Estudos baseados no corpo embalsamado podem ajudar cientistas a compreender os cuidados pré-natais do passado.
No século 19, uma múmia foi doada à Universidade de Varsóvia, na Polônia, e guardada no Museu Nacional da capital. Por muito tempo, pesquisadores acreditaram que aquele corpo pertencia a uma mulher, mas não foram feitos muitos estudos e a figura misteriosa foi deixada de lado. Um século depois, cientistas resolveram estudar o caixão e acabaram decifrando os escritos do sarcófago. Havia ali o nome de um homem, o provável falecido.
“Pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes. É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o céu, enquanto que as cheias as baixam para a terra, sua mãe.”