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Quem nunca?!

É incrível,mas se não prestarmos atenção caímos sempre na armadilha da auto piedade…

Monja Coen aqui!

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Sementes…por Khalil Gibran

“A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes.”

Khalil Gibran

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Cientistas constroem peixe artificial a partir de células cardíacas humanas.

Cientistas das universidades americanas de Harvard e Emory construíram o primeiro “peixe” artificial que usa as contrações de células cardíacas para nadar por conta própria – projeto que representa um avanço nas pesquisas de tratamentos cardíacos.

O peixinho “biohíbrido” foi construído a partir de papel, gelatina, uma barbatana de plástico e duas tiras de tecido muscular cardíaco – derivado de células-tronco humanas. Uma camada de tecido fica no lado esquerdo da cauda do peixe, a outra no lado direito, e as contrações musculares impulsionam o peixe na água.

Os pesquisadores se inspiraram no movimento de natação dos peixes-zebra para criar o dispositivo, em que cada contração muscular resulta em um alongamento do lado oposto da cauda.

Eles também projetaram uma espécie de marca-passo, que controla o ritmo e a frequência das contrações espontâneas. Com esse sistema, o peixe se moveu de forma autônoma por mais de cem dias – o que equivale a 38 milhões de batimentos.

Os resultados do experimento foram publicados na revista Science. Confira a natação do peixe biohíbrido no vídeo abaixo.

As contrações musculares impulsionaram o dispositivo na água por mais de cem dias. Objetivo final dos pesquisadores é construir um coração artificial humano. Assista ao vídeo

Cientistas constroem peixe artificial a partir de células cardíacas humanas.

publicado originalmente em superinteressante

Amores…por Mágica Mistura

“⁠Primeiro vieram as flores

Sem elas, nenhuma chance

Depois cogumelos e a verde grama

Então de um sonho tão lindo

Nasceram as criaturas mais doces

Esses amores tão puros

Voam alto, cantam e sussurram

Colorindo e perfumando o mundo

Quem acredita em fadas,

Sabe bem do que estou falando…”

Mágica Mistura

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Impermanência…pelo Dalai Lama

“Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiura, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.”

🌻Dalai Lama

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Assista a “GRAXAIM OU SORRO! O BRASIL TEM 6 ESPÉCIES DIFERENTES DE CANÍDEOS SELVAGENS. CONHEÇA UMA DAS MENORES!” no YouTube

A fauna brasileira é riquíssima e bela.

Hoje vamos conhecer o graxaim…que fofo!

Animal TV aqui!

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Estudo avalia aprendizado de bebês que ficaram isolados na pandemia

Por Fabiana Schiavon

Crianças em todo o mundo tiveram de ficar longe de creches e escolas por períodos diferentes durante o isolamento devido à pandemia de coronavírus. Elas também deixaram de passear e conviver com amigos e parentes. Pois pesquisadores de 13 países se uniram para descobrir como essas medidas impactaram no aprendizado de bebês de 8 até 36 meses.

O estudo começou em março de 2020, quando pais forneceram dados básicos sobre seus filhos, como idade, número de irmãos, exposição a diferentes línguas e desenvolvimento de vocabulário. Novas perguntas foram feitas após o fim do lockdown, dessa vez sobre as atividades realizadas no isolamento, tempo de tela e quantidade de palavras aprendidas nessa fase.

Os países participantes foram Canadá, França, Alemanha, Israel, Noruega, Polônia, Arábia Saudita, Suíça, Turquia, Reino Unido, Estados Unidos e Bulgária. Não houve comparações em relação à duração ou severidade do isolamento, que foram diferentes em cada país.

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Como esperado, pais que leram mais para seus filhos relataram o aprendizado de mais palavras do que aqueles que não se dedicaram tanto a esse hábito. E crianças com maior exposição às telas aprenderam menos palavras em relação àquelas que passavam menos tempo diante de televisão, tablets e afins.

O que surpreendeu é que os pequenos que não tinham tanto o hábito de ficarem conectados e aumentaram esse consumo durante a pandemia também tiveram ganhos de linguagem.

“Embora isso sugira que o isolamento relativamente curto não afetou negativamente o desenvolvimento da linguagem de crianças pequenas, devemos ser cautelosos ao assumir que isso se aplicaria a tempos normais ou a bloqueios mais longos, dadas as circunstâncias extraordinárias que as crianças e seus pais enfrentaram durante esse período”, avaliou Natalia Kartushina, professora da Universidade de Oslo, na Noruega, que liderou essa parte da pesquisa, publicada na revista Language Development Research.

Um segundo braço do trabalho se dedicou a avaliar exclusivamente o aumento no tempo de exposição às telas durante o lockdown e a aquisição da linguagem. A iniciativa foi liderada pela Universidade de Göttingen, na Alemanha, com o Instituto Max Planck de Psicolinguística, na Holanda, e a Universidade de Ciências Aplicadas e Artes da Suíça Ocidental.

Pesquisadores de 13 países investigaram o impacto da quarentena na aquisição de linguagem. Bebês que tiveram contato com livros se deram melhor

Estudo avalia aprendizado de bebês que ficaram isolados na pandemia

publicado originalmente em Veja saúde

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Camboriú SC Brasil

Suspirar…por Mágica Mistura

“Guardo num profundo suspiro toda dor, toda beleza, todo sentido e todo vácuo. Puxando o ar sinto o amor, a tristeza, a sutileza e a amplitude. Em um só suspirar tenho todo o vasto Universo e todas as vivências do mundo.”

Mágica Mistura

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