Desta vez, o problema foi um vazamento de combustível no foguete SLS; missão é a primeira etapa do programa que pretende enviar astronautas (e a primeira mulher) à Lua em 2024.
Grupos de baleias jubarte trocam canções ao longo do Oceano Pacífico, e isso acontece entre distâncias maiores do que se pensava. Em um estudo publicado na última quarta (31), cientistas descobriram que baleias na Austrália passaram suas canções para outras na Polinésia Francesa. Depois, as canções apareceram entre outro grupo de baleias na costa do Equador – a uma distância de quase 8 mil quilômetros.
Cientistas usam a palavra “canção” para descrever padrões regulares e previsíveis de sons produzidos por algumas espécies de baleia, como as baleias jubarte. Esses animais combinam diversas sequências de sons, formando canções que duram entre cinco e trinta minutos – mas podem ser repetidas por horas.
Animais que vivem na costa do Equador criaram canções inspiradas em baleias da Polinésia Francesa – que, por sua vez, “roubaram” trechos de canções de um grupo da Austrália.
“Um mantra de gratidão Um perfume suave no ar Uns momentos de tranquilidade… A alma repleta de luz e calor A intenção mais elevada No agito do seu dia, reserve só para você Um carinho, um sorriso, um momento É disso que o caminho é feito”
A melhor solução para conter o aquecimento global é frear as emissões de CO2. Ponto. Mas esse processo é difícil, leva tempo e não é universal – alguns setores industriais (como a produção de cimento, por exemplo, que gera 8% de todo o dióxido de carbono emitido pela humanidade) simplesmente não conseguem operar sem liberar CO2. Entra em cena uma tecnologia controversa e promissora: a captura e sequestro de carbono (CCS, na sigla em inglês).
Ela consiste em aspirar o CO2 da atmosfera e dar um destino a ele – o gás pode ser convertido num combustível sintético, transformado em material de construção ou enterrado em poços (o que é polêmico, já que o CO2 poderia escapar um dia). Mas o principal problema é que capturar carbono é caro. Existem algumas usinas de CCS espalhadas pelo mundo, mas elas gastam US$ 600 para sugar e processar cada tonelada de CO2 – e a humanidade emite aproximadamente 36,3 gigatons (bilhões de toneladas) desse gás por ano. A conta não fecha.
Entra em cena uma nova tecnologia, que promete reduzir drasticamente o custo da captura de carbono: um vagão aspirador de CO2, que pode ser instalado nos trens já existentes e vai sugando o gás carbônico da atmosfera conforme se movimenta.
Nova tecnologia aproveita o movimento desses veículos para aspirar o gás – e permite que cada trem anule o carbono gerado por 700 carros. Veja como funciona.