Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
Pesquisadores chineses aplicaram um tipo de jejum intermitente em pessoas com obesidadepor um ano para avaliar seu potencial na perda de peso. Mais uma vez, no entanto, a conclusão é que ficar longos períodos sem comer não traz benefício adicionais em quem precisa reduzir a cintura – segundo o artigo, o importante é fazer uma restrição calórica. O estudo publicado no The New England Journal of Medicine ganhou destaque pelo tempo em que os participantes foram observados. Enquanto a maioria das pesquisas aplica esses métodos por alguns meses, nesse caso os voluntários foram acompanhados por um ano. Para fazer a comparação, 139 pessoas foram dividas em dois grupos. Parte adotou um formato de jejum intermitente em que é permitido comer apenas entre 8 horas da manhã e 4 da tarde. A outra turma podia se alimentar em qualquer horário, porém precisava ingeria o mesmo número de calorias dos que estavam fazendo o jejum. Foi definido que homens comeriam de 1500 e 1800 calorias, e mulheres, de 1200 a 1500. Após 12 meses, os cientistas notaram que o jejum não proporcionou uma redução de peso corporal ou da diminuição de gordura estatisticamente maior.
Estudo que acompanhou pessoas com obesidade durante um ano não encontrou benefícios adicionais dessa prática para o emagrecimento
Imagine que você queira comprar um item para decorar a casa, mas sem gastar muito. Você vai a um brechó e, no meio do garimpo, encontra um busto que parece ter saído diretamente da Roma Antiga. Na bochecha da estátua, uma etiqueta com o valor: US$34,99 – ou R$180. Você compra a peça e a leva para casa no banco de passageiro do carro, presa pelo cinto de segurança.
No final das contas, você descobre que o busto, de fato, tinha saído da Roma Antiga. A colecionadora de arte Laura Young passou por essa situação em 2018. O brechó em questão ficava em Austin, no estado do Texas, nos Estados Unidos. Chegando em casa, ela percebeu que o busto parecia muito antigo e gasto, então decidiu entrar em contato com especialistas em história da arte da Universidade do Texas e duas casas de leilões.
Essa pesquisa em busca de respostas durou alguns anos. O consultor Jörg Deterling, da casa de leilões Sotheby’s, identificou que o busto fez parte do acervo de um museu alemão décadas antes. Ele colocou a colecionadora em contato com autoridades alemães.
Após comprar a peça, uma colecionadora de arte percebeu que a estátua parecia antiga e gasta – até descobrir que o busto, na verdade, tinha dois mil anos
No mundo animal, cada um desenvolve sua estratégia de sobrevivência. Em muitos casos, uma boa pedida é se disfarçar de uma espécie perigosa ou impalatável para afastar seus predadores.
Exemplos clássicos desse fenômeno, chamado mimetismo, são as moscas da família Syrphidae, que parecem abelhas, ou a cobra falsa-coral. Mas isso não acontece só com características morfológicas e visuais das espécies.
Existe também a imitação de sons, por exemplo. Recentemente, um grupo de cientistas se deparou com um desses casos raros: eles notaram que morcegos da espécie Myotis myotis podem zumbir como vespas e abelhas para afastar corujas.
E mais: este seria o primeiro caso documentado de mimetismo entre mamíferos e insetos. Ele foi relatado em um estudo publicado na revista Current Biology, na última segunda-feira (9).
Cientistas afirmam ter descoberto o primeiro caso documentado de mimetismo entre mamíferos e insetos.
“O amor é dos suspiros a fumaça; puro, é fogo que os olhos ameaça; revolto, um mar de lágrimas de amantes… Que mais será? Loucura temperada, fel ingrato, doçura refinada.”
Não grite. Converse.A voz muito alta é semelhante a uma agressão sonora. Não discuta.O diálogo é a melhor forma de entendimento. Não conte vantagens.Muitos de nossos interlocutores possuem méritos que ainda estamos longe de adquirir. Não ridicularize a ninguém.Todos somos passíveis de errar. Não critique.Nenhum de nós está isento de observações corretivas, em nosso próprio […]