“Voa, voa Joaninha, vai lá longe e trás uma tarde azul com gosto de amoras frescas para mim…”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Voa, voa Joaninha, vai lá longe e trás uma tarde azul com gosto de amoras frescas para mim…”

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Não sei vocês, mas eu amooooo camarão…
Esse Bobó está com uma cara de delicioso que ele só!
Já pra cozinha fazer …

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Todos os anos, fotógrafos do mundo inteiro participam do concurso Comedy Wildlife Photography Awards, que premia as fotografias mais engraçadas da vida selvagem. Em 2021, foram mais de sete mil fotos inscritas (das quais 42 seguiram para a votação final). Nesta semana, os ganhadores foram escolhidos.
A grande vencedora foi uma foto intitulada “Ouch”, que mostra um macaco gritando em cima de um fio. Ele parece estar com dor após ter caído nele com as pernas abertas (na verdade, ele está apenas sentado – e demonstrando agressividade). Confira:

O Comedy Wildlife Photo Awards promove a conservação da vida selvagem a partir de cliques bem humorados. Confira os vencedores deste ano.
Concurso anuncia as fotos de animais mais engraçadas de 2021
publicado originalmente em superinteressante
Nunca havia me passado pela cabeça que sem-teto não pode comer camarão… muito menos que alguém se importasse com isso, a menos que fosse para fornecer esse alimento para os pobres experimentarem .
Realmente os valores e padrões sociais estão em declínio para certas pessoas …
Meteoro Brasil aqui!

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“Da mistura do que vivi sou feita, nem só doces e fitas, nem só amargura e desilusão. São essas nuances que me tornam única e fazem a jornada valer a pena.”

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Camboriú SC Brasil

Já foram catalogadas 8 mil doenças raras que afetam cerca de 3 milhões de pessoas no mundo. São distúrbios pouco conhecidos por muitos profissionais de saúde e, por isso, suas vítimas demoram a encontrar um diagnóstico. Entre esses males está a epidermólise bolhosa (EB), que atinge em cheio a qualidade e a expectativa de vida das crianças.
De origem genética, a doença faz com que a pele seja tão fina que ela é incapaz de suportar qualquer contato. Aí, surgem feridas pelo corpo todo. E essa característica também leva ao preconceito: por causa do aspecto na pele, muita gente acha que se trata de um problema transmissível.
“Os pacientes são chamados de crianças-borboleta, porque a pele é como a asa de um inseto”, explica Michele Migliavacca geneticista da GeneOne, empresa de genômica da Dasa. “E vão surgindo bolhas que viram ferimentos ao menor trauma”, acrescenta.
O Brasil tem pouco mais de mil pessoas pessoas diagnosticadas com o quadro, e outras 121 morreram nos últimos cinco anos. No mundo, são cerca de 500 mil acometidos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, boa parte dessas famílias não tem condições de bancar o tratamento, que custa, em média, R$ 40 mil por mês.
Ao ter contato com uma dessas histórias, Aline Teixeira da Silva foi em busca de conhecimento e descobriu que mais gente precisava de ajuda. Assim nasceu a ONG Jardim das Borboletas, no município de Calculé (BA).
Assim são conhecidos os pacientes com epidermólise bolhosa, doença que provoca lesões graves por toda a pele e as mucosas
Doença rara: a luta das crianças-borboleta por uma vida mais digna
publicado originalmente em Veja saúde

O T.Rex talvez seja o primeiro dinossauro que venha à sua mente quando falamos em terópodes. A associação não está errada, mas a subordem de dinossauros não se limita a ele. Na verdade, até mesmo as aves entram nesse balaio, provando que há uma grande diversidade nesse grupo de animais.
A diversidade é tanta que há espaço até para o dino banguela Berthasaura leopoldinae. Seus fósseis, que descrevem uma espécie inédita no Brasil, foram encontrados em um sítio conhecido como Cemitério de Pterossauros, localizado em Cruzeiro do Oeste, no Paraná. O estudo completo foi publicado nesta quinta-feira (18) na revista Scientific Reports.
Conheça “Bertha”, um terópode que viveu entre 70 e 80 milhões de anos atrás cujos fósseis foram achados em Cruzeiro do Oeste, no Paraná.
Paleontólogos encontram primeiro dinossauro sem dentes da América do Sul
publicado originalmente em superinteressante

Uma coisa é certa: as opções no seu Spotify seriam muito diferentes. Com os Beatles ainda inspirando a cena musical, o rock progressivo não precisaria preencher o vazio que o fim da banda deixou. E talvez o punk, que foi a resposta aos exageros de virtuosismo do gênero, nunca tivesse existido.
Com os Beatles na ativa, a música pop dos anos 1970 seguiria dominada por belas harmonias e melodias, e a turma do ritmo, como a geração disco, teria mais dificuldade para roubar a cena. Se roubasse. Assim John Travolta talvez ficasse no anonimato, já que se tornou um astro no filme que eternizou o momento das “discotecas”: Os Embalos de Sábado à Noite (1977). Anos depois, Quentin Tarantino não o conheceria para resgatar sua carreira da decadência. E não teríamos o gif do Travolta perdidão de Pulp Fiction (1994).
O documentário “The Beatles: Get Back”, que estreia em 26 de novembro no Disney+, mostrará imagens inéditas da gravação do último álbum lançado pela banda, “Let It Be” – mas e se ele não tivesse sido o último?
E se os Beatles nunca tivessem se separado?
publicado originalmente em superinteressante

Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
Bom, é exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo (ou seja, alguns sons colocados no fim da palavra) com a forma -ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá? Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”
Há mais de 150 idiomas nativos no Brasil. E as diferenças entre eles podem ser tão grandes quanto a que existe entre o alemão e o mandarim.
A sofisticação das línguas indígenas
publicado originalmente em superinteressante