“Sempre que houver medo, nunca tente escapar dele. Na verdade, siga as indicações do medo. É na direção delas que você precisa se movimentar. O medo é simplesmente um desafio.”
🍀Osho

imagens do WordPress

Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Sempre que houver medo, nunca tente escapar dele. Na verdade, siga as indicações do medo. É na direção delas que você precisa se movimentar. O medo é simplesmente um desafio.”
🍀Osho

imagens do WordPress
Assisti ontem e está fantástico 🙂✨
Uma conversa gostosa e cheia de conteúdo,quem não quer?!
Professora Lúcia Helena Galvão,Luis Carlos Marques e boa companhia…
Nova Acrópole aqui!

imagens do WordPress
Partir não precisa ser
Melancólico ou vazio
Triste ou sombrio
Ir pode resignificar tudo
É muitas vezes também
A opção de um futuro
Tantas formas de mudança
Entre elas a partida …
Nos constroem e nos moldam
Dão sentido à vida
Momentânea,quase sempre
Ainda mais se for na morte
Pois nesta viagem essencial
Em breve nos veremos
Da vida ,ela faz parte
Quando o sentimento é profundo
Verdadeiro,e vem da alma
O partir é difícil,
Toda ausência é sentida…
Mas a certeza do amanhã
A confiança na vida
Deixa tudo bem mais leve
O estar,o ficar,o partir
É a ciranda do Universo
A dança da experiência
A beleza do existir…

imagens do WordPress

Camboriú SC Brasil
Hummmm que delícia!
Carne pra quê? Vamos diversificar!
Larica Vegana aqui!

imagens do WordPress
Tão importante quanto se vacinar é respeitar o prazo entre as doses.
Doutor Drauzio Varella aqui!

imagens do WordPress

Em um projeto pioneiro realizado na University Health Network (Canadá), cientistas transformaram pulmões de doadores com tipo sanguíneo A em órgãos de tipo sanguíneo O. Os resultados foram publicados na revista Science Translational Medicine e são considerados um passo importante na criação de órgãos “universais” para transplantes.
Para que um transplante seja bem-sucedido (ou seja, o sistema imune do receptor não rejeite o órgão), é preciso que exista um match genético entre doador e receptor. À procura dessa compatibilidade, os cirurgiões observam o tipo sanguíneo de ambas as partes.
A classificação mais importante para isso é o sistema ABO, que divide os tipos sanguíneos entre A, B, AB e O. A diferença entre eles é a presença de proteínas específicas (antígenos A ou B) na superfície dos glóbulos vermelhos e de anticorpos anti-A ou anti-B no plasma sanguíneo.
Quem tem sangue tipo A, por exemplo, carrega o antígeno A e possui anticorpos contra o antígeno B (anti-B). Com quem tem sangue tipo B, é o contrário (a pessoa possui antígenos tipo B e anticorpos anti-A). Já quem tem sangue tipo O não apresenta antígenos A nem B, mas possui anticorpos contra os dois.
Pessoas do tipo sanguíneo O só podem receber sangue O. Em compensação, elas podem doar sangue para todo mundo sem problemas de compatibilidade – seu tipo sanguíneo é o chamado “doador universal”. Isso também vale, claro, para os transplantes. Por isso, alguns cientistas tentam criar órgãos “universais” tipo O.
“Ter órgãos universais significa que podemos eliminar a barreira de correspondência de sangue e priorizar pacientes por urgência médica, salvando mais vidas e desperdiçando menos órgãos”, afirma Marcelo Cypel, autor do novo estudo, em comunicado.
[abril-whatsapp][/abril-whatsapp]
Em 2018, pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica (Canadá) encontraram um par de enzimas intestinais que poderiam remover antígenos A e B dos glóbulos vermelhos, transformando qualquer tipo sanguíneo no tipo O – um passo importante para as tentativas de criação de “órgãos universais”.
Segundo Stephen Withers, responsável pela descoberta, os cientistas estudam o uso de enzimas para modificar o sangue desde 1982. Ele mesmo já tinha desenvolvido enzimas capazes de fazer isso. “No entanto, essas novas enzimas [descobertas em 2018] podem fazer o trabalho 30 vezes melhor.”
Os pesquisadores do novo estudo resolveram testar essas enzimas em pulmões de tipo sanguíneo A – e que não eram considerados adequados para transplantes – em um sistema chamado EVLP (ex vivo lung perfusion).

As enzimas intestinais foram entregues aos pulmões a partir do sistema EVLP em laboratório.
Esse sistema bombeia nutrientes através dos órgãos e permite que sejam aquecidos à temperatura corporal antes de transplantes. No teste, a máquina foi usada para tratar os pulmões com as enzimas modificadoras de tipo sanguíneo.
Pulmões de tipo sanguíneo A foram convertidos em órgãos de tipo sanguíneo O – um passo importante na criação de órgãos “universais” para transplantes.
Cientistas mudam tipo sanguíneo de pulmão para simulação de transplante
publicado originalmente em superinteressante
Bolo de milho…quem não quer?
Claro que não pode faltar o cafezinho…
Isamara Amâncio aqui!

imagens do WordPress

Por Diogo Sponchiato
Há alguns anos distantes do dia a dia dos brasileiros, agora os testes genéticos não só estão mais viáveis de se fazer como alguns deles podem ser realizados dentro de casa e enviados ao laboratório pelo correio.
Esses exames, em evolução e expansão, ajudam a prevenir doenças, personalizar tratamentos, entender como o corpo reage a determinados hábitos e desbravar nossas origens.
Porém, com tanta versão e opção no mercado, como saber quais trazem informações confiáveis e úteis à saúde? Nossa equipe apurou quando e com que finalidade vale a pena sondar o DNA e tira as principais dúvidas sobre os testes disponíveis no país.
O que muda é a forma de extrair o DNA do paciente:
+ Leia também: Quando fazer teste para sair do isolamento por Covid-19?
A sopa de letrinhas do nosso DNA reúne pistas importantes sobre problemas de saúde que provavelmente vamos desenvolver no futuro. Às vezes a história da família deixa a situação evidente: alterações genéticas ligadas a enfermidades atravessam gerações e os membros do clã são claramente afetados por elas.
Mas há casos em que os genes — ou mutações neles — indicam maior propensão a doenças das quais nem desconfiamos. Ilustram esses dois contextos os famosos genes BRCA1 e BRAC2, marcadores de alto risco para câncer de mama, ovário e próstata, o CDH1, associado a tumores de estômago, e aqueles que fazem parte do grupo HLA, por trás de disfunções imunológicas.
Foi graças a um teste genético que delatou uma mutação nos genes BRCA que a atriz americana Angelina Jolie descobriu a predisposição ao câncer de mama e decidiu se submeter a uma mastectomia preventiva.
Esse tipo de exame que apura trechos específicos do DNA é recomendado sobretudo quando há histórico familiar de uma doença. Mas é preciso esclarecer que nem toda culpa recai sobre os genes: fatores ambientais e comportamentais (como o tabagismo) aumentam as chances de desencadear o problema.
Os exames de DNA estão cada vez mais acessíveis e podem ser feitos até em casa. Mas em que situações eles realmente trazem dados importantes à saúde?
Teste genético: quando fazer?
publicado em Veja saúde
Há algo de antinatural
Um quê de bizarro, é estranho
O Universo … mudança
O existir … surpreendente
Certas pessoas, porém
Insistem em teimar diferente
Carregam problemas alheios
Discutindo coisas sem nexo
Buscando encontrar culpados
Tropeçam rígidos, enclausurados …
…na cela da própria mente
Expanda o teu eu
Evolua, explore, alcance
É no agora que tudo ocorre
A existência és tu , é hoje
É bela, é tênue, é fera
É isso e mais,dia,ano, mês
Só não é egoísmo, fanatismo
Rigidez..

imagens do WordPress