Veremos a opinião da ciência sobre a saga dos elefantes na China,os povos originários e sua importância no manejo da terra,o drama das queimadas no Brasil…
Logo após o atentado, o comentarista político George Will deixou registrado no The Wall Street Journal: “A história voltou de férias”. Era uma referência a O Fim da História e o Último Homem, best-seller do sociólogo americano Francis Fukuyama. Que basicamente dizia: com o fim do comunismo na Europa, a história com H maiúsculo tinha acabado. A democracia liberal vencera, para sempre. E não haveria mais grandes disputas ideológicas, filosóficas ou religiosas. Na breve paz entre o fim da União Soviética, no Natal de 1991, e o 11 de Setembro, falar nesse fim da história não soava risível.
Definitivamente, a catástrofe que levou 2.997 vidas marcou uma nova era geopolítica. Uma era em que agentes não estatais – começando pela Al-Qaeda de Bin Laden – se tornaram inimigos mais importantes do que Estados com exércitos regulares. Começava a era da Guerra ao Terror. A era do terror.
Sem o ataque às Torres Gêmeas, não haveria clima para a eleição do Trump em 2016. E sem a ascenção da direita americana, talvez o Bolsonaro não fosse presidente do Brasil.
Bravatas mil, ameaças apocalípticas, um pseudo caminhoneiro na lista da Interpol ,e um presidente que atiça o gado por semanas a fio, para depois dar para trás.
O super mito amarelou…para surpresa de ZERO pessoas com cérebro.
O Jota com seu bom humor de sempre em uma análise inteligente!