“Suavemente chega
Delicadamente se vai
Assim como as ondas na praia mansa
Assim também o sentimento puro
Que mesmo esmaecido
Resplandece em beleza sem fim…”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Suavemente chega
Delicadamente se vai
Assim como as ondas na praia mansa
Assim também o sentimento puro
Que mesmo esmaecido
Resplandece em beleza sem fim…”

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🌻Nada vai me acontecer
Minha alma canta envolto do seu aprendizado
E as palhas vão caindo purificando o coração
Meus pretos velhos vivem sempre ao meu lado
Dando seus nobres conselhos e doando suas mãos
Vovó Maria não me deixa duvidar
E pai João vem do alto me benzer
Eles me cruzam sempre dos pés à cabeça
Sete vezes na coroa de Nanã Buruquê
Nada vai me acontecer
Sou protegido(a) e bem guiado(a)
Por Obaluaê
E as almas cantam no profundo interior
Este cruzeiro veio mostrar o seu poder
Linha dos velhos é luz da sabedoria
Esta libertação é o cantar do meu viver
Esta festa é o reinado de Aruanda
Preto velhos giram no seu interior
Dançam e cantam, pois a luz que irradia
Lázaro abençoou com Mãe de Santa Maria
Nada vai me acontecer
Sou protegido(a) e bem guiado(a)
Por Obaluaê
Preto Velho das Almas
Preta Velha Vovó
Salve Mamãe Rainha
Salve Papai Cipó
Composição: Dois sóis

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A crítica social é insuficiente se não contém uma crítica das relações sociais com a natureza. Isso é mostrado por escritos marxistas como a Teoria Crítica, que tentaram superar a suposta oposição entre o ecológico e o social Por Ralf Hutter para o Neues Deutschland Uma suposta contradição entre ecológico e social surge repetidamente nos discursos […] […] […]
A Natureza é política: a crítica social é insuficiente se não contém uma crítica das relações sociais com a Natureza — Barbara Crane Navarro
publicado em Tinylife

Sou filho de Deus e herdeiro da Criação. O amor, divina luz, fulgura em mim. Meus pensamentos renovam-me em ação incessante. Cresço para a perfeição com o meu trabalho de cada dia.
Meditação
publicado em site espírita
“Não seja o de hoje.
Não suspires por ontens…
Não queiras ser o de amanhã.
Faze-te sem limites no tempo.”

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Toda Gratidão e Amor à Lord Ganesha.
Haribol 🌹

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Uma maravilha de biscoito para encantar o paladar.
Pode passar o cafezinho.
Isamara Amâncio aqui!

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“Desafio diário : ser paciente, ouvinte e seletivo. Ah, e usar doses extras de doçura para superar o mau humor que virá, você precisa prová-lo , é ele que tempera nosso aprendizado .”
✨ Mágica Mistura

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Um barco em alta velocidade no rio Jurura, no coração da Floresta Amazônica brasileira, em 15 de março de 2020. A maior porção floresta tropical perdida em 2021 passado foi no Brasil Por Angela Dewan para a CNN (CNN)A área de floresta tropical destruída em 2021 foi suficiente para cobrir toda a ilha de Cuba […] […]
Florestas tropicais cruciais foram destruídas a uma taxa de 10 campos de futebol por minuto em 2021!
publicado em Bárbara Crane Navarro

Por Diogo Sponchiato
Já imaginou viver em um mundo onde, como diria aquela canção do Roberto Carlos, todos estão surdos? Um mundo onde as pessoas são incapazes de ouvir o som da chuva, o canto dos pássaros ou o riso das crianças? Contando assim, até parece uma distopia criada pelo escritor português José Saramago (1922-2010), autor do romance Ensaio sobre a Cegueira (Companhia das Letras), ou um estudo de casos do neurologista inglês Oliver Sacks (1933-2015), que publicou Vendo Vozes — Uma Viagem ao Mundo dos Surdos (Companhia de Bolso). Mas nada disso. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, até 2050, 25% da população global — quase 2 bilhões de pessoas — terá algum grau de perda auditiva. Isso tem a ver com o envelhecimento populacional? Tem, mas o grande culpado por esse déficit que pode acabar em surdez, e de forma cada vez mais precoce, está gritando por aí: a poluição sonora. “Todo e qualquer ruído perturbador ou indesejado que afeta os seres humanos e mesmo a vida selvagem está poluindo o meio ambiente”, afirma a otorrinolaringologista Tatiana Alves Monteiro, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. E, a exemplo da sujeira espalhada pelo ar, os barulhos que fustigam as cidades viraram um problema de saúde pública. Não foi por falta de aviso que chegamos a essa encruzilhada acústica. Em 1910, o médico alemão Robert Koch (1843-1910), famoso por ter descoberto o bacilo da tuberculose, já tinha dado o alerta: “Um dia, a humanidade terá de lutar contra a poluição sonora com a mesma determinação que luta contra a peste ou o cólera”. Ao que parece, esse dia chegou. Só que o mundo fez ouvido de mercador ao Prêmio Nobel. Deu no que deu: só a Agência Europeia do Ambiente atribui à exposição prolongada a ruídos acima dos limites toleráveis cerca de 18 mil mortes, 80 mil internações e 900 mil casos de pressão alta por ano. “Estamos quase o tempo todo colocando nossa audição em perigo. E os danos são irreversíveis”, sentencia o otorrino Fernando Balsalobre, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial.

Diferentemente da fuligem das chaminés e do escapamento dos carros, a poluição sonora é invisível e tem gente que até se acostumou com ela. Mas está ali, no meio de nós: motores e buzinas, músicas no volume máximo, obras nas ruas… E, pior, até altas horas da noite. “Mais que um incômodo, o excesso de barulho é um risco para a saúde”, declarou Zsuzsanna Jakab, diretora da OMS na Europa, em 2018. Risco para a audição, o coração, o cérebro… Precisamos falar — no tom adequado — sobre o assunto. E é por isso que VEJA SAÚDE ouviu uma série de especialistas a respeito do mal nada silencioso provocado pelo ruído excessivo ou prolongado. E sinaliza o que podemos fazer antes que seja tarde demais.
Não é força de expressão! A exposição a sons altos ou constantes não corrói apenas a audição. Ameaça a cabeça e o coração
Poluição sonora: um problema do barulho (e de saúde pública)
publicado em Veja saúde