Noite sem Luar…por Mágica Mistura

Noites sem Lua são lindas

Lindas pois as estrelas

Sem a concorrência da Rainha

Ficam mais atrevidas, despudoradas

Brilhando incessantemente

Árdua e lindamente

A Via láctea, livre para sonhar

Passeia na noite

Como um veleiro de luzes

Deixando perplexos os amantes

Felizes e risonhas as fadas

Sonhadores todos os elfos

Noites sem Lua são lindas

Mas, confesso que nelas

Conto os dias para ver

Majestosa e sublime…

A Mãe Lua voltar ✨✨

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Assista a “ANSIEDADE: Reflexões filosóficas – Lúcia Helena Galvão” no YouTube

Ansiedade…um dos males do século. A filosofia nos dá uma valiosa luz nestes dias conturbados.

Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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Poderoso Mantra Destruidor de Negatividade – Bolo Bolo Om Namah Shivaya …

Um poderoso mantra para um Deus de Poder!

Seja Positivo, Grato e tudo de bom se concretizará.

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Assista a “Quem foi MARIA MADALENA? Por que ela foi REJEITADA pelos discípulos de JESUS? – A Real História” no YouTube

Cultura e informação?

Temos!

Fatos Desconhecidos aqui!

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Um olhar… por Mágica Mistura

“Um olhar de verdade para uma situação pode clarear totalmente o que antes era dúvida…um olhar carinhoso para dentro de si, com carinho e perdão, deixa a alma leve e pronta para voar.”

Mágica Mistura

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Tombos…por Mágica Mistura

“Na maioria das vezes um tombo é uma oportunidade extraordinária de nos reavaliarmos e recomeçar a caminhada mais lúcidos e fortes. Por vezes é só um tombo mesmo, daí sacudimos a poeira, agradecemos a platéia, e vamos em frente para o próximo ato!”

Mágica Mistura

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Explicação…por Mario Quintana

“Tempo:
Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha.”

Mario Quintana

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Cannabis medicinal: o que esperar dela?

A planta Cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha, consta de farmacopeias pelo mundo há séculos. Faz tempo que a humanidade a utiliza não só pelos efeitos recreativos mas também terapêuticos — uma lista de indicações que incluía de bronquite a insônia. Na década de 1920, um brasileiro podia ir à farmácia comprar cigarros de cannabis numa boa. A história começou a mudar nos anos 1930. Leis proibicionistas restringiram as vendas e a utilização. Em 1961, num cenário de convulsões culturais, ela passou a ser considerada “substância extremamente prejudicial à saúde” pela Organização das Nações Unidas (ONU). Virou “droga”, na acepção mais comum da palavra. A decisão, considerada equivocada por especialistas, empacou as pesquisas que exploravam o caráter medicinal da planta. Como sabemos, os predicados “antigo” e “natural” não são sinônimos de “seguro” e “eficaz”. Mas a cannabis prometia. Assim, cientistas seguiram estoicamente testando a erva a despeito das restrições. O Brasil inclusive virou referência no assunto. Nos anos 1970, o médico Elisaldo Carlini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), usava plantas apreendidas pela polícia e chegou a fazer seu próprio cultivo para estudar as propriedades da cannabis. “Já naquela época, ele ensinava que era necessário romper barreiras e enfrentar dogmas”, recorda o farmacêutico Paulo Eduardo Orlandi Mattos, pesquisador da Unifesp que colaborou com Carlini. O professor que desafiou o establishment faleceu em 2020, aos 90 anos, e foi citado em mais de 12 mil trabalhos científicos. A medicina está colhendo agora os frutos da dedicação de Carlini e de outros estudiosos, como o bioquímico israelense Raphael Mechoulan, que, nos anos 1960, descreveu os principais componentes ativos da maconha. Dois meses depois da morte do médico brasileiro, em dezembro de 2020 a mesma ONU reconheceu as propriedades terapêuticas da cannabis e a retirou da lista de substâncias perigosas como o crack. Pesquisas clínicas de qualidade atestam sua eficácia para algumas doenças e sintomas. E a legislação brasileira também mudou. Hoje é possível comprar, com receita médica, produtos à base de cannabis nas drogarias. Por outro lado, a merecida empolgação e um mercado em expansão também deram origem a um rótulo de panaceia, como se a planta resolvesse qualquer parada — e relatos individuais estouraram na mídia se sobrepondo a estudos e incertezas. Estamos diante de um admirável e promissor mundo novo estrelado por essa velha conhecida, só que a banalização sem chancela científica pode queimar (de novo) o filme dela.

Depois de décadas de estudos, o uso terapêutico da maconha supera estigmas e ganha holofotes, mas a banalização desperta preocupações

Cannabis medicinal: o que esperar dela?

publicado em Veja saúde

Zoom: pedras vão rolar!

Por Diogo Sponchiato

Na foto microscópica do mês, cálculos que podem provocar dor e bagunçar a digestão

Zoom: pedras vão rolar!

publicado em Veja saúde