Máscaras e mais: a vida em sociedade em meio à queda de casos de Covid-19

Com a queda no número de mortes e internações em decorrência da Covid-19cidades estudam flexibilização de regras e relaxamento no uso de máscaras. Mas especialistas alertam que a pandemia ainda não acabou e atitudes como essa mantém alta a taxa de circulação do vírus. No meio desse cenário confuso, como ficam os encontros entre amigos e familiares?

Confraternizar com segurança e sem proteção só será possível ao atingirmos a imunidade coletiva, quando há tantas pessoas imunizadas que a circulação do vírus cai drasticamente. E isso ainda não tem data para acontecer. Essa é a primeira lembrança de médicos ao falar sobre pequenas ou grandes confraternizações.

Os números estão melhorando, mas os experts esperam que esse patamar de segurança só seja alcançado com mais de 80% da população vacinada com as duas doses. O Brasil ainda está em 45%.

A tendência de queda nos registros de hospitalizações e mortes ocorre porque as vacinas até cumpriram a sua função de reduzir óbitos e casos graves. No entanto, nenhum dos imunizantes é 100% eficaz. Há ainda o surgimento de variantes, que é estimulado com uma maior circulação do vírus.

Transmissão da covid se mantém entre imunizados, e o país tem números tímidos de vacinação para encontros sem cuidados

Máscaras e mais: a vida em sociedade em meio à queda de casos de Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Cientistas norte americanos desenvolvem vacina adesiva através de impressoras 3D” no YouTube

Olha que novidade legal!

Ciência e tecnologia a serviço da saúde e de um mundo melhor e mais saudável.

Canal Supren por aqui!

imagens da internet

Pandemia atrapalha controle de doenças intestinais

Uma pesquisa do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-USP) revela o impacto da Covid-19 no acompanhamento de doenças inflamatórias intestinais.

Mais de 200 pacientes com retocolite ulcerativa e doença de Crohn participaram do levantamento, que trouxe achados preocupantes: 83% faltaram às consultas, quase 50% deixaram de fazer exames laboratoriais e em torno de 20% não conseguiram obter seus medicamentos.

Segundo os autores, houve uma queda de 60% no volume de colonoscopias realizadas no HC. E também vieram à tona repercussões psicológicas: sintomas de ansiedade e depressão foram relatados por 80% dos indivíduos.

Estudo mostra impacto da covid-19 no acompanhamento de portadores de Doença de Crohn e retocolite ulcerativa

Pandemia atrapalha controle de doenças intestinais

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Atos contra Bolsonaro pelo país criticam inflação e gestão da pandemia” no YouTube

A luta continua,o Brasil voltou à sombra da fome,da miséria e do medo.

Ir às ruas é além de um ato político, uma necessidade de desabafo!

Queremos nosso país feliz e crescendo … só isso.

FORA BOLSONARO 🤡

imagens da internet

Assista a “LUCIANO HANG NA CPI: UM RESUMO” no YouTube

O Freak Show continua…

Com vocês… Luciano Hang ,o dono da Havan, mais uma vez desafiando nossa inteligência .

Meteoro Brasil aqui!

 

imagens da internet

Covid-19: quando vem a imunidade coletiva?

Os índices esperados para alcançar a imunidade coletiva ou de rebanho em relação ao coronavírus mudaram desde o início da pandemia. Bom lembrar que a obtenção desse status, em que a maioria da população está protegida contra o vírus, depende da quantidade de pessoas vacinadas contra ele e da queda na sua taxa de transmissão, segundo o epidemiologista Guilherme Werneck, professor do Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

“Supõe-se que a partir de um determinado patamar de imunização, é possível interromper a circulação de um vírus. Mas, com a covid-19, é diferente”, diz Werneck.

Casos de reinfecção, o surgimento de variantes e a possibilidade de transmitir a doença mesmo após a vacinação são variáveis que bagunçaram a conta e deixaram os especialistas incertos sobre qual seria o tal patamar de imunização necessário para frear o coronavírus. Mas eles estão esperançosos em relação à queda das mortes e ao controle da doença. Desde que não haja um relaxamento total, é claro.

Novas cepas e possibilidade de transmissão do vírus por vacinados são fatores que dificultam a resposta. Mas há uma certeza: dá para controlar o coronavírus

Covid-19: quando vem a imunidade coletiva?

publicado originalmente em Veja saúde

Reforço de Pfizer após duas doses de Coronavac aumenta anticorpos em até 20 vezes, sugere estudo

Uma dose de reforço da vacina Pfizer contra a Covid-19aumentou em 20 vezes o nível de anticorpos em voluntários com esquema vacinal completo da Coronavac. É o que indica um estudo preliminar feito no Uruguai.

O país já administrou doses de reforço em 24% da população. O estudo terá duração de dois anos, com coletas de sangue periódicas dos participantes.

Ao todo, são 57 voluntários que tiveram o sangue colhido em quatro momentos diferentes: antes da vacinação, 18 dias após a vacinação, 80 dias após a vacinação e 18 dias (em média) após o reforço com Pfizer.

Dados colhidos no Uruguai ainda são preliminares; país já administrou o reforço em 24% da população

Reforço de Pfizer após duas doses de Coronavac aumenta anticorpos em até 20 vezes, sugere estudo

publicado originalmente em Veja

Adolescentes: saiba por que é importante vaciná-los contra a Covid-19

Depois de recomendar a suspensão da vacinação contra a covid-19 para adolescentes sem comorbidades, de 12 a 17 anos, o Ministério da Saúde voltou a estimular a imunização. A pasta se retratou depois de críticas de entidades médicas e de manifestações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) corroborando a segurança da vacina da Pfizer nessa faixa etária.

Especialistas esclarecem as dúvidas levantadas em meio à polêmica.

“Os adolescentes são um grupo considerado de baixo risco para as formas graves de covid-19, isso é fato. Entretanto, eles transmitem da mesma forma que os adultos. Ou seja, se pensamos em atingir a imunidade coletiva, é preciso que eles também sejam vacinados”, afirma Eduardo Jorge Fonseca, médico pediatra e membro do departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“Está claro que reduzimos casos de morte e hospitalização por causa da aceleração da vacina”, completa o especialista.

Outro ponto importante, segundo o membro da SBP, é que a mortalidade e o risco de desenvolvimento de formas graves da covid-19 entre adolescentes brasileiros são maiores em comparação a outros países. “Isso se deve a problemas do nosso sistema de saúde e da própria realidade socioeconômica”, explica o médico.

Especialistas esclarecem dúvidas sobre reações e benefícios da injeção para esse grupo; crianças com mais de cinco anos devem entrar no calendário mundial

Adolescentes: saiba por que é importante vaciná-los contra a Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “ESTUDO FAKE DA PREVENT SENIOR EMBALOU PROPAGANDA DE JAIR BOLSONARO PELA CLOROQUINA | Manda no Zap” no YouTube

Talvez o maior escândalo da saúde na história do Brasil…sim, e com respaldo do desgoverno que está jogando o país cada vez em um buraco mais fundo.

Alucinações e fanatismo, charlatanismo e más intenções, é o Brasil de 2021.

Manda no zap por aqui !

imagens da internet

Um em cada cinco pets pega o coronavírus

Muito se discute sobre o contágio de animais com o coronavírus desde o início da pandemia. E todas as pesquisas apontam para danos baixíssimos aos bichos.

“O vírus não consegue se replicar e se desenvolver como nos humanos”, explica o virologista Paulo Eduardo Brandão, da Universidade de São Paulo (USP).

Mas um novo estudo, conduzido pela Universidade de Utrecht, na Holanda, revela que a contaminação dos pets é mais alta do que se pensava. Após testar cães e gatos de 196 lares com pessoas infectadas, os cientistas encontraram animais com anticorpos ou o vírus ativo em 20% das casas.

E quem passa são os donos. A boa notícia é que eles não adoecem

Um em cada cinco pets pega o coronavírus

publicado originalmente em Veja saúde