A natureza…pura e simplesmente a solução para tantos e tantos males …
Doutor Peter Liu aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
A natureza…pura e simplesmente a solução para tantos e tantos males …
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Por Diogo Sponchiato
A americana Kay Redfield Jamison conhece em primeira pessoa o transtorno afetivo bipolar — ou transtorno maníaco-depressivo, nome que ela prefere e utiliza. Ela não só é uma psicoterapeuta que há décadas estuda e trata a condição como foi diagnosticada com ela na juventude. E tomou uma decisão corajosa e inusual no meio: relatar suas memórias e pontos de vista convivendo com a doença, marcada pela alternação entre episódios de mania e depressão. Em um dia, Kay estava eufórica viajando ou comprando dezenas de livros; logo depois, caía num estado de prostração e aventava o suicídio.
Na obra TAB: Transtorno Afetivo Bipolar – Memórias, da Somos Livros (clique para ver e comprar)., ela relembra sua resistência ao tratamento medicamentoso à base de lítio, os apuros e as vantagens que o transtorno lhe proporcionou e demonstra, com sua própria biografia, o papel da psicoterapia, dos remédios e do suporte social (ou mesmo o amor) no controle da bipolaridade.

TAB: Transtorno Afetivo Bipolar — Memórias Autora: Kay Redfield Jamison Editora: Somos Livros Páginas: 224
Estudiosa e portadora do distúrbio, psicoterapeuta americana reflete sobre ele e suas vivências em livro recém-lançado no Brasil
Bipolaridade no espelho: as memórias de quem convive com a doença
publicado em Veja saúde
Essa é para as vezes
Que cansada da feiúra
Quero dar um tempo no dia
Cair na estrada,na aventura
Feche os olhos e me siga
Esse caminho é certeiro
Vai sempre trazer alegria
Passando a velha figueira
Tem um caminho escondido
Presta atenção na plaquinha
Diz: não entre, é proibido
Essa é a senha,
Pode entrar, tá tranquilo
Continue o caminho ,respire
Olhe ao redor ,que beleza
Logo um lago aparece
Rodeado de juncos e flores
Mais à frente muitas árvores
Brilham lindas sob o sol
Aqui é repleto dos meus gostos
Fantasia, mitologia,magia
Cheio de fadas, elfos, gnomos…
Duendes e seus tesouros
Aqui nesta trilha
Tem salgueiros à vontade
Imensos, antigos, sagrados
Eles não podem faltar…
Tudo belo, mágico, verdadeiro
Coisas do bem,
…nem preciso te falar
E aqui passo um bom tempo
Refletindo … às vezes,choro
Mas é um choro bom ,
Que me limpa e revigora
Para continuar a jornada da vida ;
Me deixa mais forte e confiante
Nunca saí daqui,como entrei…
… foi momentos antes…
Experimente sua Via mágica
Dê um passeio por lá
Busque em si o que há de melhor
Tua alma sairá mais tranquila
Colorida,plena para calçar a vida …
…e fazer acontecer
Ou terás momentos de contemplação
Te conhecendo melhor,
O que é um bom caminho para crescer…
✨🧚feliz passeio

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Camboriú SC Brasil

Em 1.158 dias de governo, foram liberados 1.629 agrotóxicos, a maioria altamente perigosa. Entre os autorizados mais recentemente estão produtos com nomes sugestivos como Sniper, Patrol e Forasteiro As liberações desenfreadas preocupam o Ministério Público do Trabalho. O sistema de saúde muitas vezes não relaciona as enfermidades com a exposição a esses produtos Por Cida de […]
Governo Bolsonaro libera mais de um agrotóxico por dia
publicado em blog do pedlowski
Banana, doce de leite, chantilly… é muita delícia junta!
Tragam o cafezinho…
Isamara Amâncio aqui!

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Que lindo de ouvir, ver e sentir …

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Por Fabiana Schiavon
Quase todo mundo tem em mente que a escolha dos alimentos é capaz de ajudar a prevenir ou a derrotar um câncer. O que poucos imaginam é que, para um número expressivo de pessoas diagnosticadas com a doença, o plano de combate ao tumor gera efeitos colaterais que dificultam a hora de comer. Uma nova revisão de 25 estudos sobre o tema, publicada no periódico da Academia Americana de Nutrição e Dietética, comprovou que o paladar da maioria dos pacientes foi prejudicado durante e após o tratamento. Aqueles que realizaram radioterapia permaneceram com as alterações até 24 meses após o fim das sessões. A repercussão entre quem passou pela químio foi menos frequente, mas, no grupo afetado, persistiu por mais seis meses depois da terapia. Com o paladar tumultuado, o sujeito perde o apetite e pode até entrar na rota da desnutrição. A nutricionista Gabriela Vilaça, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), explica que essa reação é mais comum na radioterapia, principalmente quando ela é direcionada para tratar tumores na região da cabeça e do pescoço. Como a aplicação da radiação é local, as células da cavidade bucal são penalizadas, o que influencia, pelo menos por um tempo, a capacidade de sentir os sabores. “Na quimioterapia, o efeito é sistêmico, então as alterações dependem mais da medicação utilizada”, esclarece Gabriela. A revisão americana aponta que pessoas submetidas a quimioterápicos à base de taxano relataram mais essa adversidade. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] Mas o paladar não é o único obstáculo encarado no tratamento do câncer — nem a rádio e a químio as únicas terapias a surtir efeitos colaterais nesse aspecto. Náusea, vômito, diarreia, prisão de ventre, boca seca e com feridas, mudanças no olfato e falta de apetite compõem a lista de chabus. “Tudo isso tem impacto direto na qualidade de vida, porque pode comprometer a ingestão alimentar e levar a perda de peso e massa muscular”, observa a nutricionista Josiane de Paula Freitas, do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo. Uma pesquisa do Inca, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade de Groningen, na Holanda, demonstrou, após avaliar dados de 4 783 pacientes, as consequências desse cenário: 45% deles estavam com suspeita ou um quadro de desnutrição moderada e 12%, gravemente desnutridos. “Essa situação, associada ao aumento da demanda metabólica causada pela própria doença, diminui a resposta ao tratamento e aumenta o risco de complicações e desfechos negativos”, alerta Josiane.
Paladar alterado, falta de apetite, enjoos, secura e feridas na boca. A doença e o tratamento podem comprometer a alimentação, mas há boas saídas
Ajuste a dieta para enfrentar o câncer
publicado em Veja saúde
“Serão os gênios da tarde
Que passam sobre as campinas,
Cingido o colo de opalas
E a cabeça de neblinas,
E fogem, nas harpas de ouro
Mensagens a dedilhar?
São os sabiás que cantam…
Não vês o sol declinar?
Ou serão talvez as preces
De algum sonhador proscrito,
Que vagueia nos desertos,
Pedindo a Deus um consolo
Que o mundo não pode dar?”
🌻✨ Fagundes Varela

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