Em 21 de abril de 2021, Elizabeth II completou 95 anos. E o desejo de “vida longa à rainha”, entoado inclusive no hino britânico, tem sido atendido. A despeito do clamor dos súditos, um empurrão da genética e toda uma conjuntura saudável contribuem para que ela detenha o título de monarca com maior tempo de trono do Reino Unido. Mas, coincidência ou não, um ingrediente em particular não falta no cotidiano da soberana: a Camellia sinensis, espécie que é matéria-prima para o legítimo chá. Um ex-cozinheiro do palácio revelou que o desjejum da majestade se dá com uma xícara da bebida, que, claro, também é apreciada no tradicional serviço das 5 da tarde.
Pode ser verde, branco, preto, ou na forma de matchá e kombucha… O fato é que as bebidas feitas com a Camellia sinensis mantêm a popularidade em alta
Dias depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretar a pandemia pelo novo coronavírus, em março de 2020, um estudo com pacientes na Itália já relatava a perda do olfato e do paladar como um dos sintomas de Covid-19. Em abril do mesmo ano, foi publicado o primeiro estudo sobre o impacto neurológico da doença, com centenas de pessoas.
Desde então, investigações sobre as consequências da Covid-19 no cérebro têm sido realizadas, abordando desde os efeitos observados na fase aguda até as possíveis sequelas neurológicas – relatadas por cerca de 30% dos pacientes que se recuperaram.
Já se sabe que esse é um dos vários órgãos afetados pelo Sars-CoV-2. Agora, pesquisadores estão empenhados em desvendar as repercussões disso
Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia indicou que no máximo 7% do nosso DNA é exclusivamente humano. Os cientistas investigaram o genoma de humanos modernos e de hominídeos (indivíduos de espécies primitivas) por meio de uma nova ferramenta de análise desenvolvida pela equipe.
“A árvore genealógica evolucionária mostra que existem regiões do nosso genoma que nos tornam unicamente humanos”, disse Richard Green, co-autor do estudo publicado na revista Science Advances. “Agora temos um catálogo desses genes, e é uma fração surpreendentemente pequena do genoma.”
Pesquisadores analisaram genomas humanos modernos em comparação a genomas de hominídeos e descobriram que uma fração de 1,5% a 7% de nosso DNA é única.
Numa bisnaguinha, item de grande apelo entre as crianças, foram constatados resíduos de oito agrotóxicos diferentes. “Embora as empresas aleguem se manter dentro dos limites permitidos, o que é verdade, elas precisam ter um controle maior da matéria-prima utilizada na fabricação para zerar esses níveis”, defende Rafael Arantes, nutricionista do Idec. “Não se pode menosprezar o efeito cumulativo e os riscos da exposição crônica a essas substâncias.”
Estudo inédito acende alerta ao encontrar resíduos de substâncias potencialmente perigosas nesses produtos
Um estudo publicado recentemente sugere que realizar atividades estimulantes para a mente (como ler e montar quebra-cabeças) durante a velhice pode adiar em até cinco anos o aparecimento do Alzheimer – doença neurodegenerativa cujos principais sintomas incluem perda de memória e confusão mental.
A hipótese de que manter o cérebro ativo atrasa a manifestação da demência já havia aparecido em pesquisas anteriores, mas os pesquisadores responsáveis por este estudo quiseram testá-la e investigar a relação entre diferentes níveis de atividade cognitiva e a idade de início do Alzheimer.
Pesquisadores analisaram 1,9 mil idosos por um período médio de 7 anos e perceberam que atividades como ler e montar um quebra-cabeça davam vantagens para quem as realizava com frequência.