Fio, se suncê precisá É só pensá na Vovó Que Ela vem te ajudá Pensa numa estrada longa, zifio Lá no seu jacutá E numa casinha branca, zifio Que a vovó tá lá Sentada num banquinho tosco, zifio Com sua rosário na mão Pensa na Vovó Maria Redonda Fazendo Oração
“Os contos de fada são imortais e encantam. Essas histórias envolventes usam fantasia e magia, e nos ajudam a encarar situações apavorantes e difíceis, na certeza de que tudo há de acabar bem . Com esses contos, encontramos onde há o impossível, um motivo a mais para sonhar e crer de todo coração que tudo é possível…”
“Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiura, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.”
Experimentos de laboratório conduzidos por uma equipe de pesquisadores dos EUA, Reino Unido e África do Sul mostraram que o aumento da temperatura na Antártida pode colocar em risco a vida do único inseto da região.
Geralmente menor que 1 centímetro de comprimento, o artrópode pequenino Belgica antarctica também é o maior animal terrestre a nunca entrar no oceano. O seu ciclo de vida, marcado por quatro estágios larvais, ocorre em meio a leitos úmidos de musgo e algas, em que ele se alimenta da vegetação e dos resíduos apodrecidos.
Até mesmo esses refúgios congelam durante os invernos rigorosos da Antártida, bloqueando a umidade e ameaçando congelar, também, os insetos. Então, o mosquito desenvolveu uma estratégia para resistir ao frio e evitar a morte.
Como proteção contra o dano causado pelos cristais de gelo, ele se seca lentamente. Sob as condições certas, os insetos têm grande chance de sobreviver até o verão, mesmo depois de perder até três quartos de sua umidade.
Na Península Antártica, microclimas como os ocupados pelo inseto tendem a oscilar entre -5 e 0 graus Celsius. Protegidas por camadas de neve e gelo, as temperaturas podem despencar ao ar livre, mas tem pouco efeito no habitat coberto do bicho.
Um pequeno artrópode aprendeu a perder umidade para sobreviver ao congelamento – e essa pode ser sua ruína.