Assista a “Tuim Nova Era – Cura do Beija-Flor `part esp família NAI` (Música de Rezo)” no YouTube

🌻Cura do Beija-flor

Cura ayahuasca, ayahuasca cura 

Hey cura, ayahuasca wachumita

Cura ayahuasca, ayahuasca cura

Hey cura, ayahuasca wachumita


Cura jibóinha, jiboiita cura

Hey cura, cura cuerpecito

Cura jibóinha, jiboiita cura

Hey cura, cura cuerpecito


Cura espirito, cura pensamento

Hey cura, cura cuerpecito

Cura espirito, cura pensamento

Hey cura, cura cuerpecito


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração
E
Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração


Viva pachamama, viva a floresta

Vem voar comigo nas asas dessa floresta

Viva pachamama, viva a floresta

Vem voar comigo nas asas dessa floresta


Viva a alegria, viva o amor

Me mostra o caminho, da vida e sabedoria

Viva a alegria, viva o amor

Me mostra o caminho, da vida e sabedoria


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração





A cura vem chegando, nessa miração





Receba esta cura a cura do coração




A cura vem chegando, nessa miração





Receba esta cura a cura do coração





Viva pachamama, viva a floresta





Vem voar comigo nas asas dessa floresta




Viva pachamama, viva a floresta




Vem voar comigo nas asas dessa floresta





Viva a alegria, viva o amor





Me mostra o caminho, da vida e sabedoria




Viva a alegria, viva o amor





Me mostra o caminho, da vida e sabedoria

🌻Tuim Nova Era

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Panaceia da cannabis medicinal é discutida em congresso de neurociência

Por Diogo Sponchiato

A panaceia do canabidiol: assim foi batizada uma das principais sessões de discussão do 21º Congresso de Cérebro, Comportamento e Emoções, realizado há pouco no frio de Gramado (RS). A mesa-redonda reuniu profissionais que estudam ou lidam na prática clínica com essa substância originária da maconha, alvo de pesquisas e esperanças no tratamento de condições que vão de autismo a demência. A Cannabis sativa possui mais de 150 canabinoides, entre os quais se destacam o tetrahidrocanabinol (THC), elemento por trás do efeito psicoativo da maconha (o “barato”), e o canabidiol (CBD), componente que desperta maior interesse para fins terapêuticos e não altera o estado de consciência nem gera dependência. Regularizado para uso medicinal no Brasil, o CBD está com a demanda em alta: cada vez mais médicos prescrevem a substância e pacientes veem nela uma oportunidade de controlar problemas que envolvem dores, crises convulsivas ou ansiedade. O composto é adquirido em farmácias ou importado por meio de receita médica e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ganho de popularidade caminha em paralelo a dois fenômenos: o desenvolvimento de estudos que investigam a eficácia e a segurança do tratamento em diversos contextos e o marketing que, em algumas situações, beira o charlatanismo. Se por um lado há gente séria apurando os benefícios e as limitações do canabidiol, por outro há profissionais sem capacitação adequada receitando um “óleo milagroso”, capaz de curar doenças sozinho − o que está longe de ser verdade. Daí a mesa-redonda na última edição do Brain, como o maior congresso de neurociência do país é conhecido no meio acadêmico. Afinal, o que há de comprovado no uso terapêutico da cannabis e o que precisa ser mais bem compreendido antes de as pessoas saírem tomando ou prescrevendo por aí? Com a palavra, os especialistas.

Médicos e pesquisadores debatem as expectativas e as evidências científicas para a utilização de substâncias derivadas da maconha no tratamento de doenças

Panaceia da cannabis medicinal é discutida em congresso de neurociência

publicado em Veja saúde

Mágicas Imagens ✨✨

Praia de Cabeçudas+Itajaí SC Brasil

“Fingir demência”, “surtado” e outras expressões capacitistas para banir do vocabulário

Nas entrelinhas do que (e como) falamos, está nossa visão de mundo. Afinal, as línguas se desenvolvem de acordo com o ambiente em que estão inseridas e com a cultura de seus falantes.

Até aí, tudo bem. O problema é que, por conta disso, aspectos nada louváveis das sociedades podem acabar aparecendo em uma série de palavras e expressões – que, às vezes, usamos sem perceber.

Um exemplo é o capacitismo: a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência (PCD) física ou mental. A mentalidade capacitista pressupõe que esses indivíduos são necessariamente menos aptos a realizar tarefas do cotidiano ou incapazes de vivenciar determinadas experiências.

Isso se manifesta no oferecimento de tratamento desigual – desfavorável ou favorável demais. Sabe quando alguém despreza as PCD ou fala como se fossem indivíduos “especiais”, dignos de pena ou ajuda? Esses são comportamentos capacitistas a serem evitados – e não só porque ofendem essas pessoas (embora isso já seja motivo suficiente).

“O preconceito e o estigma colocam diversas barreiras no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais”, diz o psiquiatra Thiago Rodrigo, professor colaborador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Isso porque essa mentalidade constrange e afasta do convívio social quem tem esses transtornos – ou mesmo pessoas próximas a eles – e dificulta a adesão ao tratamento.

A língua carrega preconceitos enraizados na sociedade. Mas é possível mudar: entenda o que é capacitismo e como escrever (e falar) de forma mais inclusiva.

“Fingir demência”, “surtado” e outras expressões capacitistas para banir do vocabulário

publicado em superinteressante

Desisti…por Mágica Mistura

“Desisti de entender a vida… é complicada demais. De agora em diante vou me dedicar a sentir. Respirar com a pele, falar com os olhos, degustar com os ouvidos ,⁠ inspirar e expirar as melodias. E o mais importante, deixar o racional de lado, e dar asas à sabedoria do meu eterno espírito.”

✨Mágica Mistura

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Lar…por Mágica Mistura

“Eles seguiram o caminho coberto de bruma e rodeado de velhos carvalhos. Quando deram por si, a Terra das Fadas já se destacava à sua frente, a neblina havia desaparecido e o que se via era o brilho do sol misturado ao mais colorido arco-íris que eles já tinham presenciado. De volta ao lar, finalmente.”

✨Mágica Mistura

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Sentir…por Fernando Pessoa

“A maioria pensa com a sensibilidade, e eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar.”

🌷Fernando Pessoa

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Assim é…por Mágica Mistura

“Meu desejo para hoje: Que essa abençoada chuva lave de mim toda ignorância, arrogância e orgulho…e que em troca, me banhe em discernimento, empatia e humildade. Assim é!”

✨Mágica Mistura

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Atualidade e informação? Temos sim.

O mundo de olho no que acontece nesse Brasil distópico.

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Cientistas recriam perfume usado por Cleópatra. Saiba qual cheiro ele tinha

Ruínas, ferramentas, ornamentos, documentos. São achados desse tipo que geralmente orientam arqueólogos no estudo de sociedades antigas. Mas, recentemente, alguns pesquisadores passaram a se dedicar também a coisas intangíveis – como cheiros.

Nesse tipo de trabalho, os cientistas buscam identificar moléculas de substâncias aromáticas preservadas em objetos antigos. E não só: às vezes, tentam também reconstruir alguns desses cheiros.

É o caso da equipe liderada por Robert Littman e Jay Silverstein, arqueólogos da Universidade do Havaí, que afirmam ter descoberto qual era o perfume usado por Cleópatra. A última rainha do Antigo Egito, que esteve no poder entre 51 a.C. e 30 a.C., provavelmente recorria a uma fragrância popular entre a elite egípcia: o perfume mendesiano, fabricado na antiga cidade de Mendes.

Em 2021, escavações em Thmouis, nos arredores de Mendes, descobriram os restos do que seria uma fábrica de perfumes de 2,3 mil anos, com fornos e recipientes feitos de argila que continham resíduos das fragrâncias. Neste lugar, acredita-se, eram produzidos perfumes que ficaram famosos em todo o Mediterrâneo.

Os pesquisadores estudaram a composição química dos resíduos nos frascos e consultaram escritos antigos, gregos e romanos, que indicariam a receita do perfume mendesiano. As tentativas de recriar a fragrância incluíram ingredientes como óleo de tâmara, mirra, canela e resina de pinheiro.

Segundo os cientistas, a base para os perfumes e unguentos egípcios não era álcool, mas sim óleo vegetal ou gordura animal. Os fabricantes obtinham os aromas a partir da fumaça da queima de resinas, cascas e ervas, ou da maceração de flores, especiarias e madeira.

Em estudo publicado na revista Near Eastern Archaeology, a equipe de Littman e Silverstein explica como alcançou um perfume que seria próximo ao mendesiano, apelidado “Eau de Cleopatra”. Ele seria uma mistura forte, mas agradável e adocicada, produzido a partir de mirra e canela. O aroma famoso entre membros da elite também seria duradouro (qualidade associada aos perfumes egípcios), permanecendo potente por cerca de dois anos.

Para montar a receita da fragrância, estudo analisou resíduos de uma fábrica de perfumes egípcia de 2,3 mil anos, além de antigos escritos gregos e romanos.

Cientistas recriam perfume usado por Cleópatra. Saiba qual cheiro ele tinha

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