“É errado pensar que o amor vem do companheirismo de longo tempo ou do cortejo perseverante. O amor é filho da afinidade espiritual e a menos que esta afinidade seja criada em um instante, ela não será criada em anos, ou mesmo em gerações.”
O texto escrito pelo físico alemão estava perdido desde 1949. A magnetorecepção, usada por aves migratórias, só começou a ser discutida décadas depois.
18 de outubro de 1949. Albert Einstein se senta em uma escrivaninha para responder a uma carta do colega engenheiro Glyn Davys, que escrevia sobre como a percepção dos animais poderia nos revelar algo sobre o mundo físico. Einstein responde: “É possível que a pesquisa sobre o comportamento de aves migratórias e pombos-correio possa um dia levar à compreensão de algum processo físico ainda desconhecido”.
A descoberta levou os pesquisadores a reclassificar a formação geológica da região. As pegadas pertencem a dois tipos de dinossauros diferentes.
Uma pesquisa de campo realizada na cidade de Nioaque, no Mato Grosso do Sul, revelou a presença de pegadas de dinossauros que caminharam na região há 140 milhões de anos. Os cientistas do Serviço Geológico do Brasil e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ainda encontraram fósseis de um animal vertebrado dentro de uma toca fossilizada. Os resultados foram publicados no Journal of South American Earth Sciences.
Aumentar o conhecimento em relação à doença auxilia no diagnóstico precoce.
A mucopolissacaridose (MPS) tipo 2, também conhecida como síndrome de Hunter, é uma doença genética rara que atinge uma em cada 162 000 pessoas, ¹ afetando quase exclusivamente indivíduos do sexo masculino. A doença aparece, geralmente, na primeira infância² e ocorre por conta da falta de atividade da enzima chamada iduronato-2-sulfatase (I2S).³
O espaço reabre neste sábado (15), com visitação das 10h às 17h. O meteorito Santa Luzia, com quase duas toneladas, era uma das peças do Museu Nacional.
Com quase duas toneladas, o meteorito Santa Luzia, segundo maior do país, ganha exposição no Planetário do Rio no sábado (15). Sobrevivente do incêndio do Museu Nacional, em 2018, o objeto será destaque na área externa do espaço.