A CPI da covid continua…
E o ex Ministro da Saúde (?!) ,quer se dar ao luxo de não falar…
Ele parecia bem mais à vontade no shopping dia desses…
O Henry têm mais informações.

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
A CPI da covid continua…
E o ex Ministro da Saúde (?!) ,quer se dar ao luxo de não falar…
Ele parecia bem mais à vontade no shopping dia desses…
O Henry têm mais informações.

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Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil
Todos precisamos de espaço
Físico,mas não somente
Espaço para as idéias, prá cabeça
Um lugar íntimo, aconchegante
Onde sejamos nós,e só nós
Momento de estar consigo
Aprender com o silêncio
Caminhar com a alma livre
Juntar sonhos e pé no chão
Se enxergar por inteiro…
…e daí extrair o sumo,o melhor
Descobrir assim sua missão de vida
À quê viemos,o porquê
Amo esses instantes ,amo ficar comigo
A convivência com outros faz parte
É preciso a interação,sermos “nós”
Mas a descoberta do “eu”,
Essa se dá no nosso íntimo
Nos mais precioso…
Momento a sós…

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“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.”

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Mais um surpreendente dia na CPI da covid… só que não!
Cada dia aparece mais sujeira do governo, algumas graves demais até para fazer piada…
É a Tvafiada…

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Publicado originalmente em Barbara Crane Navarro: Foto: Ricardo Stuckert « série Índios Brasileiros » “Quando você corta as árvores, agride os espíritos de nossos ancestrais. Ao procurar minerais, você perfura o coração da Terra. E quando você derrama venenos na terra e nos rios, produtos químicos agrícolas e mercúrio das minas de ouro, você enfraquece os espíritos,…
“Quando você corta as árvores, agride os espíritos de nossos ancestrais. Ao procurar minerais, você perfura o coração da Terra…”
Liberdade sem oportunidade
Abolição sem inclusão
Igualdade sem equidade
Sociedade com grilhão
Ironias da vida, atraso
A cor da pele conta ?!
A humanidade não superou
Prossiguamos, é preciso
Há de mudar esse estigma …
Trocou o milênio
E nossa mentalidade primitiva
Concebe o inconcebível
Castas,classes,credos e raças
E a cor da aura,da alma…
Quem olha ?!
Sintam com o espírito
Nossa essência é única,
Somos criados iguais,
A cor da casca… pouco importa
Quando a morte retira nossa capa
O que se mostra é nossa verdadeira cor
Que seja luminosa e bela
Que brilhe e espalhe amor
Com coragem ,com respeito
Que encaremos a verdade
Mãos dadas, vamos em frente
O Universo é diversidade 🤎🤍🖤

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🤎Coisa da antiga…
Na tina, vovó lavou, vovó lavou
A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje mamãe me falou de vovó só de vovó
Disse que no tempo dela era bem melhor
Mesmo agachada na tina e soprando no ferro de carvão
Tinha-se mais amizade e mais consideração
Disse que naquele tempo a palavra de um mero cidadão
Valia mais que hoje em dia uma nota de milhão
Disse afinal que o que é de verdade
Ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou
A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje o olhar de mamãe marejou só marejou
Quando se lembrou do velho, o meu bisavô
Disse que ele foi escravo mas não se entregou à escravidão
Sempre vivia fugindo e arrumando confusão
Disse pra mim que essa história do meu bisavô, negro fujão
Devia servir de exemplo a esses nego pai João
Disse afinal que o que é de verdade ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou
A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar
Muita fumaça e calor no ferro de engomar
🤎 Fonte: Musixmatch
Compositores: Nei Braz Lopes / Wilson Moreira Serra
Letra de Coisa da Antiga © Edicões Musicais Tapajos Ltda

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Lá na úmida senzala,
Sentado na estreita sala,
Junto ao braseiro, no chão,
Entoa o escravo o seu canto,
E ao cantar correm-lhe em pranto
Saudades do seu torrão…
De um lado, uma negra escrava
Os olhos no filho crava,
Que tem no colo a embalar…
E à meia voz lá responde
Ao canto, e o filhinho esconde,
Talvez pra não o escutar!
“Minha terra é lá bem longe,
Das bandas de onde o sol vem;
Esta terra é mais bonita,
Mas à outra eu quero bem!
“0 sol faz lá tudo em fogo,
Faz em brasa toda a areia;
Ninguém sabe como é belo
Ver de tarde a papa-ceia!
“Aquelas terras tão grandes,
Tão compridas como o mar,
Com suas poucas palmeiras
Dão vontade de pensar …
“Lá todos vivem felizes,
Todos dançam no terreiro;
A gente lá não se vende
Como aqui, só por dinheiro”.
O escravo calou a fala,
Porque na úmida sala
O fogo estava a apagar;
E a escrava acabou seu canto,
Pra não acordar com o pranto
O seu filhinho a sonhar!
O escravo então foi deitar-se,
Pois tinha de levantar-se
Bem antes do sol nascer,
E se tardasse, coitado,
Teria de ser surrado,
Pois bastava escravo ser.
E a cativa desgraçada
Deita seu filho, calada,
E põe-se triste a beijá-lo,
Talvez temendo que o dono
Não viesse, em meio do sono,
De seus braços arrancá-lo!

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