Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
“Contudo e apesar, perseveremos em permanecer atuantes, cada um da maneira que mais se adequar ao seu dom , não poupando dedicação e paciência. É disto que o planeta precisa neste momento, é isto que o Universo em toda sabedoria e amor espera de nós.”
“Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia.”
Recentemente, os Estados Unidos autorizaram o uso da vacina da Pfizer contra aCovid-19 em crianças de 5 a 11 anos. A liberação ocorreu depois da conclusão de um estudo, ainda não publicado, com cerca de 2 200 participantes nessa faixa etária, que apontou uma eficácia de 90% da fórmula, sem efeitos colaterais importantes.
A farmacêutica já anunciou que pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a ampliação do público alvo também no Brasil. Deve ser a primeira de outras. “Temos vacinas em fase final de testes com os mais novos, sendo que algumas já foram usadas com segurança em dezenas de milhões de crianças e adolescentes pelo mundo”, explica o infectologista pediátrico Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
Só que, mesmo antes de chegarem aos pequenos, as vacinas já estão sendo vítimas de uma campanha difamatória. Diretores da Anvisa foram ameaçados para negarem a autorização para a Pfizer mesmo antes da formalização do pedido.
Enquanto isso, sites maliciosos e influenciadores divulgam notícias falsas sobre as vacinas, exagerando ou mesmo inventando mortes e reações adversas graves. O movimento, embora tímido frente à alta adesão dos brasileiros à campanha de imunização, preocupa os especialistas.
Dose das crianças é menor e milhões já foram vacinadas com segurança no mundo. Pediatras defendem a inclusão delas na campanha de vacinação
A concentração de renda está entre os grandes vilões da crise do clima, indica um estudo divulgado nesta sexta (05/11) durante a COP26, conferência climática da ONU que acontece em Glasgow, na Escócia.
Dos anos 1990 para cá, as emissões de gases causadores do aquecimento global ficaram ainda mais concentradas no 1% mais rico da população mundial. Hoje, elas são 30 vezes mais altas do que deveriam ser se a humanidade quiser evitar mudanças climáticas perigosas (limitando o aumento da temperatura a menos de 1,5 ºC em relação aos níveis históricos).
Os dados vêm de um estudo feito pelo Instituto de Política Ambiental Europeia e o Instituto do Ambiente de Estocolmo (Suécia), a pedido da ONG Oxfam. Até 2030, o 1% mais rico estará emitindo 16% do total de CO2 produzido pela espécie humana. Em 1990, eles concentravam 13% das emissões.
Cada indivíduo desse grupo seleto de poluidores estará lançando no ar cerca de 70 toneladas de CO2 anualmente. Já as emissões dos 50% mais pobres da população ficarão em torno de 1 tonelada de gás carbônico por pessoa, por ano. “Uma elite minúscula parece ter ganhado passe livre para poluir”, declarou Nafkote Dabi, coordenadora de política climática da Oxfam.
A situação é preocupante mesmo quando são levados em conta os 10% mais ricos da população mundial. Se eles não restringirem seus padrões de consumo, o limite de emissões necessário para evitar um aquecimento superior a 1,5ºC poderá ser ultrapassado independentemente das ações dos outros 90% da humanidade. Os autores do relatório afirmam que é preciso impor restrições severas aos excessos do padrão de vida dos mais ricos, em setores como os voos particulares de avião e o uso de iates.
A conclusão é de uma pesquisa apresentada hoje (5) na COP26. Cada indivíduo da elite econômica mundial emite 70 toneladas de gases de efeito estufa anualmente.
“Sabe, hoje prestei atenção no olhar de um cãozinho… já perceberam que dá prá ver toda bondade do Universo neles? E toda pureza, otimismo e esperança… é a própria expressão de um futuro promissor! “
Em muitos locais do Brasil, as aulas presenciais voltaram a ser obrigatórias. Nessa retomada, o mantra máscaras, distanciamento e higienização das mãos se mantém. E, enquanto a imunização infantil contra a Covid-19 não chega por aqui, é preciso ter bastante cautela também em casa.
“A escola tem o seu papel, mas é essencial tomar cuidado do portão para fora. É importante ficar atento a sintomas, visitar sempre o pediatra e colocar a vacinação de outras doenças em dia, porque os números de imunização infantil têm caído”, alerta Victor Horácio de Souza Costa Júnior, infectologista pediátrico e professor na Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
Com a baixa cobertura vacinal, doenças já controladas (como o sarampo, a coqueluche e outras) podem se aproveitar da volta do convívio social para se disseminarem de novo.
Além da atualização da carteirinha de vacinação, é muito importante que ninguém com sintomas gripais, mesmo que leves, entre na escola. Isso vale para estudantes, professores e todos os outros funcionários. Afinal, doenças respiratórias virais se manifestam de forma parecida e aquilo que lembra uma gripe ou um resfriado pode ser, na verdade, a Covid-19. Não mandar a criança doente à aula é, portanto, uma atitude que protege outros colegas e seus familiares.
Para reduzir o risco de contrair infecções, é fundamental ainda manter a imunidade em dia. Ou seja, vale ficar de olho nos hábitos da criançada, incluindo aí alimentação, prática de exercícios e qualidade do sono.
Do portão para dentro, as escolas devem seguir os protocolos determinados em cada cidade. Já aos pais cabe a tarefa de monitorar se as regras estão sendo cumpridas.
A escola precisa seguir os protocolos de segurança à risca, mas os pais também têm responsabilidades dentro de casa
“Que nossa fé e força de vontade sejam como a correnteza de um rio que corre para o mar… obstáculos, pedras, curvas ou cachoeiras o atrasam, mas jamais ele deixará de alcançar o oceano, seu objetivo final.”
“Nossas inclinações podem definir o rumo do nosso destino, procuremos então, inclinarmo-nos sempre mais para a verdade, o bem, e o bom. Tenho certeza de que as dores virão, mas com boas vibrações ficará mais fácil superá-las .”