Veja como acompanhar o eclipse lunar total que acontecerá domingo à noite

Na noite deste domingo, 15 de maio, será possível testemunhar um evento singular. Um eclipse total da Lua ocorrerá durante a madrugada de domingo para segunda, com ponto máximo às 01h11 do dia 16, horário de Brasília. O fenômeno poderá ser observado em todo o território nacional.

No mapa, a parte clara representa a região em que o eclipse será visível.

O Brasil está no meio do mapa de visibilidade, o que significa que a Lua estará alta no céu quando o eclipse começar. Uma condição similar a essa só vai acontecer novamente no país em 2029 – até lá, os poucos eclipses totais observáveis por aqui ocorrerão perto do nascer ou do pôr da Lua.

Um eclipse acontece quando a Terra fica alinhada entre o Sol e a Lua. Dessa forma, a Terra obstrui a luz que chegaria à Lua – e acaba por “projetar” sua sombra no satélite.

O eclipse lunar total também vem acompanhado de outro fenômeno interessante, conhecido como “Lua de Sangue”. Quando o Sol nasce ou se põe, a luminosidade que chega até nós é uma luz vermelho-alaranjada. Isso ocorre porque a luz do começo ou do final do dia viaja uma distância maior, e também atravessa uma parte mais densa da atmosfera, se comparada à luz do meio-dia (que vem diretamente de cima). Assim, quanto mais moléculas os raios precisam atravessar, maior é a quantidade de luz filtrada. O que resta são as ondas de comprimentos maiores – no caso, os mais próximos do vermelho.

O que acontece na Lua de Sangue é exatamente isso. A Terra não cobre toda a luz vinda do Sol, e a que escapa percorre as beiradas da esfera terrestre. Nesse caso, a luz que chega à Lua é a mesma do nascer e pôr-do-sol que está sendo observado em um ponto da Terra – a Lua, por sua vez, reflete essa luz vermelha em quem observa o eclipse.

Ao contrário dos eclipses solares, os lunares não apresentam nenhum risco à saúde dos olhos. É como observar a Lua em um dia qualquer, completamente inofensivo.

Eclipse e Lua de Sangue poderão ser vistos em todo o território brasileiro a partir das 0h30.

Veja como acompanhar o eclipse lunar total que acontecerá domingo à noite

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Aposte…por Mágica Mistura

“Podemos apostar sem medo na mudança. Mesmo que não realize a nossa expectativa, certamente trará um novo ângulo à nossa visão dos fatos e do mundo…e isso é evolução!⁠”

Mágica Mistura

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Folhas…por Mágica Mistura

“Uma folha pode ser só mais uma na imensa floresta, mas acredite, são todas as folhas unidas em um propósito verde que formam a imensidão de vida e formas que nossos olhos contemplam.”

Mágica Mistura

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Busto romano perdido é vendido em brechó por 180 reais

Por Maria Clara Rossini

Imagine que você queira comprar um item para decorar a casa, mas sem gastar muito. Você vai a um brechó e, no meio do garimpo, encontra um busto que parece ter saído diretamente da Roma Antiga. Na bochecha da estátua, uma etiqueta com o valor: US$34,99 – ou R$180. Você compra a peça e a leva para casa no banco de passageiro do carro, presa pelo cinto de segurança.

No final das contas, você descobre que o busto, de fato, tinha saído da Roma Antiga. A colecionadora de arte Laura Young passou por essa situação em 2018. O brechó em questão ficava em Austin, no estado do Texas, nos Estados Unidos. Chegando em casa, ela percebeu que o busto parecia muito antigo e gasto, então decidiu entrar em contato com especialistas em história da arte da Universidade do Texas e duas casas de leilões.

Essa pesquisa em busca de respostas durou alguns anos. O consultor Jörg Deterling, da casa de leilões Sotheby’s, identificou que o busto fez parte do acervo de um museu alemão décadas antes. Ele colocou a colecionadora em contato com autoridades alemães.

Após comprar a peça, uma colecionadora de arte percebeu que a estátua parecia antiga e gasta – até descobrir que o busto, na verdade, tinha dois mil anos

Busto romano perdido é vendido em brechó por 180 reais

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Árvores e poemas…por Khalil Gibran

“Árvores são poemas que a terra escreve para o céu. Nós as derrubamos e as transformamos em papel para registrar todo o nosso vazio.”

💚 Khalil Gibran

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Ricos tendem a considerar políticas de igualdade como prejudiciais a eles

Em uma de suas muitas declarações infelizes ao longo do governo Bolsonaro, ainda em fevereiro de 2020, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o dólar em alta era uma coisa boa. Reclamou que, com o dólar baixo, até empregada doméstica estava indo para a Disneylândia. “Uma festa danada. ‘Pera aí’…”, lamentou. Na época desse comentário, a moeda americana já estava a R$ 4,35. Hoje, mesmo profissionais de áreas mais bem remuneradas que a dos serviços domésticos têm dificuldade em fazer turismo internacional: o dólar já está acima de R$ 5.

Mas o que Paulo Guedes, um milionário que assumiu ter uma offshore no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas, tem contra faxineiras conseguirem recursos para viajar para os Estados Unidos? A ciência já tem uma resposta para esse elitismo. 

Um estudo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, acaba de revelar que pessoas de situação econômica privilegiada tendem a interpretar políticas públicas de promoção de igualdade como prejudiciais a seu grupo. Mesmo que elas mesmas se beneficiem dessas políticas.

Estudo revelou que privilegiados costumam achar que a ajuda a pobres afeta negativamente o seu grupo. Mesmo quando não perdem um centavo com a ação.

Ricos tendem a considerar políticas de igualdade como prejudiciais a eles

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Assista a “Enya – Dreams Are More Precious” no YouTube

✨Dreams are more precious…

Venha ver, lá em cima
Come see, high above

Venha ver, alto nos céus
Come see, high in the heavens

Uma nova estrela brilhando
A new star shining bright

Da escuridão, vem uma luz
Out of the darkness, comes a light

Vem cá, sinos da meia-noite
Come here, midnight chimes

Vem cá, sinos que tocam
Come here, bells that are ringing

E de alguma costa distante
And from some distant shore

Sons de uma viagem, eco em
Sounds of a journey, echo on

Esta é a noite
This is the night

Eles dizem
They say

Todo mundo quer um sonho
Everyone wants a dream

Esta é a noite
This is the night

Eles dizem
They say

Nada é o que parece
Nothing is as it seems

Venha dormir feche os olhos
Come sleep, close your eyes

Venha dormir, me dê sua tristeza
Come sleep, give me your sorrow

E eu fico de olho por você
And I keep watch for you

Até o amanhecer, rompendo
Until the dawn is, breaking through

Até que a manhã te acorde
Until the morning wakens you

Da, Da, Da …
Da, Da, Da…

Venha sonhar durante a noite
Come dream, through the night

Venha sonhar e então amanhã
Come dream, and then tomorrow

Eles vão ver quem, o que vai saber
They’ll see who, what will know

Sonhos são mais preciosos que ouro
Dreams are more precious than gold

Sonhos são mais preciosos que ouro
Dreams are more precious than gold

Sonhos são mais preciosos que ouro
Dreams are more precious than gold

✨✨Fonte: Musixmatch

Compositores: Roma Ryan / Eithne Ni Bhraonain / Nicky Ryan

Letra de Dreams Are More Precious © Emi Music Publishing Ltd

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Quem foi Anna Jarvis, a mulher por trás do Dia das Mães

Por Maria Clara Rossini

Ann Reeves Jarvis teve 13 filhos, mas só quatro chegaram à idade adulta. No século 19, não era incomum que crianças e adolescentes perdessem a vida para doenças como tuberculose.

Em 1858, ela passou a se envolver em grupos de trabalho da igreja para combater a mortalidade infantil na comunidade onde morava, em Grafton, no estado de Virgínia Ocidental. O intuito desses grupos era ensinar às mães sobre higiene básica e saneamento, como a importância de ferver a água antes de beber. Eles ainda forneciam remédios e tratamento para famílias que estivessem doentes.

Ann Reeves tinha o desejo de criar uma data para honrar o trabalho das mães para a sociedade – mas morreu antes disso, em 9 de maio de 1905.

Anna Jarvis, uma das filhas de Ann Reeves, decidiu realizar o sonho dela e lutar pela criação de um “Dia da Mãe”. A ideia era que ele fosse no domingo, para que os filhos pudessem visitar e passar o dia ao lado de suas progenitoras. A opção pelo segundo domingo de maio foi óbvia: dessa fora, a celebração sempre cairia próxima ao dia da morte de Ann.

O primeiro Dia da Mãe ocorreu em 1908, na igreja metodista de Grafton onde Ann atuava. Na ocasião, Anna distribuiu cravos brancos, flor favorita da mãe, para as pessoas que compareceram. O intuito era que os filhos e filhas usassem as flores nesse dia em homenagem às próprias mães.

A partir daí, Anna começou uma verdadeira campanha para disseminar a data, escrevendo cartas para políticos explicando os valores envolvidos na celebração. Em 1910, o Dia da Mãe virou feriado estadual de Virgínia Ocidental. Quatro anos depois, já tinha virado feriado nacional nos Estados Unidos.

Perceba que até agora usamos “Dia da Mãe” no singular. Por quê? Essa era a proposta inicial de Anna: a de que cada filho homenageasse sua mãe individualmente – o lema da data, inclusive, era “para a melhor mãe que já existiu: a sua mãe”.

Só que o feriado tomou rumos inesperados. Alguns dos responsáveis pelo sucesso do feriado foram a indústria de flores e doces, que viram uma oportunidade de lucrar com a data. O problema: Anna nunca imaginou que sua ideia se tornaria um dia comercial.

Ela queria criar um dia para honrar a própria mãe. Mas se arrependeu ao perceber que a celebração se tornaria uma data comercial.

Quem foi Anna Jarvis, a mulher por trás do Dia das Mães

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Profunda floresta…por Mágica Mistura

Vêm da floresta profunda

Nossa mais bela verdade

Somos seres da natureza

Feitos dos elementos do Cosmo

Quem desperta e se enxerga

Nunca mais se sente só

Pois descobre num instante

Que todos somos um…

A roda gira, tudo volta

A vida é uma mudança constante.

Mágica Mistura

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Ele descobriu que médicos devem lavar as mãos. E foi dado como louco

“Vá lavar as mãos antes de comer.” Essa ordem que a gente ouve muito entre a infância e a adolescência demonstra o respeito dos nossos pais a um fato comprovado pela ciência: higienizar nossas mãos com água e sabão é uma das formas mais eficientes de evitar doenças ou passá-las para outras pessoas. 

Hoje essa relação é uma obviedade, mas o primeiro médico a constatar a associação entre esse hábito e a prevenção de males do corpo não foi celebrado por isso. Ao contrário: sofreu tanta objeção de seus pares e da comunidade científica que acabou enlouquecendo. 

Em 1846, o húngaro Ignaz Semmelweis trabalhava no Hospital Geral de Viena, onde havia duas maternidades, que acolhiam mulheres sem condições de pagar para dar à luz. Apesar do serviço gratuito, muitas gestantes preferiam ter seu parto no meio da rua a se internar na maternidade número um do hospital. Elas imploravam para parir na número dois por algo que toda mulher sem recursos sabia na época: a primeira era um lugar de onde boa parte das grávidas não saía viva. 

E essa má reputação fazia sentido. Naquele período, 10% das mulheres que davam à luz na primeira maternidade do hospital morriam de febre puerperal, uma infecção pós-parto. Na outra clínica da mesma instituição, essa taxa de mortalidade era bem menor: inferior a 4%. Mas ninguém sabia por quê.

Conheça a história de Ignaz Semmelweis, o húngaro que enfureceu obstetras ao dizer que eles deveriam ter o mais básico dos hábitos higiênicos.

Ele descobriu que médicos devem lavar as mãos. E foi dado como louco

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