“Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies.”
🌻Machado de Assis

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies.”
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Por Fabiana Schiavon
Alguns meses após a liberação da venda de melatonina – substância conhecida como hormônio do sono – pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as prateleiras das farmácias se encheram de opões do produto.
Especialistas e a própria agência, no entanto, concordam que não há evidências de que essas cápsulas promovam benefícios diretos a quem sofre de insônia.
Há casos bem específicos em que a melatonina é prescrita por médicos, e consumir fora desse padrão pode ser arriscado.
Primeiro é preciso entender o que é a melatonina. Trata-se de um hormônio produzido naturalmente pelo organismo e que serve como regulador e indutor do sono, entre outras funções. Ela também aparece em alguns alimentos.
A produção é realizada pela glândula pineal – localizada no cérebro – e começa quando o sol se põe ou quando o corpo percebe a queda da luz e entende que deve se preparar para dormir. Acompanhar esse ciclo de claro e escuro ajuda a ir para a cama mais cedo e acordar mais disposto na manhã seguinte.
+ LEIA TAMBÉM: Remédios para dormir: quando são necessários e quais os riscos?
Ao contrário de vitaminas e minerais, cujas concentrações podem ser medidas no sangue com um exame simples, a melatonina não tem como ser aferida tão facilmente.
“Ela é um hormônio. Então não é possível dizer se uma pessoa precisa de reposição e em qual medida”, explica a neurologista Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono (SP).
Segundo os médicos, ter aprovação e regulação da Anvisa ajuda a controlar a qualidade, a produção e a venda desse produto no Brasil, antes vendido apenas em farmácias de manipulação. As pílulas chegavam, ainda, por pessoas que viajavam a outros países.
De qualquer forma, os especialistas seguem preocupados com a possibilidade de o consumo ocorrer de forma errada.
Cerca de 35% das pessoas que sofrem de insônia usam medicações, como a melatonina, sem acompanhamento médico, informa Caio Bonadio, médico psiquiatra da Vigilantes do Sono.
“Dormir mal não significa somente ter insônia. Existem cerca de 50 doenças do sono catalogadas. Como o nosso corpo produz a melatonina naturalmente, é preciso fazer uma avaliação médica completa antes de decidir prescrevê-la”, reitera o especialista, pesquisador do tema.
Aprovado pela Anvisa, produto passa a ser encontrado na farmácia e vendido sem prescrição. Especialistas temem uso incorreto e consequências sérias à saúde
Melatonina: suplemento não é solução para insônia e pode ser prejudicial
publicado originalmente em Veja saúde
Se o bem não é eterno
Que muito menos o mal o seja
Amanheci hoje disposta a “esperançar”
Tantas sombras,tanta omissão e ignorância
Não, não vão ceifar nossa humanidade
Fácil não é,nem falei, nem pensei que seria
Mas se já passamos inquisição
Olhamos horrorizados o holocausto
Vimos a capacidade humana indiscritivel para o ruim
Só nos resta puxar fundo e arrancar…
Arrancar do fundo de nossa alma
Nossa essência, nosso verdadeiro propósito
É simples… já disse o Mestre
Vamos olhar para cada um dos outros
E nos ver neles…esse é o caminho
Para o Amor fomos criados…
Todos estamos saudosos, admita
Já é hora de voltar para Casa…

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Praticamente não há nada que a natureza não dê jeito…existem ervas para tudo e para todos.
Doutora Ângela aqui!

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Desde 2015, uma nova cidade está sendo construída no condado de Devon, no sudoeste da Inglaterra. Com o nome de Sherford, ela vai abrigar mais de cinco mil casas, além de parques, escolas e empresas. As obras não foram concluídas, mas os primeiros moradores já deram as caras – encontrados por uma equipe de arqueólogos.
Em uma caverna na região, estavam escondidos ossos de animais da última Era do Gelo, como os de um mamute-lanudo e um rinoceronte-lanudo. Eles foram encontrados em escavações feitas durante obras de infraestrutura e agora estão sob investigação de cientistas das universidades de Manchester e Winchester e de outras instituições inglesas.
Os pesquisadores identificaram uma presa e dentes molares de um mamute, assim como o crânio e a mandíbula inferior de um rinoceronte (que você vê na imagem acima). Também foram encontrados um esqueleto quase completo de um lobo e restos parciais de hiena, cavalo, raposa, renas e lebres.

Presa de mamute-lanudo, uma das descobertas em Sherford.
Os fósseis têm entre 30 e 60 mil anos e datam do Devensiano Médio – nome que os cientistas atribuem a um período da última Era do Gelo em que grandes camadas de gelo cobriam as Ilhas Britânicas.
Os ossos foram encontrados juntos, mas ainda não está claro se os animais viveram ao mesmo tempo. Ao longo de milhares de anos, eles podem ter caído para dentro da caverna por um buraco na superfície (em caso de mortes acidentais) ou ter sido levados por predadores.
Entre os restos mortais encontrados, estão ossos de mamute e rinoceronte, que datam de 30 a 60 mil anos atrás. Confira.
Fósseis da Era do Gelo são encontrados em caverna na Inglaterra
publicado originalmente em superinteressante

Por Fabiana Schiavon
Seja pela indisponibilidade da dose certa na farmácia ou uma tentativa de fazer o medicamento render mais, cortar os comprimidos na metade pode gerar riscos à saúde.
Além de não garantir uma proporção igual do princípio ativo do remédio nas duas partes, a prática pode interferir no tratamento do paciente.
“O medicamento é uma mistura do princípio ativo [substância responsável pelo efeito do remédio] com outros excipientes [ingredientes] farmacêuticos. Isso tudo é misturado e prensado. Por isso, não é possível garantir que a metade direita e a metade esquerda tenham a mesma quantidade”, explica Leonardo Pereira, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
Pesquisadores da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) chegaram a mesma conclusão ao testar o medicamento hidroclorotiazida – diurético indicado para o tratamento da hipertensão – e analisar as consequências de cortar o comprimido em pedaços. Após testar cerca de 750 pílulas, os autores do estudo identificaram discrepâncias nas partes divididas.
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“A avaliação do processo de partição apresentou diferenças significativas na uniformidade de massa e de conteúdo, verificando-se que há grande variação de teor. Considerando que a hipertensão é uma doença grave e que requer esquema posológico rígido, variações na dosagem podem influenciar significativamente no tratamento do hipertenso”, destacam os pesquisadores no artigo publicado na Revista de Ciências
Farmacêuticas Básica e Aplicada.
Além disso, partir ao meio pode anular os recursos do medicamento. Pereira, que também é membro da Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas, lembra que certos remédios são revestidos por uma fina película protetora que evita que o comprimido sofra ação no estômago antes de ser absorvido no duodeno, a primeira parte do intestino, ou que possuam um mecanismo de liberação mais lenta no sangue. “Se cortar, estraga a tecnologia”, explica ele.
+ Leia também: Prednisona: o que é, para que serve e como funciona esse corticoide
Apesar da contraindicação no geral, a divisão do comprimido pode ser sugerida em dois casos:
• Quando a orientação dos especialistas é que o paciente aumente a dose de um remédio aos poucos;
• Quando o paciente deve parar de tomar a medicação, mas gradualmente, em um processo chamado de “desmame”. Neste caso, o tratamento não pode ser interrompido de forma abrupta e, por isso, a quantidade de miligramas é reduzida lentamente.
A divisão dos medicamentos não garante uma proporção igual do princípio ativo nas duas partes e pode prejudicar o tratamento
Os perigos de cortar o comprimido ao meio sem indicação correta
publicado originalmente em Veja saúde
🌻 Saúde
Me cansei de lero-lero
Dá licença, mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde
Me cansei de escutar opiniões
De como ter um mundo melhor
Mas ninguém sai de cima, nesse chove-não-molha
Eu sei que agora eu vou é cuidar mais de mim
Como vai? Tudo bem
Apesar, contudo, todavia, mas, porém
As águas vão rolar, não vou chorar
Se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva e cheia de graça
Talvez ainda faça um monte de gente feliz
Como vai? Tudo bem
Apesar, contudo, todavia, mas, porém
As águas vão rolar, não vou chorar, não!
Se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva e cheia de graça
Talvez ainda faça um monte de gente feliz
Composição: Rita Lee e Roberto de Carvalho

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Aproveitar pão velho!? Vamos!
Pode passar o cafezinho.
Bete com carinho aqui!

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“Há quem creia que não se pode mudar a
maneira de ser e o caráter de alguém…e não há jeito mesmo. Não acredito que alguém ou alguma coisa possa fazer esse milagre. Porém creio firmemente que qualquer um, há qualquer tempo, pode sim, promover sua própria mudança e evolução, através do autoconhecimento, do perdão, da humildade, do recomeço, e principalmente do amor.”

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Camboriú SC Brasil