Um bolo lindo de ver e se deliciar 😋
Com um cafezinho é tudo de bom.
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Espaço poético, rotineiro e alternativo
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“Despertar espiritualmente é momento mágico e especial. É sentimento íntimo de que há mais perguntas do que respostas, mas também de que estamos dispostos e na estrada, desbravando cada detalhe e cada palmo desta experiência enriquecedora que chamamos de ” vida terrena”.”

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Felinos são magníficos e fofos. Isso para mim é um fato.
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Esses lindos cada vez surpreendendo mais.
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Pequenas contas em forma de rosquinha são um dos artefatos arqueológicos mais encontrados na África. Acredita-se que o Homo sapiens tenha começado a usar contas há 75 mil anos, e a produção de colares pré-históricos com esse material tenha decolado 25 mil anos depois. Feitas com cascas de ovos de avestruz, as contas são o mais antigo ornamento totalmente fabricado por humanos – e ainda hoje são usadas por comunidades tradicionais africanas. Por isso, podem conter grandes revelações sobre o passado da humanidade.
Cientistas do Max Planck Institute, da Alemanha, estudaram mais de 1,5 mil contas, quase idênticas em relação ao formato, tamanho e estilo, e descobriram que elas sustentaram a primeira rede social de que se tem notícia, 50 mil anos atrás.
As contas artesanais apresentam variações de estilo e, por isso, ajudam os arqueólogos a traçar conexões culturais entre diferentes povos ao longo da história. “É como seguir uma trilha de migalhas de pão”, afirma Jennifer Miller, coautora do estudo. “As contas são pistas, espalhadas no tempo e no espaço, apenas esperando para serem notadas.”

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Miller se juntou à pesquisadora Yiming Wang, também do Max Planck, para analisar contas de ovos de avestruz que foram encontradas em 31 locais diferentes, no leste e no sul da África – a uma distância de 3 mil quilômetros.
As pesquisadoras descobriram que, entre 50 mil e 33 mil anos atrás, as pessoas dessas regiões distantes usavam acessórios de contas quase idênticas – uma evidência cultural da conexão entre grupos desses lugares.
As contas mais antigas foram encontradas em locais ao leste do continente, então podem ter se espalhado para o sul a partir de lá. Talvez tenham sido trocadas diretamente entre as pessoas, mas o intercâmbio de conhecimento sobre como fabricá-las é mais provável.
E por que essa moda se espalhou? “As pessoas faziam [e usavam] as contas para comunicar mensagens simbólicas, como hoje usamos uma aliança de casamento, para indicar algo sobre status social, riqueza ou posição na sociedade”, afirmou Miller à CNN.
Pessoas que habitavam o leste e o sul da África usaram ornamentos quase idênticos entre 50 e 33 mil anos atrás.
Enfeites de casca de ovo de avestruz revelam primeira rede social do mundo
publicado originalmente em superinteressante

Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil
O astronauta de mármore 🌘🌎
A lua inteira agora é um manto negro, ô-ô
O fim das vozes no meu rádio, ô-ô
São quatro ciclos no escuro deserto do céu
Quero um machado pra quebrar o gelo, ô-ô
Quero acordar do sonho agora mesmo, ô-ô
Quero uma chance de tentar viver sem dor
Sempre estar lá, e ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá, e ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul
A trajetória escapa o risco nu, u-uh
As nuvens queimam o céu, nariz azul, u-uh
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu
A lua, o lado escuro, é sempre igual, al-al
No espaço a solidão é tão normal, al-al
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu
Sempre estar lá, e ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá, e ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul
Estar lá, e ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá, e ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul
🌘🌎Fonte: Musixmatch
Compositores: David Bowie / Thedy Rodrigues Correa Filho / Carlos Eduardo Filip Stein / Sady Homrich
Letra de O astronauta de mármore © Chrysalis Music Ltd

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Vem o vento,vai a vida
Trás lamento,sem saída
Dorme profundo a aurora
Como se nada houvesse
Nada além do desabafo
De uma alma inquieta …
Ronca o mar, bem alterado
Sem saber qual o motivo
Só nos resta a boemia
Que na madrugada espreita
A poeira acumulada
Nos batentes,nas janelas
Testemunha calada e fria
Do que poderia ser
Mas não era…
Por detrás de tanto zelo
Nasce e morre a nostalgia
Companheira de percalços
Trás nos pés tanta magia
A imatura esperança
Loucamente atrevida
Haverá de surgir de novo
Intrépida e insistente
No raiar de outro dia…

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Quem nunca?!
É incrível,mas se não prestarmos atenção caímos sempre na armadilha da auto piedade…
Monja Coen aqui!

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“A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes.”

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