Desempenho « Escultura de fogo », La Miroiterie, Paris, França – 2006: Barbara Crane Navarro
« Os xamãs Yanomami que lutam contra a epidemia de xawara veem a imagem da doença aparecer forma de tiras de tecido escarlate. A epidemia de xawara está se aproximando e sua fumaça está vermelha brilhante! Ele transforma o céu em um fantasma […]
O seu cachorro de estimação provavelmente identifica imediatamente (e com bastante alegria) a palavra “passear”. Talvez ele também conheça alguns comandos, como “sentar” ou “deitar” – mas talvez seja mais distraído quanto aos nomes de objetos do dia a dia, como os de seus brinquedos. Isso é comum entre os cães: de algum modo, eles têm maior facilidade com palavras associadas a ações.
Mas existem alguns cachorros excepcionalmente talentosos com palavras. Em um novo estudo, pesquisadores descobriram cães que podem aprender até 12 novos nomes de brinquedos em uma semana – e lembrar das palavras por pelo menos dois meses.
Os animais apresentaram suas habilidades ao Genius Dog Challenge (“desafio do cachorro gênio”, em inglês), realizado por pesquisadores da Hungria e que reúne aqueles que seriam os cães mais espertos do mundo. O desafio consiste em uma série de experimentos transmitidos ao vivo em redes sociais, nos quais os pets mostram suas habilidades, e faz parte de um projeto maior de pesquisa sobre aprendizagem e processamento de línguas em cachorros.
Uma nova pesquisa da Hungria descobriu pets com bastante talento para decorar nomes de objetos – um deles, inclusive, é brasileiro. Confira.
De forma geral, todo mundo sabe que a internet não é lá o lugar mais saudável do mundo.
Ao longo dos anos, ela tem se mostrado uma faca de dois gumes: ao mesmo tempo que facilitou o acesso à informação, abriu as portas para a desorientação e as fake news. Instaurou novos hábitos e riscos, mudando a forma de realizar operações bancárias e comprar produtos, mas também dominando nossos dados pessoais e servindo como armadilha para golpes.
Por meio das redes sociais, a internet criou espaço para comunidades e trocas incríveis, só que, em paralelo, deu vazão à intolerância e ao discurso de ódio, representados na figura dos trolls (gente que causa deliberadamente confusão no ambiente online) e dos haters (os promotores do ódio).
Claro, isso não acontece porque a internet em si é ruim. Ela é, antes de mais nada, um meio, uma plataforma. Mas as redes sociais, em particular, têm um potencial de induzir comportamentos muitas vezes desmedidos em frente às telas, sem falar no seu aspecto viciante, como acusam alguns estudos.
Críticas podem virar discurso de ódio nas redes sociais, gerando problemas emocionais e sociais. Como se blindar e não cair nesse tipo de comportamento?
Há 200 milhões de anos, um dinossauro do tamanho de uma galinha habitava o que conhecemos hoje como País de Gales. Apesar de parecer pouco ameaçador, o animal era carnívoro e estava no topo da cadeia alimentar. O Pendraig milnerae, como foi batizado, era um terópode típico, que andava sobre duas pernas como seus primos T. Rex e Velociraptor. A única diferença é que ele habitou a Terra bem antes de seus parentes.
Sua história começou no Período Triássico Superior (período que vai de 237 a 201 milhões de anos atrás). Ele foi descoberto por pesquisadores do Museu de História Natural de Londres, no Reino Unido. A descrição completa do réptil foi publicada nesta quarta-feira (6) na revista Royal Society Open Science.
Para começar a conhecê-lo, vale entender a história por trás de seu nome: Pendraig milnerae. Pendraig significa “dragão chefe” – uma referência à posição de predador diante dos outros animais na época em que viveu. Milnerae, por sua vez, é uma homenagem à paleontóloga Angela Milner, que faleceu em agosto deste ano e teve grande importância para a descrição da espécie.
Fósseis encontrados no País de Gales sugerem que o terópode passou por um processo evolutivo conhecido como nanismo insular. Entenda.