Pesquisadores da USP isolam variante ômicron do coronavírus

Uma cepa da variante ômicron do Sars-CoV-2 foi isolada pela primeira vez no Brasil. O feito é de uma equipe de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), que está cultivando a variante em laboratório.

Em duas semanas, amostras da variante serão distribuídas para todas as regiões do país, mas somente para laboratórios que tenham capacidade de lidar com o vírus – ou seja, que tenham o nível 3 de biossegurança. Assim, outros pesquisadores poderão desenvolver diversos estudos sobre a ômicron.

Isso é importante para conter o avanço da variante – como foi importante no início da pandemia. Essa é a mesma equipe do ICB-USP que isolou o coronavírus “original” pela primeira vez no Brasil, em fevereiro de 2020. O processo que rolou na época é o mesmo de agora: amostras do vírus foram cultivadas em laboratório e então distribuídas para pesquisadores de Norte a Sul. Isso permitiu que a Covid-19 fosse estudada e que os primeiros testes diagnósticos da doença fossem desenvolvidos por aqui.

Agora, o cenário da pandemia é outro, mas as amostras continuam sendo importantes: a ideia é que, a partir delas, pesquisadores possam padronizar novos testes para identificar a ômicron pelo país. Além disso, cientistas brasileiros poderão avaliar a eficácia das vacinas contra a variante – ou seja, entender se o vírus pode escapar ou não dos anticorpos de quem recebeu as vacinas.

Cepa da nova variante está sendo cultivada em laboratório pela primeira vez no Brasil – o que permitirá monitorar sua disseminação e avaliar a eficácia de vacinas.

Pesquisadores da USP isolam variante ômicron do coronavírus

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “ANSIEDADE: Reflexões filosóficas – Lúcia Helena Galvão” no YouTube

Ansiedade…um dos males do século. A filosofia nos dá uma valiosa luz nestes dias conturbados.

Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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Assista a “3 momentos em que a Monja coen fez meditações guiadas | LISTA DA MONJA” no YouTube

A querida amiga de sempre…com suas sábias palavras…

Monja Coen aqui!

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Otimismo…por Mágica Mistura

“Sou otimista. Há quem me ache chata porque procuro ver oportunidade onde há dificuldade. Não sou o tempo todo assim, é verdade …mas procuro me vigiar para ser o mais próxima possível do que considero ser a verdadeira Gratidão.”

Mágica Mistura

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Assista a “DESCONTRUÍNDO O BOLSONARISMO! VOCÊ REALMENTE SEGUE A CRISTO?” no YouTube

Jesus Cristo foi e é um dos Grandes Mestres que já passou por aqui.

Uma lástima pessoas sem conhecimento e sem vontade de aprender, usarem seu nome e seu legado de forma tão vil.

Uma aula de história com Professor Jota!

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Aprendizado…por Leonardo da Vinci

“Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.”

🍀Leonardo da Vinci

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Olhar infinito…por Mágica Mistura

“Foi então que ele abriu os olhos. Não os olhos materiais, se bem que estes, ele abriu primeiro…foi a visão da alma, do espírito, esse olhar abrangente e total que finalmente o levou a observar o verdadeiro Universo, esse que todos somos parte e que em sua totalidade infinita nos faz enxergar a nós mesmos…”

Mágica Mistura

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Assista a “MAFALDA, CHARLIE BROWN E UMBERTO ECO #meteoro doc” no YouTube

O que pode haver de comum entre Mafalda, Charlie Brown e Umberto Eco?

Meteoro Brasil aqui!

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Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

Pouco antes do fim da II Guerra, uma divisão blindada do Exército alemão estava estacionada no Castelo Immendorf, na Áustria. Desde 1942, o local abrigava uma variedade de obras de arte confiscadas pelos nazistas ao longo do conflito. Da coleção, faziam parte telas do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1916), três delas comissionadas pelo governo de seu país no fim do século XIX. Acuados pelo Exército Vermelho que se aproximava, os soldados transformaram o prédio em uma grande armadilha, com bombas incendiárias armadas para disparar quando os soviéticos chegassem. Em 8 de maio de 1945, dia da derrocada de Hitler, o castelo foi tomado por chamas e tudo que estava em seu interior destruído, inclusive, é claro, o trio de exuberantes e ousadas pinturas de Klimt, das quais restaram apenas fotografias em preto e branco feitas em 1900 por Moritz Nähr. Graças a uma aliança entre a história da arte e a tecnologia, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais.

‘MEDICINA’ – O pintor escolheu uma composição assimétrica. Na metade direita, o fluxo da vida. Do outro lado, uma névoa de luz envolve uma mulher. Predominam os nus e, na versão digital, o dourado, o vermelho e o azul –

A origem das chamadas Pinturas das Faculdades remonta a 1894, quando Klimt e o pintor Franz Matsch receberam do Ministério da Educação da Áustria uma encomenda para o salão de festivais da Universidade de Viena. Cinco telas foram planejadas, uma peça central e representações das quatro principais faculdades vienenses — daí o nome dado a elas. Matsch faria a principal e a de Religião, e Klimt ficaria com as representações de Filosofia, Medicina e Jurisprudência. Quatro anos depois, ao exibi-las em exposições independentes de seu grupo artístico reformista, o artista chamou a atenção para suas alegorias exuberantes, coloridas e cheias de simbolismo das disciplinas ensinadas nos cursos superiores. E também atraiu a ira dos setores mais conservadores da sociedade, o que fez o pintor, contrariado com a incompreensão de sua arte, arrecadar junto a mecenas e apoiadores o valor que havia recebido do governo de modo a recomprá-las.

Com a aliança entre a história da arte e novas técnicas, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais das obras

Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

publicado originalmente em Veja