A quantidade da passos diários e a intensidade na qual eles são dados estão associadas à mortalidade prematura entre mulheres e homens de meia-idade?
Esta pergunta foi feita por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. Após dez anos de estudo, eles concluíram que andar pelo menos 7 mil passos por dia reduz de 50% a 70% a mortalidade por todas as causas.
Para isso, 2 110 adultos com idades entre 38 e 50 anos foram divididos em três grupos de acordo com a quantidade de passos diários: baixa (menos de 7 mil), moderada (entre 7 mil e 10 mil) e alta (mais de 10 mil).
Os participantes que deram pelo menos 7 mil passos por dia, medidos por um acelerômetro, apresentaram a menor taxa de risco de mortalidade, que não variou em relação àqueles que andaram mais de 10 mil passos.
Deslocamentos ao longo do dia promovem o condicionamento saudável do corpo, protegendo-o de problemas graves
A Lei das Espécies Ameaçadas (ESA, sigla em inglês), foi aprovada no Congresso americano em 1973. Como o nome sugere, ela foi criada para proteger e recuperar espécies ameaçadas de extinção e também os ecossistemas em que elas vivem. Desde que entrou em vigor, 54 espécies dos EUA recuperaram suas populações e foram tiradas da lista de ameaçadas de extinção.
Outras 23 espécies devem deixar a lista em breve, mas não pelos mesmos motivos. Nesta quarta-feira (29), o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, um dos órgãos responsáveis pela aplicação da ESA, recomendou que 11 pássaros, oito mexilhões de água doce, dois peixes, um morcego e uma planta sejam considerados extintos, já que não são vistos pelo menos desde a década de 1980.
Alguns pesquisadores receberam a notícia com preocupação. Isso porque, com a retirada no nome da lista, as autoridades deixam de procurar pela espécie. Ou seja: caso ainda haja alguns exemplares desses seres vivos por aí, eles dificilmente serão encontrados. E aí, qualquer esperança de salvá-los desaparece
O pica-pau-bico-de-marfim, que serviu de inspiração para o famoso pássaro dos desenhos de Walter Lantz, não é observado na natureza desde 1944.
O engenheiro-agrônomo Fernando Piotto, professor da Esalq, conta que a nova versão chega a ter cerca de dez vezes mais betacaroteno do que a batata-doce convencional. “Além disso, segue com o mesmo sabor aceito”, comenta. A expectativa é que os produtores tenham acesso às ramas até o início de 2022. Se houver plantio, em meados de junho ela estará no mercado.
Piotto explica que a batata-doce turbinada foi obtida por meio de um melhoramento genético clássico — que não tem nada a ver com transgenia. Nesse processo, os cientistas cruzam variedades com características desejáveis, como boa produtividade, sabor agradável e riqueza em certa substância, até chegar a um cultivar que combine todos os atributos. “Isso ocorre desde que o homem dominou a agricultura”, afirma.
Nova espécie tem a polpa alaranjada, que acusa a presença de doses fartas de betacaroteno
“Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.”