Sou eu que vou seguir você Do primeiro rabisco até o bê-a-bá Em todos os desenhos Coloridos vou estar A casa, a montanha, duas nuvens no céu E um sol a sorrir no papel
Sou eu que vou ser seu colega Seus problemas ajudar a resolver Te acompanhar nas provas bimestrais Você vai ver Serei de você confidente fiel Se seu pranto molhar meu papel
Sou eu que vou ser seu amigo Vou lhe dar abrigo Se você quiser Quando surgirem seus primeiros raios de mulher A vida se abrirá num feroz carrossel E você vai rasgar meu papel
O que está escrito em mim Comigo ficará guardado Se lhe dá prazer A vida segue sempre em frente O que se há de fazer
Só peço a você um favor Se puder Não me esqueça num canto qualquer
Só peço a você um favor Se puder Não me esqueça num canto qualquer
A Segunda Emenda à Constituição dos Estados Unidos dá à população o direito de portar armas, em prol de sua legítima defesa. Quem lê isso pode lembrar que essa liberdade para se defender é justamente o argumento do presidente Jair Bolsonaro em suas tentativas de aprovar no Congresso leis que facilitem o acesso de brasileiros civis a armas de fogo. Remonta à frase de Juracy Magalhães, embaixador no período da Ditadura Militar: “se é bom para os EUA, é bom para o Brasil”. Só que há duas questões importantes a se considerar aqui.
1 – A Segunda Emenda foi elaborada no século 18, mais especificamente em 1791, e nasceu num contexto de luta por independência das antigas colônias britânicas e espanholas no país. Ter grupos de cidadãos armados era uma forma de proteger o território, já que não havia Forças Armadas capazes de abranger toda a vastidão americana.
2 – Se teve sua função séculos atrás, hoje estudos confirmam que facilitar o acesso às armas não é bom para os Estados Unidos. Nem seria para o Brasil.
A prevalência da vontade de políticos conservadores manteve até hoje, ainda que com alterações, a lei de séculos atrás. E o resultado é que os EUA são, de longe, o país com mais tiroteios em massa entre os países desenvolvidos. Mas de longe mesmo: entre 1998 e 2019, houve 101 desses massacres no país. Na França, o segundo lugar desse ranking, houve 8.
No Texas, onde um atirador matou 19 crianças de 7 a 10 anos, a legislação permite que adultos carreguem armas sem autorização especial nem treinamento.
“Novos caminhos são por vezes difíceis de aceitar. Nossa visão engessada nos trava a espontaneidade. Podemos em momentos de dúvida, nos inspirar nas crianças e filhotes em geral…sempre dispostos e disponíveis para novas aventuras e descobertas.”
Fio, se suncê precisá É só pensá na Vovó Que Ela vem te ajudá Pensa numa estrada longa, zifio Lá no seu jacutá E numa casinha branca, zifio Que a vovó tá lá Sentada num banquinho tosco, zifio Com sua rosário na mão Pensa na Vovó Maria Redonda Fazendo Oração