A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!
Eu creio! Assim é! 🌷

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!
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Camboriú SC Brasil
🌻 Abertura do círculo sagrado
Salve o Grande Espírito, o grande mistério
Salve o pai-céu, o Senhor Shiva Shankara
Om Namah
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Salve a mãe-terra, salve a mãe-céu
A mãe do universo, a Senhora Kaly
Om Maha Shákti
Om Ma Durga
Om Ma Parvati
Om Maha Kaly
Salve Ganapati, o primeiro Xamã
Eu o chamo Pena Branca, nosso mestre de luz
Sai Baba, Osho e Kalabah
Samael Aum Weor e mestre Jesus
São Francisco de Assis e mestre Irineu
Eu chamo Saint Germain, El Morya e Kutumi
Seraphys Bey, Hilarion
Arcanjo Miguel e Mestre Yagé
Mestra Nada, mestra Rowena
Eu chamo Mãe Kuan Yin, mãe Maria e mestra Pórcia
Santa Sara, em nome dos mestres
Rogai por nós habitantes da mãe terra
Saúdo Lord Kronn, o Grão-Mestre de Reekssa
Katung, Romero, saúdo os ancestrais
Saúdo ayahuasca, saúdo o rapé
Saúdo as medicinas, da Terra do Xamã
Saúdo os guardiães da ordem de Ganesha
Da ordem de Oxalá, da ordem de ShivaOm Namah
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Salve Melquisedeque e todos os xamãs
Da sagrada tradição, xamanismo ancestral
Himalaya, oriente e ocidente
Floresta das estrelas, salve a Amazônia
Salve os xamãs, pajés e guerreiros
Salve os curadores e os benzedeiros
Om Pena Branca
Pena Branca Om
Om Pena Branca
Pena Branca Om
Salve os caboclos, os pretos velhos
Ciganos, indígenas e todos Orixás
Oxalá e oxum, Oxóssi e xangô
Yansã e ogum, Nãnã e Yemanjá
Eu chamo os protetores e os guardiães
Seres de luz e tótens sagrados
Arctúrus e plêiades, Órion e sírius
Alpha Centauri e comandos estelares
Saúdo o Grande Espírito do éter, do ar
Do fogo, da água, da terra e os minerais
Oh, Shinnahá, amém e saravá
Namastê e adonai, Om Jaya Ahow Om
Declaro como aberto e protegido
O círculo sagrado xamânico ancestral
Om Namah
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya
Om Aum
Fonte: Musixmatch
Akaiê Sramana

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Foram todos mergulhados
O pasto,a casa e o carro
Imersos em um imenso balde
O verde ressuscitou, magnífico e reluzente
O carro dispensa lavação…
Às goteiras…um brinde!
Chuva com vento, eu gosto
Sim, talvez seja eu a única
…talvez não
Mas se tudo têm propósito
Tem beleza e atitude
A tempestade também os têm
Mergulha tudo na água,
Remove o antigo,renova e limpa
Lava o mundo,os pensamentos
O pasto,o carro ,a casa
E refaz meus caminhos
Sentimentos e momentos…

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Pesquisa considera o esquema de garantia agrícola e alimentar ineficaz para ajudar os agricultores a reduzir o uso de produtos químicos nocivos Um pulverizador químico em ação. Estudos recentes revelaram declínios globais alarmantes nas populações de insetos devido em parte ao uso de agrotóxicos.
O esquema […]
Certificadora “Red Tractor” não regulamenta uso de agrotóxicos que chegam nos supermercados do Reino Unido
publicado em blog do pedlowski

«Não vejo delegação para quatro patas. Não vejo um assento para as águias. Esquecemos e nos consideramos superiores. Mas, afinal, somos apenas parte da criação. E temos que considerar isso para entender onde estamos. E estamos parados em algum lugar entre a montanha e a formiga. Em algum lugar e apenas lá como parte integrante […]
«Esquecemos e nos consideramos superiores. Mas, afinal, somos apenas parte da Criação.» – Todos nós precisamos rever nossa relação com a Natureza e reorientar nossa associação com o consumismo!
publicado em Bárbara Crane Navarro

Camboriú SC Brasil

Por Fabiana Schiavon
Em paralelo à corrida das vacinas, a indústria farmacêutica trabalha para criar medicamentos antivirais eficazes contra a Covid-19. A ideia é que, em caso de infecção, essas fórmulas ajudem a barrar a replicação do vírus no organismo e, assim, impedir sua ação e as formas graves da doença. Já existem dois remédios dessa classe aprovados em diversos países e recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas que ainda estão na fila de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): Paxlovid, da Pfizer, e o molnupiravir, da Merck. Entenda melhor como funcionam e por que seria uma ótima contar com eles.
Ele é composto por duas drogas, o nirmatrelvir e o ritonavir, este segundo já utilizado contra o HIV e a hepatite C. O nirmatrelvir foi desenvolvido especificamente para combater o Sars-CoV-2. “Para que esse composto atingisse um nível adequado de concentração no sangue, foi adicionado o já conhecido ritonavir, que inibe a metabolização de medicamentos, ou seja, serve para modular a ação do primeiro”, explica Alexandre Naime, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] Desde 2003, o nirmatrelvir já vinha sendo estudado para combater a epidemia de Sars (síndrome respiratória aguda grave). “Ele se mostrou, em estudos in vitro, um potente inibidor de protease, uma enzima usada pelos coronavírus para se replicar”, explica Adriana Ribeiro, diretora médica da Pfizer Brasil. Como as enzimas proteases dos vírus responsáveis pela Sars e Covid-19 são semelhantes, o laboratório começou novos testes já no início da pandemia e chegou à conclusão de que a droga poderia ser eficiente também contra o novo coronavírus, desde que utilizada em conjunto com substância moduladora. “Essa coadministração faz com que o medicamento permaneça ativo no corpo por períodos mais prolongados, ajudando a combater o vírus”, reforça Adriana. “Ou seja, o ritonavir não tem atividade antiviral contra o Sars-Cov-2, mas serve como potencializador da ação do nirmatrelvir”, completa.
Além da aprovação, o grande desafio é garantir que esses e outros tipos de medicamentos com eficácia já provada cheguem ao sistema público de saúde
Covid: antivirais já usados pelo mundo ainda estão indisponíveis no Brasil
publicado em Veja saúde

A área coberta por gelo na Noruega diminuiu em 14% nos últimos dezesseis anos, e essa consequência das mudanças climáticas está rendendo várias descobertas aos arqueólogos: conforme as geleiras derretem, surgem objetos deixados por pessoas que viveram nas redondezas há milhares de anos.
A região montanhosa de Sandgrovskardet é um exemplo. Os primeiros achados aconteceram por lá em 2013, mas uma grande expedição de pesquisa só aconteceu em 2018 – porque a equipe envolvida teve de priorizar outros locais com derretimento de geleira, segundo o arqueólogo Lars Pilø.
A missão acaba de ter seu relatório publicado, e os achados da vez foram cinco flechas e 40 esconderijos construídos por caçadores de renas. Três flechas datam de 300 a 600 d.C. e ainda possuem uma ponta de ferro preservada. Das outras, que datam de 800 a.C., restaram apenas as hastes de madeira.
Os esconderijos são formados por uma parede de rocha em forma de semicírculo, atrás da qual os caçadores se escondiam. Eles provavelmente não moravam nesse local, a cerca de 1,8 mil metros acima do nível do mar: os assentamentos ficavam nos vales, e as “estações de caça” nas montanhas.
Os arqueólogos também encontraram 77 ossos e chifres de rena, além de 32 pedaços de madeira chamados de scaring sticks (“gravetos para assustar”), que tinham um papel importante na caça às renas.
Eles são comumente encontrados por arqueólogos glaciais na Noruega junto a flechas. Trata-se de varas de madeira com cerca de um metro de comprimento, que geralmente possuem um objeto leve e móvel preso ao topo, como uma bandeira fina de madeira, que balança com o vento.
Antes da caça, os caçadores colocavam estes objetos na vertical no gelo, formando uma trilha – da qual as renas se afastariam. Assim, os animais eram conduzidos até o local de esconderijo dos caçadores, de onde estes atiravam as flechas.
Junto às flechas, arqueólogos encontraram esconderijos e outros objetos construídos por caçadores de renas.
Flechas de 1,7 mil anos são reveladas por derretimento de geleira na Noruega
publicado em superinteressante