A nova ferramenta do Google em parceria com a organização sem fins lucrativos World Resources Institute é capaz de identificar os recursos presentes na superfície da Terra quase em tempo real. A empresa acredita que a ferramenta Dynamic World ajudará governos e pesquisadores a tomarem providências mais eficazes para combater as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade.
Uma imagem gerada pelo Dynamic World da superfície de Salvador.
Os cientistas por trás da ferramenta publicaram um artigo detalhando o funcionamento da tecnologia. Ela usa um sistema de machine learning (aprendizado de máquina) conhecido como “aprendizado hierárquico” somado a imagens do satélite Copernicus Sentinel-2 para desenvolver um mapa de cobertura da Terra em alta resolução que diferencia terrenos com características específicas – como árvores, grama, plantações, água ou construções.
Imagem da cidade de Brasília.
A precisão do Dynamic World permite identificar cada tipo de superfície.
“Os mapas globais atuais de cobertura do solo podem levar meses para serem produzidos e, normalmente, fornecem dados apenas mensalmente ou anualmente,” relata a empresa no anúncio. Segundo eles, mais de 5.000 imagens do Dynamic World são produzidas todos os dias, resultando em dados de superfície que vão desde junho de 2015 até poucos dias atrás.
O Dynamic World promete ser mais preciso que os outros mapas do tipo – e pode ser essencial para monitorar biomas e prever transformações na natureza.
Pergunte a qualquer pessoa qual é sua cor favorita. Há uma boa chance de que você ouça “azul” como resposta. A professora Lauren Labrecque, da Universidade de Rhode Island, nos Estados Unidos, faz essa pergunta a todas as suas turmas. Ela já tem um slide preparado em que se lê “80% de vocês disse azul”. Geralmente, a professora está certa.
E essa preferência não é exclusiva dos universitários. Nos anos 1990, a empresa de giz de cera Crayola fez enquetes perguntando às crianças quais seriam suas cores favoritas – e o azul ficou em primeiro lugar. Na verdade, a cor azul é a predileta desde as primeiras pesquisas sobre o assunto. Ela já aparece no célebre “Teoria das Cores”, de Johann Wolfgang von Goethe, publicado em 1810.
Ele aparece em primeiro lugar desde as primeiras pesquisas sobre o tema, nos anos 1800. Entenda o que define qual é a sua cor favorita.
Você provavelmente pensa em cachorros quando o assunto é auxílio animal em missões de busca e resgate. Mas ratos gigantes africanos também podem ser úteis para encontrar vítimas de desastres sob escombros. É o que propõe uma organização sem fins lucrativos chamada APOPO (sigla em holandês para “Desenvolvimento de Produtos para Remoção de Minas Terrestres Anti-Pessoal”).
Os ratos da espécie Cricetomys ansorgei são endêmicos da Tanzânia, onde fica a sede da APOPO. Como cães, eles têm olfato apurado e são capazes de passar por treinamentos específicos. Mas apresentam algumas vantagens: podem trabalhar com vários treinadores, são relativamente fáceis de se transportar e têm maior agilidade.
Por isso, os ratos são protagonistas de projetos humanitários da APOPO há duas décadas. Eles são criados e treinados para detectar tuberculose em amostras de escarro humano em países como Tanzânia e Etiópia ou farejar minas terrestres em Camboja, Moçambique e Angola.
Organização começou a treinar roedores em 2021 para encontrar vítimas sob escombros; a expectativa é que eles entrem em ação no próximo ano. Entenda.
Quando você vai fazer alguma tarefa, e faz errado, um grupo específico de neurônios dispara para registrar aquilo – e gera um alerta que é enviado para várias áreas do cérebro, como as relacionadas à memória, às emoções e ao planejamento. Esse grupo de “neurônios juízes”, que tocam o alarme, foi descoberto por cientistas do hospital Cedars Sinai (1), nos EUA.
Eles monitoraram a atividade cerebral de 34 voluntários que têm epilepsia, e haviam recebido implantes de eletrodos no cérebro. Os pacientes foram submetidos a dois testes de reconhecimento de padrões (identificar números exibidos numa tela e dizer em qual cor uma palavra estava escrita).
Só que ambos eram projetados para induzir erros – a palavra “verde”, por exemplo, aparecia escrita em vermelho. Os neurônios detectores de erros ficam no córtex pré-frontal medial, que coordena a tomada de decisões.
Segundo os cientistas, a hiperatividade deles pode ser a causa do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), em que a pessoa refaz muitas vezes as mesmas tarefas.
Fonte 1. The geometry of domain-general performance monitoring in the human medial frontal cortex. Z Fu e outros, 2022.
Conjunto de neurônios é especializado em detectar quando erramos em alguma tarefa – e dispara um alerta que se propaga por várias regiões cerebrais
O brasileiro médio passou 5,4 horas por dia no celular em 2021 – 30% mais em relação a antes da pandemia. Essa é uma das conclusões do relatório State of Mobile, que avalia métricas do uso de smartphones. Confira:
–
Spoiler: muito. Veja como o Brasil se compara ao resto do mundo.
“Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.”