeste asiático são o maior sucesso até hoje.