Palavras sábias e confortantes com a querida Lúcia Helena Galvão…
Nova Acrópole aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
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Camboriú SC Brasil
“Para viajar basta existir.”
🦋Fernando Pessoa

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A médica Maria de Lourdes Teixeira da Silva sabe bem como fica o corpo depois da Covid-19. No ano passado, precisou de 15 dias de internação para lidar com a forma grave da doença, mas levou alguns meses para superar totalmente o quadro, hoje chamado de pós-Covid.
“Me recuperei devagarzinho, mas tive muita sensação de fadiga e uma queda de cabelo horrível”, relembra a diretora do GANEP Nutrição Humana. Ela não está sozinha: estudos revelam que uma em cada três pessoas que contraem o coronavírus podem apresentar alguma queixa a longo prazo.
Em um bate-papo com VEJA SAÚDE, Maria de Lourdes conta como a alimentação pode auxiliar quem está nesse processo. Confira!
Médica explica como o cardápio ajuda a resgatar a massa muscular perdida e a lidar com outras consequências do coronavírus
Entrevista: “A alimentação tem papel importante na recuperação pós-Covid”
publicado originalmente em Veja saúde

Quando o bebê nasce antes de completar 37 semanas de gestação, o parto é considerado prematuro. Na maioria dos casos, o recém-nascido é transferido para a UTI neonatal, onde deve ficar por alguns dias ou até semanas ganhando peso, sendo monitorado e realizando exames – que podem incluir alguns procedimentos dolorosos, como coletas de sangue e até a inserção de tubos para alimentação e respiração.
Não dá para driblar esses cuidados, mas pesquisadores buscam formas de torná-los menos agonizantes para os pequenos, sem ter que recorrer a intervenções medicamentosas. Um estudo publicado na revista Scientific Reports mostra que a solução pode estar mais próxima do que os cientistas imaginavam: na voz das mães. Pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, analisaram 20 bebês prematuros que estavam internados no Hospital Parini, na Itália. Eles acompanharam várias coletas de sangue desses recém-nascidos, avaliando como a presença da voz da mãe interferia nos níveis de dor e na liberação do hormônio ocitocina (ligado ao vínculo e relaxamento) nas crianças.
De acordo com cientistas, o som da voz materna ajuda a diminuir a dor dos recém-nascidos e aumentar seus níveis de ocitocina enquanto eles passam por procedimentos na UTI neonatal.
Ouvir a voz da mãe pode diminuir a dor em bebês prematuros, sugere estudo
publicado originalmente em superinteressante
Uma análise precisa e embasada com Bob Fernandes…
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Cheio de “pobrema” para resolver,e o chefe andando a cavalo ,seguido, é claro,dos fanáticos que o “endeusam”.
É lindo como o líder da nação se preocupa com a situação do Brasil.
Até quando e até que ponto vão o ridículo e a afronta à nossa inteligência?
FORAAAAA BOLSONARO 🤡🤬

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Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil
“A morte não extingue, transforma; não aniquila, renova; não divorcia, aproxima.”
🌻Rui Barbosa

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É agridoce para o jornalista de saúde escrever sobre notícias falsas. Por um lado, há a oportunidade preciosa de explicar ao leitor por que elas são tão perigosas. Por outro, paira na mente o dilema de que as semanas de pesquisa, entrevistas e elaboração dos textos pouco adiantarão para mudar a cabeça de quem já foi contaminado por elas.
Afinal, basta uma linha desmentindo a utilidade de determinado remédio no tratamento da Covid-19 ou alertando sobre a real gravidade da doença e pronto: perde-se qualquer oportunidade de diálogo e o sujeito se volta a fontes que, embora suspeitas, dizem o que ele gostaria de ouvir.
Charlatanismo e alegações enganosas não são novidade na área da saúde. Há séculos, falsas curas são promovidas mediante situações dramáticas feito epidemias ou como alternativas ao tratamento de doenças difíceis de controlar.
Elas se espalham mais rápido que o próprio coronavírus, com efeitos drásticos para a saúde. Aprenda a se imunizar contra essa praga da era digital
Fake news colocam a saúde em risco – saiba como se blindar
publicado originalmente em Veja saúde