“Tudo o que dorme é criança de novo. Talvez porque no sono não se possa fazer mal, e se não se dá conta da vida, o maior criminoso, o mais fechado egoísta, é sagrado, por uma magia natural, enquanto dorme. Entre matar quem dorme e matar uma criança não conheço diferença que se sinta.”
O inventor sérvio Nikola Tesla sobrevive no imaginário popular como sinônimo de gênio louco e incompreendido. Contribuiu com a idealização das redes elétricas de corrente alternada que hoje abastacem praticamente todas as residências do mundo – e assinou um enorme número de patentes que lhe renderam fortuna razoável. Mesmo assim, morreu sozinho e endividado, morando em um quarto de hotel em Nova York.
Uma criação pouco conhecida de Tesla foi uma válvula. “Válvula”, no jargão dos engenheiros, é qualquer dispositivo que ora interrompe, ora permite a passagem de um gás ou líquido. O jeito mais basicão de fazer uma válvula é montar uma portinhola que deixa a água passar quando ela vem de uma direção – mas fecha sob a força da própria água quando o líquido vem da direção oposta. Veja o GIF abaixo:
É possível que o mecanismo desacelere a passagem da comida pelo sistema digestório – permitindo a máxima absorção de nutrientes.
Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de Covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.
Testes em laboratório mostram que variante Gamma não é neutralizada
Se você já tentou oferecer remédio ao seu cachorro fingindo ser comida, sabe bem que enganá-los não é tarefa fácil. E, ao que parece, eles superam alguns primatas e até bebês humanos quando o assunto é enganação.
Uma nova pesquisa, publicada na revista científica Proceedings of the Royal Society B, mostrou que os cães sabem quando nós estamos mentindo. E mais: em alguns casos, eles deixam a lorota passar; em outras, não.
Pesquisadores da Universidade de Viena, na Áustria, realizaram uma série de testes para avaliar o comportamento dos cachorros quando enganados. Participaram, no total, 260 cães de raças diversas, todas puras.
Por outro lado, quando confiam nos humanos, os animais parecem seguir ordens mesmo estando cientes de que não obterão vantagens. Entenda.